Em Linhas Gerais

Por que Jair Bolsonaro está na 2º turno?

FILOSOFANDO

“Existe um momento em que o povo cansa-se da frustração. Quando o amor pelo fracasso o cansaço pela decadência chega a um nível insuportável é possível imaginar saindo das urnas nomes completamente inesperados.” GESSI TABORDA (1951), jornalista com passagem por grandes redações e criador da Em Linhas Gerais.

EMBATUCADOS

A publicação do resultado de mais uma pesquisa do Ibope pelo jornal O GLOBO prevendo que na disputa presidencial do próximo ano um segundo turno até recentemente tido como impossível, com Lula tendo de enfrentar Jair Bolsonaro, certamente será um dos grandes assuntos políticos da semana em todo o Brasil, até mesmo em Rondônia onde ontem alguns eleitores queriam uma opinião minha sobre os motivos do rápido crescimento do deputado Bolsonaro no cenário da disputa programada para 2018. Boa parte do eleitorado está embatucada diante dessa previsão de “samba do crioulo doido” apontada por essa pesquisa para o distante desfecho eleitoral.

DESCONCERTANTES

Esse balizamento do Ibope desconcertou especialmente os jornalistas (??) e analistas que por esse Brasil afora vivem a manipular a mídia por má fé, ideologia ou simplesmente por interesses pessoais (o vil metal no bolso) pelos quais justificam sua parcialidade. São esses “comunicadores” que sempre tratam Bolsonaro sem isenção e imparcialidade. São certamente incapazes de mostrar o deputado Jair Bolsonaro que pode ser tudo, mas não é corrupto, não renega princípios conservadores e mantém sua integridade.

PERDA DE DOMÍNIO

Certamente o maior peso eleitoral adquirido por Bolsonaro está diretamente ligado à perda de domínio da manipulação da “esquerda” infiltrada em grande parte das mídias tradicionais.

Cada vez mais destroçados pela crescente importância das redes sociais, das plataformas de interação existentes na Internet, esses “formadores de opinião” deixam de obter resultados efetivos para as “raposas” políticas de suas preferências. Por tudo isso é possível compreender o crescimento popular do deputado carioca detectado pela pesquisa divulgada no globo.

MENTIRAS

É cada vez maior o número de pessoas que deixam de acreditar nas baboseiras dos arautos do establishment e da esquerda ultrapassada, com sua insistência em mostrar um Bolsonaro nazista, homofóbico, racista. O povo cada vez mais acredita que tudo isso só tem mesmo o objetivo de manter o malabarismo criado pela esquerda, batizado de “politicamente correto” para negar o óbvio.

PENSAMENTO

Bolsonaro – como possível candidato em 2018 – ainda carece de um pensamento mais organizado voltado à estratégia política. Isso será fundamental para desvencilhar das arapucas que serão montadas contra ele. Se o deputado carioca oriundo do Exército conseguir aprender essas táticas (afinal, eleição não se vence só que integridade) certamente ficará ainda mais forte na disputa, mesmo contra o Lula.

GOSTO DO POVO

Por enquanto as verdadeiras filigranas tecidas pelos “raposões” da política ainda não estão formatadas completamente. Bolsonaro está colhendo os frutos de ser o tipo que agrada o povão, cansado de políticos sempre dispostos a ferrá-lo através da corrupção desenfreada como acontece agora. O povo gosta de um cara que fala grosso, que odeia bandido, que não cai nessa onda de que a verdade está com as minorias, de um político que não pode ser acusado de ter abandonado os legítimos princípios éticos das famílias.

SEM COMPARAÇÃO

Pela maneira com que se comporta no mundo político (após longos anos como parlamentar) dá para se afirmar que entre Bolsonaro e Lula há enorme abismo. A mesma diferença entre água e óleo. Não será com afirmações como a de que Bolsonaro não terá qualquer condição de ser um bom presidente que irão afastar definitivamente a capacidade de confronto do candidato conservador com o Lula. Podem falar “um monte” sobre o Bolsonaro mas não podem chama-lo de corrupto.

CONSERVADORES

Ainda acho muito difícil acreditar numa vitória de Bolsonaro. Ele me parece não ter ainda uma assessoria de qualidade para cuidar de seu marketing eleitoral. Mas dizer que sua vitória numa disputa, especialmente com Lula, é impossível é apenas uma falácia. É desconhecer que a sociedade brasileira continua sendo conservadora.

O povo brasileiro terá motivações de ordem moral para escolher um candidato que seja Cristão, que fale a verdade doa a quem doer e que defenda os bons costumes.

VOZ ESTRIDENTE

Parece lógico ver Jair Bolsonaro na segunda posição do Ibope nesse momento. Afinal ele é um dos poucos políticos que defende claramente menos interferência do estado na vida das famílias tradicionais, e políticas que a favoreçam e não dificultem seu desenvolvimento como “célula matriz” de toda sociedade.

Entre os vários deputados na Câmara a voz mais estridente que se ouviu contra a ideologia de género e kit gay nas escolas para nossas crianças, foi a de Jair Bolsonaro.

E na ordem econômica esse deputado do livre mercado deplorando as ideias dos “comunas” em favor do estado paquidérmico e pesado, sustentado pelos contribuintes.

CONTRASTE

A liderança de Lula na pesquisa divulgado pelo jornal O Globo não foi inusitada. O principal nome do PT nunca deixou de fazer campanha para voltar à presidência da República. Todavia essa liderança do petista não deixa de ser um fato deprimente para quem torce por mudanças concretas na política brasileira.

Ora, enquanto Lula já está condenado à prisão pelo Juiz Sérgio Moro e, de acordo com as investigações da Polícia Federal, está envolvido até o talo em corrupção ativa e passiva, Bolsonaro continua ficha limpíssima. Que pena que a pesquisa coloca Lula tão acima do segundo colocado!

ABORTO

Lula como se sabe é a favor do aborto, do casamento homoafetivo, do financiamento com dinheiro público das carreatas de orgulho gay, do ensino ideológico nas escolas. Bolsonaro é o oposto: Defesa dos princípios cristãos, das depravações da sociedade, da família tradicional, de escolas sem ideologia. Pode-se não gostar de jeito nenhum de Bolsonaro mas entre ele e o candidato do PT não há dúvidas: ele é o único com clara convergência com os princípios ainda muito caros à família brasileira.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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