Em Linhas Gerais

É incompetência da Semtran ou falta de tinta para as lombadas? – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“O sábio pode mudar de opinião. O ignorante, nunca.” IMMANUEL KANT (1724/1804). Considerado o principal filósofo da era moderna. Também realizou numerosos trabalhos sobre ciências naturais e exatas.

ISSO É PORCARIA

Amanheci nesse 13 de outubro com um dilema: parar de uma vez com a atividade de jornalista e até parar de escrever. Ainda não sei o que vou fazer. Estou desestimulado e decepcionado com a decadência do jornalismo de hoje, em todos os veículos e plataformas.

JORNAL DE JOSTA

Como alguém pode chamar de jornalismo aquilo que vi ontem numa das mais importantes redes de TV do país e num de seus principais jornais? Então o cachorro de rua, na cidade de Laranjal Paulista, entrou na igreja durante a cerimônia do casamento e decidiu deitar no véu de uma noiva e, por isso, acabou sendo adotado pelos nubentes… Meu Deus! Quanta mediocridade… É: o jornalismo está enterrado de verdade. A situação ficou tão vexatória para o jornalismo de qualidade, comprometido com a formação de opinião, com a obrigação de tratar de assuntos relevantes que dá vontade de parar de vez para não ser vítima dessa mídia ridícula.

DIFÍCIL

Sinto cada vez mais dificuldade para aceitar essa realidade do jornalismo atual. Deveria me adaptar, mas com tanta falta de profissionalismo dos jornalistas de hoje a ponto de achar coisa natural as constantes agressões ao vernáculo, isso é praticamente impossível. Assistir a telejornais e ler os exemplares da mídia impressa, tudo isso funciona como uma tortura.

TRAGÉDIA

Em Rondônia tivemos o fechamento do jornal Alto Madeira, logo após completar seu 1º Centenário. Vivemos uma tragédia cultural. Pouquíssimas coisas se salva do besteirol, principalmente na televisão.

Pode existir alguma coisa mais panaca do que o anúncio do “Estúdio I” na Globonews, onde Maria, a matrona que ancora o programa quase tem um orgasmo com o gritinho histérico da Janice? É um “m*”, um autêntico jornalismo caricato.

PARA EMBURRECER

Desde a minha adolescência já se sabia que TV no Brasil serve apenas para deseducar, para emburrecer a massa. É esse o papel da televisão, impedir as pessoas de pensar e fortalecer o seu lado consumista. E ela se sai muito bem nisso, especialmente com essa “josta” chamada novela.

PARCIALIDADE

Nos primórdios aprendi que repórter não opina, apenas pergunta e descreve. Mas na mídia parcial de hoje isso não vale mais. Jornalista hoje (principalmente na TV) até na reportagem tem que demonstrar esperança, tem de fazer todas as manobras e manipulações de fatos e boatos para fazer a audiência crer. Há uma clara parcialidade na simples difusão dos fatos pontuais.

SEM CONTROVÉRSIAS

Jornalistas de hoje detestam a controvérsia. Preferem esse jornalismo instantâneo, bem diferente dos jornalistas de verdade do meu tempo.

O pior de tudo é que eles conseguem enganar por um tempo e vão se apresentando como arautos da informação. São apegados às suas próprias verdades, principalmente porque elas servem para consolidar seus empregos e garantir um quinhão maior das benesses que chefes de poderes. Lamentável.

SÓ DESINFORMA

Agora que estou aposentado não sei se terei estímulos para continuar na lida dessa profissão que abracei a mais 40 anos. Nesse momento em que até “editores” preferem seguir a atual leva de profissionais que acreditam na ideia de que no jornalismo se faz pensar, é uma porcaria; é penoso continuar. Seja no rádio, na televisão ou em qualquer outra mídia, o jornalismo emburreceu e se vulgarizou. Esse não o jornalismo ao qual me dediquei por quase toda a vida. Ele não é eficiente para manter as pessoas informadas sobre o que é verdadeiramente importante.

DESAFIO

O prefeito Hildon Chaves, de Porto Velho, capital de Rondônia, ainda não conseguiu vencer o desafio do trânsito dessa cidade, nem no aspecto da sinalização. E esse foi um dos compromissos assumidos na campanha que disputou.

O excesso de sinais semafóricos é fácil de ser verificado. Mostra falta de justificativas em projetos de engenharia de para a manutenção desse excesso, que começou ainda na malfada gestão do PT e avançou pelo período de Nazif, um personagem que nunca deveria ter chegado à prefeitura.

DESCONFIANÇA

Agora até na Vieira Cahula (importante via de ligação de bairros ao centro) há novos semáforos, colocados aleatoriamente em locais que sequer são cruzamento de vias e contam com pelo menos 3 faixas de travessia de pedestres e redutor do tipo lombada.

Como o novo prefeito é tido como homem probo (egresso do Ministério Publico) não há motivo para se desconfiar de que a proliferação indiscriminada de semáforos atende apenas aos interesses de fornecedores e de empresa responsável pela manutenção.

INCOMPETÊNCIA

De uma coisa há praticamente certeza: a Semtran portovelhense continua sendo “administrada” por medíocres e incompetentes. Se assim não fosse, certamente as lombadas – também existentes em excesso e colocadas sem aleatoriamente, sem qualquer projeto, seria pintadas com tinta reflexiva e muito bem sinalizadas, como exige a legislação pertinente. A não ser que a situação esteja tão ruça (apesar da enorme arrecadação com multas) que não exista dinheiro para comprar a tinta e os outros apetrechos necessários. E bate o bumbo…

NO ESCURO

Político faz tudo para salvar colegas, especialmente se não tiver que se mostrar a cara para o grande público. Com medo que o voto aberto deixe mal com a opinião pública os senadores que protegerem Aécio Neves, está sendo articulado que a votação seja secreta. Dessa forma ninguém saberia quem votou para salvar Aécio. Será mais uma vergonha, mas certamente o eleitorado dos senadores locais comprometidos com a proteção do colega mineiro não irá debandar em 2018.

NÃO IMAGINEI

Jamais imaginei que Carmen Lucia, uma esperança mais do que visível e constatada, fosse votar contra o Supremo, contra a credibilidade, contra a opinião pública, e consumando tudo isso, contra ela mesma. Agora nem o Chapolin Colorado poderá nos salvar. O Brasil se consolida como a terra da impunidade. Os políticos estão rindo à bandeiras despregadas.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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