Em Linhas Gerais

Você pode imaginar, mas Deus não mudou com o “politicamente correto” – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Se me submeto apenas aos costumes religiosos não estarei amparado no verdadeiro ensino de Deus, e com Ele não viverei uma experiência, porque frequentar igrejas é diferente de viver uma experiência profunda com Deus.” GESSI TABORDA (1951), jornalista finalmente aposentado, criador da Coluna em Linhas Gerais.

FORÇANDO A BARRA

Na coluna desse sábado vou tocar num tema que deveria merecer a reflexão de todos. Fui estimulado a isso ao ver ontem – mais uma vez – o programa “Que Mundo é Esse”, documentário de jornalistas globais sobre a Rússia, sob o pretexto de mostrar como é na atualidade o país que vai sediar a Copa de 2018.

IMPOSIÇÃO GAY

Como não poderia deixa de ser, um dos objetivos principais da matéria foi o de mostrar uma Rússia de trogloditas incapazes de renunciar a costumes e valores da tradição de seu povo, principalmente por não seguir a cartilha do politicamente correto liberando geral a dominação da filosofia gay, onde pelo menos na visão dos fazedores de opiniões da “Vênus Platinada” –como antigamente se denominava o estilo Globo – a sociedade “conservadora” tem de liberar e aceitar a imposição das minorias.

O repórter transmitiu com expressão horrorizada a informação de que na Rússia não se tolera a manifestação pública de gays e lésbicas se beijando, se acariciando, etc.

DEUS MUDOU?

Desde a minha mais tenra idade, ainda nos tempos em que participava das aulas de catecismo, aprendi que há um Criador, o nosso Deus. E que Ele ao criar o ser humano, diz a Bíblia, “macho e fêmea os criou”. Até hoje o homem é a mais impressionante das criações. E o Criador definiu o homem como sendo sua imagem e igual semelhança. Deus por tudo que aprendi, só usou dois modelos nessa criação: o macho e a fêmea.

Hoje, diante da ferocidade e insistência com agem os defensores daquilo que não está nos cânones da criação parece que uma grande parte das pessoas imagina que Deus mudou. Será?

DETURPAÇÃO

Estou fora da comunhão nas igrejas há muito tempo. Agora senti o desejo de voltar para ajustar ainda mais a união da família. E assim andei fazendo visitas a igrejas e não me senti confortável como esperava. Vi coisas exemplos de que mesmo nos templos os “fiéis” insistem em deturpar as leis eternas, o ensinamentos do Criador.

Não fiquei nada feliz com “fiéis” expondo como se tivessem orgulho delas, tatuagens pelo corpo. E isso sem falar no verdadeiro desfile de modas e ostentação do luxo em joias e adornos caríssimos em suas vestimentas sedutoras.

É claro que as pessoas têm o livre arbítrio para seguir sua própria vontade, definir seu próprio movimento e criar seu próprio pensamento. Mas o que estão fazendo é deturpar a própria lei de Deus.

NÃO PREVALECERÁ

As pessoas não aceitam o determinismo divino. Não acreditam que tudo o que fugir do princípio estabelecido pelo Criador não prevalecerá. Nem mesmo o modismo do politicamente correto vai ser consolidado.

Tenho tido ao longo dos meus 66 anos de existência exemplos claros de que todos aqueles que resistem à auto aceitação das leis do Criador, invertendo os valores, negam a si próprios mesmo que só venham a descobrir isso quando seu destino se findar no pó. Não há vontade sobre a terra que esteja acima da Vontade de Deus.

INIMIGOS DE DEUS

Em relação às igrejas (certamente deve existir honrosas exceções) hoje parece ser preocupação maior ocupar espaço no Poder, escamoteando a existência do pecado e a necessidade da resignação para conseguir um grau de purificação compatível com a exigência do Poderoso. As igrejas estão cheias de inimigos de Deus, como políticos reconhecidamente corruptos praticam a comunhão como se passassem desapercebidos dos olhos de Deus.

SIMULACROS

Quem – essa é minha opinião – não se conforma e não aceita os moldes de Deus para sua matéria humana, violando-o com modismos do tipo tatuagem ou modifica sua elaboração natural criando assumindo uma aberração de gênero faz de si mesmo um deus. Pura falta de discernimento: são meros simulacros, um produto de revoltas internas, de rebeldias que não serão esquecidas e nem perdoadas no ajuste final de contas.

OS RUSSOS

Não posso afirmar sobre quais os motivos que levam a Rússia a não ser engabelada por esse pensamento idiota do politicamente correto. Não sei se há motivação divina nisso, mas certamente a Rússia não é único país do mundo a preservar as afirmações dos dogmas de Deus em relação à sabedoria da criação.

Se a criação original obedeceu à vontade do Poderoso (macho e fêmea os criou, como diz a Bíblia) a Rússia está isso sim, entre os países que homenageiam o grande artista do universo, imutável, acima de qualquer modismo, o Deus que diz: Eu Sou!

PERFEITA

A obra de Deus é mais perfeita que a insatisfeita obra do homem! Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Pessoalmente não acredito que a imagem e semelhança do Criador aproximem-se de qualquer falsificação humana revestidas de modas sociais que não resistirão ao tempo.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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