Em Linhas Gerais

A melhor hora para milionários entrar na política com chances de vencer – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.” ARISTÓTELES (384 a.C/ 322 a.C), foi um filósofo grego, discípulo de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Escreveu sobre física, metafísica, música, retórica, zoologia, biologia, ética, governo e influenciou toda a filosofia ocidental, islâmica e judaica.

PALESTRAS

Agora, devidamente aposentado, o colunista tem todo o tempo necessário para dar palestras. Se você tem interesse em ouvir o pensamento, a orientação e a transmissão dos conhecimentos adquiridos ao longo de mais de 40 no exercício do jornalismo (com destaque para a cobertura e análise política) dessa escriba pode me contratar para o seu evento. Vou cobrar cachê infinitamente menor do que o do Lula. Interessados ligar para o celular (69) 99981-2846 ou contatar pelo e-mail epigrafado acima.

LACÔNICA

A coluna está sendo fechada antes da decisão do Senado sobre o afastamento de Aécio Neves. E é quase certo que ele volta. Contudo, mesmo voltando, o futuro de Aécio como político acabou. E de forma lacônica para quem é da mesma família de Tancredo Neves. O caso de Aécio tem votação marcada para amanhã, terça feira dia 17.

DISSERAM-ME

Que o PTC (??) terá candidato a governador rondoniense em 2018. Vão apostar num nome novo que está mantido em sigilo. Essa é também, como disse recentemente uma fonte, a vontade do DEM rondoniense. Se for real, está completamente fora de questão a suposta candidatura de Marcos Rogério, que se contentará em renovar o mandato federal ou entrar na disputa pelo senado onde a disputa será por duas cadeiras.

CRISE FORTE

Pelo menos em Porto Velho o Dia das Crianças não foi nada surpreendente em matéria de vendas no comércio. O pouco impacto admitido por fonte do setor é uma clara demonstração de que a crise não está para brincadeira, ainda.

TRAGÉDIA

Dos 750.000 km2 que já foram destruídos na floresta amazônica, 60% são ocupados por pastos. Isso equivale ao território da Espanha.

MACABRA

É uma previsão aterrorizante. No Brasil, a cada mil adolescentes de 12 anos, 3,65 serão assassinados antes mesmo de completarem os 19 anos. Se o país não mudar para melhor nem para pior, 43 mil adolescentes serão mortos entre 2015 e 2021. É o maior IHA (Índice de Homicídios na Adolescência) desde o início da série histórica.

QUE PENA

… que esse lamentável PMDB que está ai com caciques encalacrados nas denúncias de práticas nefandas de corrupção, a partir das investigações da Lava Jato e que aceitou nas suas fileiras gente oriunda do segmento mais atrasado da política rondoniense não tem nada a ver com o MDB do tempos áureos de Jerônimo Santana e, isso mesmo, Ulysses Guimarães.

EPIDEMIA

A perigosa situação é admitida pela própria prefeitura de Porto Velho ao anunciar a participação da Secretaria Municipal de Saúde, no dia 21, das atividades doDia Nacional de Combate à Sífilis. De acordo como informe da prefeitura da capital rondoniense, a sífilis tornou-se caso de saúde pública e em epidemia com os casos passando de 69 gestantes e 39 congênitos, em 2012, para 187 e 118, respectivamente, até 2016, em Porto Velho.

MAIS UMA

Sem a existência de um freio para  conter gastos desnecessários de dinheiro público pela Assembleia Legislativa rondoniense vai acontecer nos próximos dias outra “Sessão Itinerante”. É quanto parlamentares procuram fazer uma campanha mais efetiva em busca de votos devidamente maquiada com a ideia de que efetivamente estão trabalhando. Nada do que farão nessa nova “Itinerante” (ideia surgida no malufismo paulista) poderia deixar de ser feito nas sessões ordinárias na sede o parlamento em Porto Velho. Alguém do controle externo bem que poderia fazer uma auditagem dos custos dessa sinecura.

MILIONÁRIOS

Já é uma tradição rondoniense deixar para os últimos momentos a definição de quem entra, de verdade, na disputa eleitoral. Então tudo ainda pode acontecer. A eleição de 2018 é apontada como ideal para a entrada de milionários no jogo, com chances reais de vitória. E ontem um importante empresário do setor automobilístico contava para a coluna opinava sobre o surgimento de algum miliardário. O desgaste dos políticos profissionais (e tradicionais) abre caminho para gente de fora, principalmente diante da janela do autofinanciamento da campanha.

BOM NEGÓCIO

Criminalistas preveem aumentar muito o faturamento de suas bancas de advocacia. A forte expansão dessa área do direito acontece também em Rondônia. Tudo em consequência do combate à corrupção e ao crime organizado que não para de agir. Há um empecilho nessa maré favorável para os advogados: não é muito fácil receber os honorários quando o Judiciário decide pela apreensão do dinheiro dos clientes.

DICA

A feitiçaria de inflar expectativas para beneficiar candidaturas de A ou B, é uma artimanha muito perigosa. O problema é que os cenários podem desmoronar; assim como o pretenso candidato pode não emplacar. Aí, quem comprou ilusões sentará no meio fio da Rua da Amargura, para chorar as pitangas perdidas. Quem se julga o mago nos limites do legislativo é melhor se cuidar. Um passarinho andou contando no final de semana que uma nova “operação está sendo preparada” e vai dar o que falar.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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