Em Linhas Gerais

“Não é possível a situação da Petrobrás continuar como está”. por Gessi Taborda

VAI ACABAR

dinheiroAinda é apenas um informe. Mas são fortes os comentários de que Confúcio Moura pretende enviar para a Assembleia logo no início de seu segundo mandato (se acontecer) um projeto de lei extinguindo o papel de secretário adjunto. Isso, pelo que se ouviu, é consequência da ação de José Batista, ex-adjunto da Saúde, que culminou com as denúncias da existência de uma quadrilha da qual o próprio governador, segundo apurou a Polícia Federal, fazia parte como um autêntico “big-boss”.

 

PIRRAÇA DE MENINO

ConfucioO governador Confúcio Moura age como menino pirracento no caso das denúncias decorrentes dos fatos apurados pela Operação Plateias, da Polícia Federal, colocando-o na condição de chefe da corrupção praticada por uma organização criminosa formada em seu governo, logo após sua posse no primeiro mandato. Isso, claro, não é como um entrevero de crianças na hora da pelada. Dessa vez o quiproquó não termina só porque o  “dono” da bola desiste de jogar.

 

BOI MOCHO

ConfucioNão interessa se Confúcio decide que não vai falar mais da “Operação Plateias”. Essa dor de cabeça ele não vai curar com muxoxo. Não é assim que funciona em nível do Superior Tribunal de Justiça. Lá não tem essa de boi carreiro, não. Lá ele não vai assumir “todos os pecados do mundo”. Vai, sim, responder pela acusação de roubo do dinheiro público, pelas acusações de fraudes, desvios e propinas. E, se não for cassado muito antes (pela prática de crimes eleitorais ou por uma decisão política dos novos deputados) do término do segundo mandato vai ter de falar muito sobre esse escândalo que transformou o filósofo ariquemense em mais um arauto a envergonhar o nosso Estado.

 

PULGA NA ORELHA

MaConfucios o intrépido Confúcio, por outro lado não escondeu seu medo, aquele medo que chega a dar o tal “friozinho na coluna”. Se não fosse isso, certamente não escreveria em seu blog essa sentença: “Mesmo que tenha que sacrificar tudo que fiz com  Alice, na vida inteira estou disposto a sacrificar.  Mas, corrupto não. Nem chefe de quadrilha”. Nesse momento de todas as incertezas dá para sentir que o governador reeleito está mais perdido que cego em tiroteio.

Tomara que cumpra outra afirmação feita no seu blog e não se converta em mais uma espécie caricata como a de outros corruptos metidos a inteligentes, que hoje vivem fora do país: “Não desafiarei e nem provocarei a justiça”.

 

DIPLOMAÇÃO

O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE) confirmou para o próximo dia 17 a diplomação dos candidatos eleitos.

 

BARBUDO SUANDO

Raupprr22pet.fwDiante da alegação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que não será preciso aguardar mais por novos depoimentos das denúncias relacionadas à Petrobras, aproxima-se o momento em que o país tomará conhecimento dos nomes dos políticos envolvidos no esquema bilionário. Em Rondônia, seu mais importante barbudo está suando frio. 

 

CENTRO CULTURAL

odacir-soaresO senador Odacir Soares está bastante motivado a dar consistência a um programa de discussão dos grandes entraves existentes no município de Porto Velho para seu pleno desenvolvimento, com melhoria da qualidade de vida de sua população, com modernização urbanística e até com a geração de empregos para a grande juventude que compõe sua população.

Odacir pretende reunir o que há de melhor (a “inteligentsia”) na intelectualidade e nas lideranças populares para que essa discussão produza projetos factíveis para romper com os longos anos de gestões ultrapassadas, responsáveis pela aparência acanhada da capital e pela perenização de seus problemas.

Ao falar sobre esse desejo, Odacir não esconde sua determinação de disputar em 2016 a sucessão de Porto Velho. Ele ainda não sabe se para isso vai mudar de partido.

 

BESTEIROL

DanielDaniel Pereira entrou na política através da militância sindicalista, via PT, chegando a deputado estadual. Sua carreira parlamentar foi curta. Ele sofreu um expurgo de seu partido quando o PT rondoniense ainda tinha como prática o purismo.

O antigo petista ficou um bom tempo no limbo da política. Como num romance de Le Carré, Daniel começou a “sair do frio” novamente pelo sindicalismo. Agora ai está ele na ribalta, como vice-governador eleito na chapa de Confúcio Moura.

 

SEM DISCRIÇÃO

PeDaniello visto Daniel age não será um vice adepto da discrição. Deve ter um projeto pessoal de voltar ao palco maior da vida pública. Mas – o que é lamentável – o vice está falando pelos cotovelos. Começou durante a campanha. Defendeu a demissão de servidores comissionados ou detentores de gratificações especiais que não se mostravam integrados à campanha chapa-branca. Essa não é uma postura republicana. E pode, por isso mesmo, até contribuir para complicar ainda mais o governador quando do julgamento das denúncias de abuso do poder político e econômico.

 

MAIS BOBAGEM

DanielCertamente a acusação do vice-governador eleito contra instituições do gabarito da Polícia Federal e do próprio STJ, ao afirmar que a deflagração da Operação Plateias só aconteceu “para gerar um fato político” é uma heresia em que nada ajuda o governador eleito.

Daniel não é o personagem com cacife para desestabilizar uma operação policial que foi realizada em vários estados do Brasil e, como se informou, até fora do país.

O vice vaticina sobre coisas que não sabe e que não pode controlar, como a afirmação de que o mandato do governador está blindado e não sofrerá uma possível interrupção.

 

DA CADEIA

DanielOra se as acusações que pesam sobre Confúcio, feitas pela Polícia Federal, confirmar sua participação como chefe da quadrilha investigada pela Operação Plateias, ele não apenas termina seu mandato como pode, sim, ser condenado à prisão.

Nesse caso, claro, Daniel Pereira assumira o governo rondoniense. Porém (e sempre tem um porém) se a Justiça Eleitoral decidir que realmente ocorreu a prática do abuso político e econômico na campanha do governador a coisa muda de figura. Num caso assim não é só Confúcio que fica impedido de assumir ou de governar. Também o vice fica sendo carta fora do baralho.

 

ASSIM NÃO DÁ

PetrobrasNão é possível esta situação da Petrobrás continuar como está. Não adianta só punir os culpados por inacreditável dilapidação de patrimônio publico, patrocinada pelos políticos do PT e partidos associados. Enquanto essa empresa estiver sob tutela do governo e seus políticos interferindo danosamente na sua gestão, definindo políticas absurdas de atuação no mercado, o petróleo nunca será nosso, do povo brasileiro. Ele continuará servindo primordialmente aos interesses dessa gente, e não aos do País.

 

SORRINDO

EConfucionquanto o governador está no centro do furacão da Operação Plateias e isso certamente deixa-o com o moral baixo, a notícia de que deputados estão trabalhando para garantir um salário de 32 mil e quinhentos reais no próximo ano deve ser a justificativa para seu sorriso largo. Afinal, rico ri a toa

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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