Em Linhas Gerais

Tic Tac a vista: “possivelmente antes de terminar maio,os homens de preto vão agir” – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

De última fronteira do desenvolvimento no Brasil, temos agora em Rondônia uma população inteira surrupiada por uma turma de sem-vergonhas, transformando o estado num lamaçal de roubalheiras.

 EMERGÊNCIA???

prefeito-Mauro-NazifTudo indica que o prefeito Mauro Nazif não desiste de levar avante o plano de fechar um contrato emergencial no segmento do transporte coletivo de Porto Velho.

Nesse sentido tramita no Tribunal de Contas do Estado pedido de Nazif. Se conseguir dobrar o corpo técnico do TCE e a argúcia de seus conselheiros o prefeito pretende entregar por seis meses o serviço de transporte coletivo, prometendo pagar algo em torno de R$ 27 milhões a uma empresa que, segundo consta, passou a operar esse serviço transportando trabalhadores das obras do complexo hidrelétrico do Madeira.

Nas coxias do mundo político não se fala de outra coisa: uns comentam que a estratégia visa resgatar compromissos do financiamento da campanha passada, outros que o sortudo escolhido para levar esse prêmio estaria no campo do suposto laranjal do paço.

 MÁ NOTÍCIA

Federal22Para quem se imagina o rei da cocada preta na gestão pública pode ser difícil acreditar. Mas fontes da coluna sussurraram ontem que possivelmente antes de terminar maio uma grande operação dos homens de preto deve acontecer na capital. Muita gente tida como “acima de qualquer suspeita” vai cair. Nem com os fatos recentes na devassa de Cacoal o pessoal para de meter a mão na cumbuca. A ganância vai produzir outra derrubada de reputações na capital rondoniense.

 MAIS CARO

vergonhaA taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode chegar a quase o dobro do valor neste ano. A informação foi publicada nesta quarta-feira (13) pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’, que aponta o ajuste fiscal como um dos responsáveis por essa discussão. 35 reais é o valor cobrado para a realização do exame desde 2004, mas, se considerada a inflação oficial no período, ele poderia subir para cerca de R$ 62.

DESFAÇATEZ

Federal22Para quem sempre esperou ver Rondônia se transformar num estado paradigma da sonhada administração transparente e comprometida com os valores éticos, republicanos, é natural esse sentimento de frustração que estou sentindo agora, diante da marcha da insensatez que vai corroendo as administrações públicas municipais, até naqueles locais tidos como os mais bucólicos.

Com essa gente colocada nos cargos de mando, a nossa querida Rondônia vai se transformando inexoravelmente no reino da desfaçatez. Só mesmo uma ação ainda mais precisa e mais rígida de órgãos como o Ministério Público (estadual e federal) e os Tribunais de Contas (do estado e da união) poderá impedir que esses políticos sem pudor continuem emporcalhando ainda mais as administrações que deveriam trabalhar em favor dos interesses da coletividade.

 LADRÕES AUDACIOSOS

PadreNesta semana em que autoridades do MP do estado, com apoio da Polícia Civil, estouraram a quadrilha que vinha fazendo da prefeitura de Cacoal um antro de ladroagem, exemplos de corrupção são denunciados em outros municípios, diante da audácia de gestores públicos promovendo a prática do nepotismo, do direcionamento compras e de outros esquemas voltados para o enriquecimento ilícito ou caixa dois para campanhas eleitorais.

 CARA DE PAU

PadreComo são cínicos os dirigentes públicos (com as exceções de praxe) do estado de Rondônia. Não é só o padre que manda em Cacoal com sua desculpa esfarrapada que não sabia dos esquemas corruptos executados por sua ex-chefe de gabinete, agora presa.

Veja se no governo (que está cassado pela Justiça Eleitoral) do estado não vigora também uma cara de pau bem peculiar.

A reação desse governo à denúncia do deputado Laerte Gomes sobre a existência de uma “servidora fantasma”, regiamente paga com os impostos dos rondonienses, que mora na Bolívia, onde faz um curso de medicina; é a de que “nunca soube de nada”, nunca ouviu nada… O governo da desfaçatez continua agindo como se surdo fosse.

 FATO INTERESSANTE

confucioOutro deputado, Ezequiel Júnior (PSDC-Machadinho), fez uma denúncia de esbulho que teria ocorrido no DER. Pasmem: de lá sumiram equipamentos pesados (duas pás carregadeiras, segundo parlamentar) e, como é praxe, o governador Confúcio Moura se fechou em copas, a ponto de nem mesmo rechaçar seu envolvimento em mais esse escândalo.

 ACONTECIMENTOS GRAVES

marioA corrupção em Rondônia tem produzido vários acontecimentos extravagantes não só no município de Cacoal. Agora mesmo tivemos a cinematográfica Operação Ardina, com a polícia mais uma vez no “castelo da corrupção” onde atuava o famigerado Mario Calixto, então todo poderoso dono d’O Estadão do Norte, com busca, apreensões e prisões de membros da família mafiosa.

Até a “velinha de Taubaté” sempre soube que as arapucas montadas por Mário Calixto para carrear dinheiro dos cofres públicos rondonienses para aumentar sua fortuna, só deram certo porque contaram com o apoio de pessoal do andar de cima das gestões públicas rondonienses. Simples confirmação da máxima: quem se mistura com porcos, como farelo.

 CAUSA PRÓPRIA

RauppNa banca que sabatinou Luiz Fachin, indicado por Dilma para o STF, havia oito senadores investigados na Operação Lava Jato, incluindo-se entre eles o rondoniense Valdir Raupp. Eles não são suspeitos?

No Brasil, os “sob-suspeição” é que determinam se o juiz a julgá-los futuramente é “insuspeito”.

 URGÊNCIA

LúciaQue a insegurança no estado rondoniense é um fato inegável, todo mundo concorda. Afinal, as manchetes diárias retratando a violência mostra isso de forma clara. Por isso tem toda razão a deputada Lúcia Tereza (PP) ao declarar na tribuna da Assembleia que a contratação de policiais civis e militares em Rondônia “é assunto de urgência”.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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