Em Linhas Gerais

Simples assim: Expedito pode ganhar no primeiro turno – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Não me entenda. Eu não sou como um mundo comum. Eu tenho a minha loucura, eu vivo em outra dimensão e não tenho tempo para as coisas que não têm alma.” CHARLES BUKOWSKI (1920/1994), escritor, poeta, romancista, colunista e carteiro teuto-estadunidense. Na juventude teve sérios problemas com o alcoolismo.

PALESTRAS

Finalmente aposentado e longe de redações de jornais impressos, o colunista está pronto a aceitar convites para palestras e consultorias a políticos em qualquer lugar da região. Informações sobre cachê e outros detalhes pelo e-mail acima ou pelo cel. (69) 999812846.

DE MANAUS

A região poderá ter um nome na relação dos presidenciáveis para o próximo ano. A notícia vem de Manaus (AM), através do prefeito Arthur Virgílio, do PSDB. Ele deixou claro seu desejo de disputar a indicação de seu partido. Suas chances são mínimas dentro de cenário onde despontam nomes com a expressão de Geraldo Alckmin e João Dória.

NEGOCIAÇÃO

O assunto ainda não ganhou destaque (e talvez nem ganhe) na mídia mais importante de Rondônia, mas é frequente nos bastidores, especialmente do legislativo. E segundo esse tititi a presidência da Assembleia rondoniense pretende substituir o Banco do Brasil por uma cooperativa de crédito no serviço de pagamento da folha daquele poder.

Há muito nhem-nhem-nhem sobre valores miliardários em torno da negociação. Isso parece eco dos interesses mais prementes em melhorar caixa de campanha para a disputa de 2018. Ninguém sabe se órgãos do controle externo estão de olho nesse arranjo que, até onde se sabe, poderá ser feito sem se ouvir a ideia dos principais interessados: os milhares de servidores que estão na folha de pagamentos.

POSITIVA

Nesse país de tantas maracutaias e de enorme cipoal burocrático, pelo menos uma notícia positiva: A partir de agora multas de trânsito e demais débitos relativos ao veículo poderão ter pagamento por meio de cartões de débito ou crédito, à vista ou parcelas mensais. A decisão vale para todo o Sistema Nacional de Trânsito.

BANCADA

Pois é, como se previa, dois senadores rondonienses votaram pela permanência de Aécio Neves no Senado. Os dois são personagens encalacrados nas investigações do STF (Raupp é investigado por suposto recebimento de propina). Pelo menos um (Ivo Cassol) é até condenado à prisão e, mesmo assim, parece distante da cadeia, a ponta de ser considerado como provável candidato ao governo. Só o pedetista Acir Gurgacz votou a favor da decisão da Primeira Turma do STF, que afastou o tucano Aécio.

VAGAS NO IPERON

Durante esta semana, pelo menos 130 concursos públicos vão estar com inscrições abertas em todo o país. Em nível nacional, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos abriu certame que oferece 88 oportunidades de trabalho. A remuneração chega a R$ 4.903. As vagas são para nível médio e superior e as inscrições vão até o dia 15 de novembro deste ano. E na região Norte, o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia – IPERON está com inscrições abertas até o dia 5 de novembro para 19 vagas de níveis técnico e superior. Os salários podem chegar a R$ 4.475.

BOLSONARO

Quase dá para garantir que o deputado Jair Bolsonaro tem vaga garantida no segundo turno na disputa pela presidência em 2018. É fácil chegar a essa constatação: A criminalização da política em função dos escândalos reforça essa tendência. Não é atoa que Jair Bolsonaro está sempre (na atualidade) em segundo lugar nas pesquisas pré-eleitorais realizadas por todos os institutos de pesquisa. Todavia ainda há muita água a passar nesse rio da opinião pública política.

DUAS DÉCADAS

Tem gente comemorando a finalização das obras de um dos elevados do complexo rodoviário do Trevo do Roque, na cidade de Porto Velho. São aqueles que devem ter relevado que a tal obra está sendo finalizada após praticamente duas décadas. E como tantas vezes a coluna registrou, não passa de elevado, ou seja, nada a ver com viadutos.

CUSTO FINAL

Além da extraordinária demora ninguém verdadeiramente sabe seu custo final e nem sabe se há disposição em investigar que promoveu as costumeiras maracutaias e quem lucrou com isso… A obra dos viadutos (quáquáquáquá) serviu para reforçar o cardápio de muitos políticos que disputaram as ultimas campanhas nessa desamada cidade de Porto Velho.

SIMPLES ASSIM

No cenário de hoje e com esses concorrentes, se Expedito Júnior decidir logo a disputar o governo estaria com ampla chance de obter a vitória no primeiro turno. Essa situação pode mudar se persistir por mais tempo a indecisão.

COMO SABER

Vivemos num país onde sempre foi muito fácil maquiar um balanço. Ontem uma fonte abalizada no mundo da economia deixou escapar que o governo rondoniense está aprofundando ao máximo o rombo no orçamento de 2018, enquanto acelera a liberação de pequenas verbas ou a entrega “obrinhas” no interior. O negócio é pulverizar “a entrega” ao máximo como estratégia eleitoral já que o governo não optou em nenhum momento pelo ajuste fiscal. Como tudo se fecha em copas, é difícil saber o tamanho do estrago.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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