Em Linhas Gerais

“Um segmento sob criteriosa avaliação é o gasto com publicidade dispensável, a um custo superdimensionado”- por Gessi Taborda

 SÓ PARA PAGAR TRIBUTOS

Em 2015, os brasileiros trabalharão 151 dias apenas para pagar tributos federais, estaduais e municipais. Isso significa que os valores recebidos pelos contribuintes até 31 de maio serão destinados a impostos, taxas e contribuições. Há 20 anos, esse número correspondia a 106 dias, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

 É UM ENTRAVE

Até o dia 13 de maio, o Brasil arrecadou 691 bilhões em tributos, de acordo com a ferramenta online Impostômetro. Na avaliação da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), a carga tributária representa um entrave para o desenvolvimento das empresas, principalmente as micros e pequenas.

 VERGONHA

Esse é um motivo de vergonha para todos os brasileiros. O Brasil ficou na 60.ª posição no ranking mundial de educação, divulgado nesta quarta-feira, 13, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Foram avaliados 76 países – um terço das nações do mundo – por meio do desempenho de alunos de 15 anos em testes de Ciências e Matemática.

 ESTÁGIO

Encerram-se hoje as inscrições para estágio em Direito na unidade do Ministério Público Federal (MPF) em Ji-Paraná (RO). O estágio é de 20 horas semanais, com bolsa de 800 reais e auxílio-transporte no valor de R$ 7,00 por dia estagiado. Para se inscrever, os candidatos devem acessar o site www.prro.mpf.mp.br.

 DENGUE

Ao anunciar que nos primeiros quatro meses desse ano foram confirmados “apenas” 86 casos de dengue na capital, os responsáveis pela Saúde no município consideraram estável a situação da dengue que, segundo a mesma fonte, apresenta um quadro de contaminação em queda desde 2013.

 ENXUGANDO GELO

Como se fosse uma grande ação de governo, a prefeitura anuncia que a inócua Operação Tapa-Buracos finalmente vai chegar aos Bairros Flodoaldo Pontes Pinto e Quatro de Janeiro. O anúncio não significa muita coisa. Afinal, o sistema funciona mais ou menos como o método de enxugar gelo. A prefeitura tapa alguns buracos e – como acontecem normalmente nessa capital – após uma chuvinha qualquer os buracos ressurgem em grande velocidade. É um serviço paliativo que só serve para torrar dinheiro público.

 PREFEITOS

Prefeitos de todo o Brasil estão articulando um ato em todo o país contra a intenção da Câmara dos Deputados de colocar no texto da reforma política, a pretexto de coincidir mandatos em todos os níveis, mandatos de dois anos para prefeitos e vereadores que serão eleitos em 2016. Eles querem a coincidência, mas com a prorrogação dos atuais mandatos, ideia já descartada pelo presidente do TSE, Dias Toffoli.

 UM DESASTRE

Essa ideia, se passar, será um desastre para o pleito de 2016. A disputa nos municípios é pesada e cara. Com mandato de dois anos, prefeitos não querem disputar a reeleição e os opositores estão pensando duas vezes.

 MUITA CASCATA

É difícil saber qual a motivação que leva um político como o senador Valdir Raupp a costumeiramente fazer anúncios mirabolantes, como se fosse incapaz de aceitar a triste realidade de que de que Rondônia está, lamentavelmente, mergulhada numa crise.

Agora o barbudo senador de Rolim de Moura anuncia como favas contadas a Ferrovia Transoceânica, que passando por Rondônia chegaria ao oceano Pacífico, no Peru. Antes o senador contentava-se com a mirífica Ferronorte que chegaria pelo menos a Vilhena.

 GOVERNO PATO MANCO

Se o senador acostumado aos grandes anúncios de conquistas de sonhos megalomaníacos observasse bem a realidade rondoniense, veria que o Executivo, no Brasil está de ponta-cabeça, com uma presidente reclusa que nada mais conseguirá fazer em termos de investimentos, enquanto no estado, há um governo do PMDB no mais perfeito estilo zumbi (fruto da cassação de seu mandato), verdadeiro pato manco sem a menor condição de atrair investimentos de grande monta para Rondônia.

 PÂNICO JUSTIFICADO

A clara disposição do Ministério Público rondoniense – em conjunto com a polícia judiciária ligada ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – de ampliar as ações no seio do governo estadual e, também, em outros níveis da administração pública (como ocorreu em Cacoal) onde há evidentes indícios de roubalheira, justifica o pânico total de servidores bem postados no andar de cima da gestão.

Essa “Operação Mamon”, segundo a coluna ouviu de fontes bem informadas, é o grande indício de que o pau vai quebrar nessa imensa casa da mãe Joana em que se transformou a governança rondoniense.

 PUBLICIDADE MENTIROSA

Um segmento sob criteriosa avaliação é o gasto com publicidade dispensável, a um custo superdimensionado que, claro, está sendo pago pelo cidadão-contribuinte-eleitor. Nem o melhor marqueteiro alimentado com as polpudas verbas públicas pode imaginar o que virá por ai. Em nível da cidade banhada pelo Madeira teremos uma situação impensada no princípio desse ano. E tudo aquilo que eles pensam que está debaixo do pano levará muita gente a desabar mais adiante. Quem se acostumou a engabelar os portovelhenses, mentindo descaradamente pode começar a tremer. Não ficará pedra sobre pedra.

 ALÍVIO

Os governos vislumbram a expectativa de uma boa dose de alívio em 2016. No bojo da regulamentação da lei que altera as dívidas de estados e municípios com a União, uma emenda do senador paulista José Serra (PSDB), já aprovada, permite o uso de até 70% de depósitos judiciais. O montante, estimado em R$ 21,1 bilhões, estão hoje em mãos da Caixa e do Banco do Brasil, daí a resistência do ministro Joaquim Levy (Fazenda).

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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