Em Linhas Gerais

Decadência enorme. Estão prontos para escalar até o homem do caldeirão! – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Ninguém jamais vencerá a guerra dos sexos: há muita confraternização entre os inimigos.” HENRY KISSINGER (1923) foi conselheiro de relações exteriores de todos os presidentes dos EUA, de Eisenhower a Gerald Ford, sendo Secretário de Estado dos Estados Unidos.

LEMBRETE

Muitos entendem que não vale a pena estudar até o último minuto. Contudo, quem vai prestar o ENEM desse ano ainda tem tempo para buscar o reforço do conhecimento. As provas terão início dia 5 do próximo novembro. O exame será encerrado no dia 12 do mesmo mês.

PQP

Esse Brasil está cada vez mais surrealista. É, de verdade, o país da piada pronta. Luciano Huck presidente da República? Seria cômico se não fosse trágico. Certamente terá o apoio da famigerada rede plimplim de televisão. A política nacional perdeu toda a compostura.

OLHO VIVO

A coluna – como a maioria do povo brasileiro – não tem dúvidas de que Michel Temer vai se safar dessa segunda nova denúncia feita contra ele pela PGR. A ba$e de $u$tentação do governo vai impedir a investigação do presidente. Nesse processo todo o eleitor de Rondônia (como os dos demais estados) deve prestar bastante atenção no comportamento dos deputados federais que elegeu para dar uma banana para aqueles lacaios do governo nas eleições do próximo ano.

E DEPOIS

O que será do nosso Brasil após Temer escapar do processo? Se você acha que o país vai melhorar por isso conforme-se. Você é apenas mais um inocente útil, mais um crente no conto da carochinha. O país vai ficar ainda com o caixa mais baixo, em pleno ano eleitoral. Levando-se em conta que o tempero da Lava-Jato continuará forte, Temer, concordam analistas importantes, deverá ficar ainda mais isolado. Quem irá defendê-lo do tiroteio no período eleitoral? Ou seja, o final melancólico que marca governos impopulares, com Temer será antecipado em um ano.

MUDANÇA PAGA

É uma notícia no mínimo curiosa: Aqueles que quiserem mudar-se para Candela – incluindo estrangeiros – cidade da Itália, na região de Puglia, irão receber dinheiro em troca de construírem uma vida na cidade: os solteiros recebem 800 euros, os casais 1200 euros, as famílias de três membros podem receber entre 1500 e 1800 euros. As famílias de quatro ou cinco pessoas recebem cerca de 2000 euros.

PROBLEMA INVISÍVEL

Cetamente esse não é um dilema só de Rondônia. Aqui pelo menos – como disse ontem uma fonte ligada ao magistério – os gestores públicos não estão demonstrando o menor interesse pelo que vai acontecer. Há uma crise de vocações para o ensino, especialmente entre adolescentes na faixa dos 17 anos. Segundo a fonte, “ninguém está querendo ser professor”. Essa falta de interesse dos jovens deverá criar dificuldades para a renovação do quadro de professores atuais que, como se afirmou, estão envelhecendo, levando quase um terço deles à aposentadoria nos próximos 15 anos. Com a palavra os gestores da educação no estado.

ESCAPAMOS

O forte boato que circulou em meios políticos da capital rondoniense no princípio da semana não se confirmou. O presidío federal de segurança máxima em Rondônia não vai receber a “ilustre” figura do ex-governador carioca, Sérgio Cabral. O Departamento Penitenciário Nacional informou que Cabral será levado para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

HOJE

Começa hoje em Rio Branco, Acre, o 16º Fórum de Governadores do Brasil. No evento que termina amanhã os temas foram destacados por Jorge Viana, governador acreano, dentro da seguinte escala: primeiro a corrupção, depois os crimes ambientais e na sequência o tráfico de drogas, que é o tema mais grave em todos os países, ressaltou o anfitrião.

SÓ AS VANTAGENS

O caricato Lindomar Garçom, deputado rondoniense que troca de partido como se trocasse de camisa, está sempre procurando vantagens pessoais para conseguir, apesa de tudo, renovar o mandato e segurando o “emprego” na Câmara. É daqueles políticos sem conteúdo programático ou compromisso ideológico, disposto a continuar acomodado do lado que a vaca deita.

SEM SURPRESA

Dai não ter causado nenhuma surpresa uma foto sua publicada nessa semana no Facebook posando ao lado de Michel Temer a quem apoia incondicionalmente. Mas certamente não causará surpresa se no próximo, quando terá de encarar de frente os eleitores, o Lindomar cair fora do tiroteio que Temer vai enfrentar. Afinal, Lindomar não é um simples papagaio de pirata como muita gente no Brasil imagina. Ele só quer tirar vantagens do poder. É assim que ele sempre vai levando e conseguindo “encantar” os eleitores mais displicentes.

ERROU FEIO

Para renovar o mandato de deputado estadual Maurão de Carvalho se valou da desdita de não ter conseguido disputar nem o governo e nem o senado, vetado que foi pelo o verdadeiro capitão do mato da “cassolândia”. O sentimento de solidariedade, principalmente da comunidade evangélica, surgiu de forma contagiante nas urnas.

Já para ganhar a presidência da Assembleia, onde nunca tinha chegado antes, ele usou o discurso de que conduziria um novo modelo de gestão na Casa, nada que lembrasse os antecessores e seus métodos abomináveis.

SONAMBULISMO

Com o passar do tempo vê-se que Maurão errou feio outra vez. Seguiu pela mesma cartilha de seus antecessores, inclusive dos mentores de escândalos dos quais até seu nome surgiu na relação de suspeitos que até hoje não sofreu os rigores da investigação. É um personagem político mantido no surto de sonambulismo que delira com o cargo mais importante, o de governador, onde nunca chegará. A tentativa de se misturar com políticos profissionais do reluzente caciquismo desse jovem estado é outro erro feito desse personagem, erro tão grande como a traição as expectativas que gerou em antigos aliados. Se não quiser aprofundar-se nessa coleção de erros vai dar um freio no ímpeto de sonhos tresloucados e tentar outra vez mais uma eleição na planície.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by