Em Linhas Gerais

Revista Veja fala que Confúcio era o Chefe Maior da Quadrilha, conforme Procuradoria – por -Gessi Taborda

COMO VAI GOVERNAR?

revista-veja-mat2Se Confúcio Moura, apesar de ser apontado como chefe da quadrilha implodida na Operação Plateias, e considerado suspeito pelo Ministério Público Federal e a Procuradoria Geral da República, como está registrado na revista Veja dessa semana, não for impedido de assumir o novo mandato e permanecer à frente do Executivo, vale essa pergunta: vai governar o estado na base da propina?

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 SEMPRE DERRAPANDO

casa-de-cultura-ivan-marrocos-em-porto-velho-rondoniaJá escrevi muito e durante longos anos sobre a cultura em Porto Velho. Acabei reduzindo as minhas observações sobre o tema, convencido de que malhava ferro frio e não conseguia abrir os olhos das autoridades do município (e do estado) para os resultados decepcionantes, decorrentes das gestões que sempre derraparam na hora de decidir sobre política cultural.

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 ANTAGONISMO E VAIDADE

casa-de-cultura-ivan-marrocos-em-porto-velho-rondoniaPara a cultura aqui em Porto Velho, nutri esperança de que nesse final de ano o insosso prefeito Mauro iria acordar para o fato de que a política cultural (?) segue na mesma trilha de fracassos por mais de uma década.

Imaginava que ele anunciaria mudanças nessa pasta para o próximo ano. Mas até agora o prefeito age como incapaz de identificar a trilha errada por onde caminha a “cultura municipal”.

O que ai está é resultado de antagonismos e vaidades daqueles que até hoje ganharam os cargos nessa seara só pela fidelidade canina ao chefe do Executivo.

Assim como não mostra interesse em promover uma ampla reforma no primeiro escalão para tirar sua gestão da letargia na realização de obras; também não o faz para o segmento da Cultura.

Tudo leva a crer num caso de esquizofrenia oficial; em que se queima dinheiro público sem definir um “alvo” para fazer da Cultura algo representativo para o desenvolvimento de Porto Velho.

 PROMOÇÕES

parati_1356037410Uma cidade pequena como Parati (não muito maior que o Candeias), no Rio de Janeiro dá um exemplo que poderia ser seguido por Porto Velho. Para aquela pequeníssima cidade do litoral fluminense voltam-se os olhos do mundo quando da realização da FLIP, uma Feira Literária Internacional que se firma como evento importante na cultura não só do Brasil, mas do mundo. A cidade recebe visitantes de todos lugares, o turismo fatura alto e sua população fica embevecida com as repercussões do evento.

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 CHANCE POSSÍVEL

Porto VelhoO próximo ano poderia dar a Porto Velho as condições para buscar novos caminhos, libertando das expectativas frustrantes que prevaleceram até agora nessas “gestões” fracas de neurônios que tivemos até agora.

Creio que Porto Velho pode dar exemplos criativos e fascinantes no segmento da Cultura. Mas para isso Nazif precisaria ter uma nova visão, colocando no segmento cultural não simples cabos eleitorais, mas gestores com capacidade de refletir as vontades da própria população da Capital. Nazif ainda não descobriu o papel da gestão municipal em sua relação com a transformação da Cultura num bem de consumo que pode, inclusive, melhorar a economia da cidade.

 CONFÚNCIO SEMPRE SOUBE

revista-veja-mat2Na página 76 da revista Veja (edição 24502) que está circulando esta semana há informações suficientes para reforçar a imagem das lideranças políticas rondonienses como mafiosos que continuam agindo impunemente para o desvio de dinheiro público, dando razão a quem acostumou a chamar nosso estado de “Roubônia”.

A reportagem da revista de circulação nacional reafirma que o governador Confúcio (reeleito em outubro) sempre soube do esquema de corrupção montado em 2011 para desviar recursos públicos, chantagear, fraudar licitações e cobrar propinas de fornecedores, empreiteiras e prestadores de serviço ao estado para custear campanhas eleitorais e garantir o enriquecimento ilícito dos membros da quadrilha.

 EXPEDITO NO ROLO

A revista-veja-mat2coluna denunciou – muito antes do rompimento do contrato entre o governo e a Rocha Segurança, empresa liga a Expedito – a estranha intimidade entre Confúcio e o tucano, inclusive registrando uma manifestação de Expedito “classificando” o governador do PMDB como um excelente gestor.

Ora, estava claro que Expedito e Confúcio tinham uma relação de  companheirismo que só terminou quando o contrato com a Rocha Segurança foi para o beleléu e Expedito decidiu sair na disputa pelo governo.

Mas, como registrou a Veja, nesse rolo de corrupção onde o governador surge como um suposto dirigente a quadrilha, também está envolvido o presidente do PSDB rondoniense. É isso, diz a revista, que concluiu Controladoria Geral da União.

“A empresa da família de Expedito foi contratada pelo Estado de Rondônia para fazer segurança armada em 414 locais, mas tinha apenas 151 revólveres”. É bom não esquecer que Expedito deu total apoio a Confúcio, no segundo turno da sua primeira disputa ao governo.

 SEM DÚVIDAS

revista-veja-mat2Diante das evidências colhidas, especialmente pela Operação Plateias, o Ministério Público Federal está convencido de que não existem mais dúvidas de que foi montada uma estrutura muito sofisticada para saquear o estado rondoniense, institucionalizada com o envolvimento do próprio governador Confúcio, noticiou a revista Veja.

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 MESA DIRETORA

LúciaA deputada eleita Lúcia Tereza, voltou a afirmar ontem que “já trata de sua pré-candidatura” à presidência da Assembleia “com deputados eleitos e reeleitos”. Ela disse conhecer bem as dificuldades para esse tipo de eleição, especialmente se houver uma “interferência do Executivo” no encaminhamento dessa disputa.

Lúcia avalia que seu nome tem boa aceitação entre os parlamentares porque não “deseja apenas ocupar o cargo” mas, acrescentou, usar a experiência de longos anos no parlamente e também na administração do Executivo para garantir que a Assembleia tenha uma gestão sem sobressaltos financeiros e sem ter de negociar sua independência como Poder.

 EM FEVEREIRO

mauraoNessa altura do campeonato há outros pretendes ao cargo. Um deles é o deputado Maurão de Carvalho, que contaria nesse momento com o apoio do governador Confúcio. As eleições para a Assembleia vão ocorrer logo após a posse dos deputados, no primeiro dia de fevereiro. O presidente eleito vai ocupar o cargo até 1º de fevereiro de 2017.

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 RISCO

A continuar a escalada de impunidade e corrupção, Rondônia tende a ser, num curto período de tempo para sua história, um estado menor, inviável e nacionalmente insignificante. É o que dizem grandes investidores locais.

 VERGONHA NA CARA

vergonhaEspera-se que essa semana os atuais deputados decidam espontaneamente ouvir a leitura dos documentos de cidadãos rondonienses pedindo o afastamento do governador. O povo não aguenta mais tanta desfaçatez com essa manobra de não dar quorum no plenário da Assembleia.

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Em Linhas Gerais

por -Gessi Taborda

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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