Em Linhas Gerais

“Circuito Junino” -o grande objetivo foi a autopromoção do prefeito Mauro Nazif- por Gessi Taborda

 PARA REFLETIR

PoliticoQuem governa para si e se enrosca no objetivo de transformar o governo em balcão de negócios, qualquer laivo de liberdade de imprensa é um perigo para a opacidade necessária aos seus negócios. Por isso dão de ombros às revelações escabrosas de como manipulam a publicidade paga com dinheiro público.

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 TROCA-TROCA

vergonhaDeve começar já a grande temporada de troca-troca de partidos por nossos políticos. Isso graça à aprovação, em primeiro turno, pela Câmara dos Deputados, da janela de 30 dias para mudança de partido sem perda sem perda de mandato. Afinal, o que não faltam são políticos (com mandato) insatisfeitos com seus partidos atuais.

E muitos têm ambições eleitorais no próximo ano, querem se candidatar a prefeitos, por isso querem entrar numa legenda que lhes garanta a candidatura.

Aqui mesmo em Rondônia é fácil identificar vários casos desse tipo. Vários políticos, com experiência, carregam o gostinho da derrota em seus projetos políticos por terem sido, na hora da onça beber água, preteridos ou até mesmo rifados por suas legendas, onde foram obrigados a permanecer para garantir o mandato eleitoral.

 IGUAL FEIRA

vergonhaEntão vai começar um movimento igual essas feiras de oportunidades. Muitos serão os convites, mas também serão muitas as exigências dos candidatos a mudar de partido. Uma coisa é certa, a movimentação partidária será muito grande. O troca-troca acontecerá nos 30 dias logo após a emenda ser aprovada no Senado. É bom lembrar que a emenda ainda terá que ser aprovada em segundo turno na Câmara e depois em dois turnos no Senado.

Tem fontes garantindo que entre os primeiros a mudar de partido nos arraiais da política rondoniense serão os deputados José Hermínio (estadual) e Lindomar Garçom, deputado federal que dificilmente teria legenda garantida no PMDB para disputar a prefeitura de Porto Velho. Em se tratando de José Hermínio, consta que ele já está sendo paparicado pelo PCdoB. Hermínio quis ser candidato no passado e foi rifado pelo PSD, seu atual partido.

 FALTA DE PUDOR

CamaraSó há uma explicação: eles devem considerar o eleitorado de Porto Velho como um montão de babacas. Só por isso alguns vereadores não têm o menor pudor em virar lobista de donos de empresas de ônibus. Não é de agora que a população exige novas empresas, de qualidade, prestando serviço de transporte urbano. Aliás, baseado nessa realidade que todos conhecem é que o prefeito veio com essa historinha de mudar as permissionárias por um período emergencial e não, como se poderia esperar se a gestão fosse série e de qualidade, com uma solução definitiva.

É preciso exigir transparência nesse angu de caroço em preparação pela prefeitura. Mas defender esse pessoal que explora por décadas o transporte urbano, como fez o petista Jurandir Bengala e seus colegas, é muita cara de pau!

 VÍDEO EXPLOSIVO

prefeito-Mauro-NazifO vídeo disposto na rede social mostrando a utilização de artistas nacionais numa festa inventada para marcar o, também inventado “Circuito Junino” (que ninguém sabe e ninguém viu) de Porto Velho não deixa dúvidas: o grande objetivo foi a autopromoção do prefeito Mauro Nazif, que insiste em aprofundar um novo marketing para ver se escapa dos baixíssimos índices de aprovação junto aos moradores da capital rondoniense.

O vídeo é uma prova incontestável de uma infração (ou crime?) à (entre outras coisas) Lei de Responsabilidade praticada pelo gestor (??) portovelhense, conforme opinião de alguns advogados, enquanto outros garantem que o prefeito também feriu a legislação eleitoral.

 CONSEQUÊNCIAS

prefeito-Mauro-NazifEspecialistas em direito, ouvidos pela coluna, consideram que esse “deslize” do (vá lá) gestor pode até mesmo dar origem a um processo de impeachment. Bom, certamente se depender dos vereadores Mauro Nazif não vai perder nem um pouco do sono.

Ele age com o convencimento de que falta na Câmara Municipal sustentação política para qualquer ato dessa natureza, ou mesmo um menos traumático que cause alguma contrariedade ao alcaide.

 DEBOCHE

Em seu gabinete, disseram áulicos, a ideia de uma CPI para investigar as (vamos chamar assim) pedaladas de Nazif é motivo de deboche. Graças à submissão dos vereadores, uma punição política ao prefeito não tem a menor possibilidade de prosperar.

 HUMILHAÇÃO

Governador - CarnavalO projeto do governo Confúcio, enviado a Assembleia, propondo uma “reestruturação” de órgãos do Executivo que permite a criação de quase 150 novos cargos de livre provimento (sem a necessidade de concurso público) é extremamente cínico com uma finalidade – ao que parece – de humilhar o cidadão comum honesto, que paga com seus impostos as despesas do governo. Como os deputados na maioria das vezes atende a tudo o que o governo pede, certamente quem será mais afrontado por esse ato governamental será nossa juventude que rala para conseguir uma formação numa de nossas faculdades e que, claro, não terá a menor chance de disputar um desses novos cargos, reservados a apaniguados do próprio governo ou de quem tem pistolão importante.

 CONTROLE? COMO?

receita federalPara realizar a fiscalização e o controle aduaneiro a Receita Federal do Brasil (RFB) conta com apenas 2.924 servidores, ou seja, apenas 15,6% da força de trabalho do órgão. São somente 1.098 analistas tributários e 1.826 auditores fiscais trabalhando no controle de entrada e saída de pessoas, veículos e mercadorias no país. Ao todo a Receita Federal tem hoje 18.693 servidores da carreira de auditoria, 7.924 analistas tributários e 10.769 auditores fiscais. O controle nas fronteiras é realizado  por apenas 2.924 servidores. Assim, tá explicada a alarmante facilidade com que armas, munições e drogas chegam às cidades e abastecem o crime organizado, contribuindo diretamente para a onda de violência que atinge a sociedade.

 SONEGADORES

herminioAinda não há data marcada para o funcionamento da mais nova Comissão Parlamentar de Inquérito protocolado pelos deputados estaduais nesta semana. A CPI se propõe a investigar a sonegação fiscal no estado. O requerimento que pede a criação da CPI é de autoria coletiva. Por enquanto não se sabe com que ficará a presidência e a relatoria da CPI da Sonegação. Sobre os objetivos dessa nova CPI, o deputado José Hermínio acrescentou que também deve entrar na mira das investigações as renúncias fiscais concedidas pelo governo.

 EYMAEL

EDGAR-DO-BOI-CAPAPorto Velho recebe hoje, para abrir evento do PSDC, o “eterno” candidato a presidência da República, José Maria Eymael, presidente do diretório nacional da sigla. Ele será recebido pelo presidente do PSDC rondoniense, Edgar do Boi, que também anfitrionará os presidentes das regionais do partido no norte Brasileiro. O evento terá início às 9 horas deste sábado no Ecos Hotel.

Eymael foi agraciado esta semana com a Medalha do Mérito Legislativo, com a aprovação do projeto de decreto legislativo apresentado pelos deputados Ezequiel Júnior e Glaucione Rodrigues. A láurea ainda não tem data para ser entregue ao dirigente maior do partido dos dois deputados proponentes.

 DUAS EMPRESAS

Prefeitura2.23jpgEm plena sexta feira de ponto facultativo a Comissão de Licitação da prefeitura da capital realizou assembleia para o recebimento de propostas de empresas interessadas em participar da prestação de serviço de transporte coletivo em regime precário e por tempo determinado. Duas empresas habilitaram-se. Nenhuma delas e reconhecida como expertise no setor do transporte coletivo de passageiros

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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