Em Linhas Gerais

Secretário de finanças falou que o Caso do Auditor da Mamon, é um caso isolado, MP não acha- por Gessi Taborda

OPOSIÇÃO

“Não há dúvida: o PSDB é a melhor oposição que o PT jamais poderia conseguir”. Observação é de um jornalista, após ficar claro que parte do PSDB apoia Fachin para ministro do STF.

 DESABAFO

Taborda1112Do leitor Artur Gouveia recebi este desabafo: “Neste novo milênio de tantas tecnologias inovadoras, a única que não evoluiu foi a classe política. Evoluiu negativamente, só sabe roubar. Francamente só temos elegido políticos de quinta categoria. E os nossos deputados federais, nem se fala. Nada fazem, mas gostam de uma demagogia danada e tem gente do povo que acredita nesses incompetentes. Já não se elegem mais políticos como antigamente”.

 CASA DE FERREIRO

RAUPP PET2É alguma coisa meu surreal, naquela linha do ditado popular que em “casa de ferreiro, espeto de pau”. O senhor Valdir Raupp, o barbudo mais importante de Rolim de Moura, andou ocupando espaço na mídia para trombetear uma nova visão: uma estrada de ferro ligando o sul-maravilha e produtor ao Peru, passando por Rondônia. E o barbudo senador conta essa conversa como algo que está para acontecer…

Enquanto isso, na semana que vem vamos saber os cortes que o governo vai fazer. Fala-se em contingenciamento de R$ 80 bilhões. A questão é saber onde Dilma vai meter a tesoura. Com crise econômica e política ao mesmo tempo, uma crise alimentando a outra, e ambas se agravando, como acreditar no prognóstico do senador e cacique do PMDB rondoniense? Para o colunista tudo não passa de mais uma conversa bovina…

 TERRA DOS ESPERTOS

Taborda2Nessa semana que termina hoje certamente as pessoas que vivem honestamente sentiram um grande alívio com as ações das autoridades do MP e da Polícia Civil, no combate à corrupção e ao crime organizado, tanto na capital como no interior, desmascarando um padre prefeito e prendendo aqui em Porto Velho pelo menos um auditor fiscal que cobrava propina e participava de outras negociatas na Secretaria de Finanças do estado, com o objetivo do enriquecimento ilícito.

Se o rigor das investigações do Ministério Público e dos demais órgãos de controle externo das atividades do governo continuar nesse diapasão, já dá para acreditar que Rondônia caminha para perder o título nada honroso de “Terra dos Espertos”.

 AFOITOS

marioDiz o ditado popular que quando a esperteza é demais, ela cresce e engole o esperto. E isso está acontecendo, como exemplifica o desfecho de mais uma ação de combate à corrupção nos arraiais da família do foragido Mário Calixto, esperto dono do Estadão do Norte que agora vê o império construído com golpes diversos indo para o beleléu.

O grande erro dos aproveitadores das ligações antirepublicanas com o poder está em rejeitar os preceitos de vida moderada. Eles sempre querem mais, não respeitam os direitos dos outros e não agem de boa fé.

E exatamente por isso ai está o balanço dos últimos dias, com condenações e investigações sobre algumas espécies do mundo político.

O desfile não começou com o clã do Mário Calixto dançando mais uma vez na crônica policial. Entre os que resistiram a viver uma vida honesta, sem causar prejuízo à sociedade, atribuindo a cada um o que lhe pertence, caminharam pela passarela do opróbrio nesses dias Zequinha Araujo, Ana da Oito, Edson Silveira e Epifânia Barbosa.

 MAIS LONGE

Taborda2O Ministério Público estadual vai mudar de comando nos próximos dias. Mas a coisa do combate ao crime organizado e das práticas de corrupção nos diversos níveis da administração público não irão parar. As ações irão bem mais longe, me diz uma fonte.

As investigações não vão parar por que o titular da Sefin foi a público dizer que a descoberta da mutreta que determinou a prisão de um auditor fiscal é um “caso isolado”. Ora, com base em que o senhor Wagner Garcia pode afirmar que a prisão de Anivaldo de Deus Pinto é um “caso isolado” descoberto na “Operação Mamon”? Certamente o Ministério Público deverá chegar a outros espertalhões que usam o cargo para roubar o dinheiro público.

 AUSÊNCIA NOTADA

herminioO deputado José Hermínio não foi relacionado entre as autoridades que recepcionaram Gilberto Kassab, Ministro das Cidades, em sua rápida visita a Rondônia. A ausência do único parlamentar rondoniense no partido do ex-prefeito de São Paulo deu margem a muitas especulações. Inclusive sobre uma possível mudança de sigla de Hermínio que, como se sabe, está acompanhando atentamente as fusões partidárias anunciadas.

 SUMIÇO DE MÁQUINAS

ezequielA coisa anda tão degringolada no governo rondoniense que até agora permanece um enorme mistério o sumiço de maquinas e equipamentos rodoviários do Departamento de Estradas de Rodagem, o DER.

E para que esse roubo bizarro não caia no esquecimento, o deputado Ezequiel Júnior, do PSDC, presidente da Comissão de Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa decidiu convocar o chefe da Residência do DER em Porto Velho, para contar toda essa história na comissão. O DER é dirigido (??) de acordo com a tendência militarista do governo. Ao contrário de ter em sua chefia alguém com formação em engenharia rodoviária, o órgão é comandado por um coronel. Como o caso do sumiço das máquinas ainda é misterioso, não se sabe se o roubo aconteceu antes ou depois da ordem unida dos servidores.

 DEMISSÕES

Joaquim-LevySem renda e sem vendas, as empresas veem-se obrigadas a demitir. O desemprego, que não preocupava a administração Dilma, já assume proporções assustadoras. É neste cenário catastrófico que o ministro Joaquim Levy tenta convencer investidores estrangeiros que a economia vai reagir já no próximo ano. Não está fácil para ninguém. Mas a crise será mais suportável se as lideranças políticas agirem com transparência e priorizarem gastos em serviços que não podem ser descontinuados, como saúde e segurança. Em Rondônia a situação já deveria preocupar as lideranças responsáveis do mundo político. Hospitais filantrópicos já estão diante da ameaça de fechar por falta de recebimento dos recursos de convênios com o governo.

 ADVOGADO DE PESO

O ex-secretário nacional da Justiça Romeu Tuma acaba de abrir em São Paulo seu escritório de advocacia: Romeu Tuma Sociedade de Advogados (www.rtuma.adv.br), especializado em Direito Criminal e Penal Empresarial. O colunista agradece o convite recebido.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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