Em Linhas Gerais

Safanagem: políticos se lixam para os milhões de desempregados – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Se entregarmos a administração do deserto do Saara para o Brasil, em menos de 4 anos vai faltar areia por lá.” ÉRICK ANDRADE, leitor da coluna na cidade de Campo Grande (MS).

CRISE

Já está valendo. A Polícia Federal parou de emitir passaporte, inclusive aqui em Rondônia. A corporação explicou que há insuficiência no orçamento destinado às atividades de controle migratório e emissão de documentos de viagem. O agendamento online do serviço e o atendimento nos postos da PF seguem normalmente, só que não há prazo para entrega do passaporte solicitado enquanto o governo federal não normalizar a situação orçamentária.

LEMBRETE

O prazo para os trabalhadores sacarem o PIS/Pasep termina amanhã. O valor do abono varia de R$ 78 a R$ 937, dependendo do tempo que a pessoa trabalhou. Têm direito ao benefício os trabalhadores inscritos no programa há pelo menos cinco anos e que tenham exercido atividade remunerada formalmente por pelo menos por 30 dias em 2015.

17ª BRIGADA

Uma ação meritória realizada pela 17ª Brigada do Exército tem contribuído para melhorar o grau de cidadania de estudantes da rede pública de Porto Velho. Na manhã de ontem os estudantes da Escola Eloisa Bentes, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto puderam tomar contato com a boa música executada pela Banda da 17ª Brigada, aprendendo como a música pode contribuir para tonar as pessoas mais conscientes. A apresentação da Banda durou cerca de duas horas.

CADA UMA

Chegamos ao ápice da insensatez política nesse sofrido Brasil. Nem sei o que pensar quando ouço os ministros desse governo (que já virou suco) afirmar coisas do tipo “Estamos em plena recuperação” ou então “superamos a recessão”, como insiste principalmente Henrique Meirelles. É como se não existisse o desespero dos mais de 14 milhões de desempregados. A situação é mais do que dramática.

EM PORTO VELHO

Aqui mesmo no Bairro Flodoaldo Pontes Pinto (o antigo Calama) repetiu-se outra vez o espetáculo da fila colossal de pessoas disputando pouquíssimas vagas para serviço braçal. E ainda tem político no cenário rondoniense afirmando que por aqui tudo vai bem, com desenvolvimento garantido. Arrumar emprego nos dias de hoje em Rondônia é como ganhar na loteria. Só os políticos arrogantes, insensíveis ao drama da população não enxergam a realidade.

FORÇANDO A BARRA

A propaganda do governo tentando forçar a barra para dizer que o estado está em pleno desenvolvimento é uma farsa, uma farsa paga com o suado dinheiro dos contribuintes. O cenário de empresas fechadas ou falindo, de desemprego cruel desmente sem esforço esse truque de madame.

ARDENDO

A confirmação das sentenças condenatórias de políticos e (como Carlão de Oliveira, ex-presidente da ALE) pessoas a eles ligadas, pegos na “Operação Dominó” pela 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia, serviu para eriçar os cabelos de outros políticos (até no exercício do mandato) mantidos numa espécie de sobrevida, diante da paralisação de processo nascido na operação “Dominó”. A chance de movimentação no processo que, segundo consta, dormitava é grande. E pode tornar crítica a situação de quem se imaginava o babalaô do pedaço, pronto para reivindicar uma pole-position na corrida programada para o próximo ano. Pura questão de tempo…

COGITADOS

O último empresário que participou – de forma surpreendente – da política local foi Mário Português, dono da Distribuidora Coimbra. Ele teve uma votação considerável e nem assim repetiu a experiência de disputar novamente. Agora, de acordo com fonte bem posicionada no setor econômico há pelo menos dois empresários cogitados para a disputa de 2018, para compor a chapa de governador de Rondônia e também e também de senador. Um desses empresários é empreendedor do ramo de drogarias e outro atua fortemente no setor de refrigerantes.

 DERRETENDO

Ontem já deu para perceber mudanças no pensamento empresarial de Rondônia. Agora, a julgar pelos comentários de representantes desse segmento, o pior dos mundos para os homens de negócios seria Temer permanecer no Planalto.  Nomes de peso no Estado, que antes queriam a permanência do presidente até o fim do mandato, passaram a defender seu afastamento do cargo.

 NUNCA ANTES

Afinal, nunca se viu presidente flagrado e acusado pelas autoridades legais de receber propina. A história é inédita até para os brasileiros, mais habituados às mazelas da corrupção e com dois presidentes impichados.

 SENSIBILIDADE

O sepultamento de Luiz Malheiros Tourinho ocorreu ontem, às 9 horas, e foi acompanhado por centenas de pessoas sensibilizadas com seu passamento. Um dos homens mais prestigiados de Rondônia, Luiz Malheiros Tourinho foi – como diretor superintende – um dos pilares do jornal Alto Madeira.

Pelo seu papel fundamental no desenvolvimento desse estado, bem que as autoridades (governador e prefeito) deveriam ter decretado luto oficial pelo seu falecimento.

 OPERAÇÃO

A Polícia Federal, segundo uma fonte bem informada, está prestes a lançar novas operações para desarticular organizações criminosas que atuam em Rondônia no comércio ilegal de madeira, no contrabando (principalmente de cigarros) e também na fraude política. A fonte não soube explicar quando tais operações serão desencadeadas. A referente a políticos deve acontecer depois do recesso.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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