Em Linhas Gerais

“Ludus”: A nova operação policial que abalou o governo Confucio -por Gessi Taborda

PARLAMENTO PODRE


ale3A pergunta que não quer calar: a nova Assembleia vai ficar de cócoras diante de um governo reconhecidamente corrupto?  Um parlamento só pode ser cooptado por um governo podre se, também, estiver apodrecido.

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O DOM DE ILUDIR

ConfucioGraças às operações policiais desencadeadas pelas instituições de controle externo como o Ministério Público, o governador reeleito de Rondônia está vivendo um final de ano inesperado. O grande presente de natal para o governador é um autêntico inferno astral, capaz de corroer a sua vitória e colocá-lo na porta do xadrez.

A identificação de outra quadrilha que atuava nessa gestão de Confúcio resultou na prisão de cabeças coroadas na corte confuciana – como o recém-eleito deputado federal Lúcio Mosquini e o prefeito de Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni – revelando como esse governo do PMDB estava carregado de ladrões do dinheiro público. E inexoravelmente lá se foi o dom de iludir, de enganar as pessoas, do governador.

LONGE DO POVO

ale3Se os atuais deputados (essa legislatura só termina em fevereiro próximo) tivessem inteligência suficiente para fazer história, aproximando-se dos verdadeiros interesses do Estado, Confúcio dificilmente deixaria de ser afastado por uma decisão política do parlamento.

Mas nem com o governador se enrolando mais com a Justiça diante das revelações de cada dia sobre a corrupção aparentemente institucionalizada no governo, os deputados rondonienses rompem com a fidelidade canina a um governo que (mesmo reeleito) não sobreviverá politicamente a uma sentença drástica contra a corrupção.

AZAR DO POVÃO

ale3Na segunda feira foi possível constatar mais uma vez a enganação praticada por partidários de Confúcio junto ao povão. Uma claque certamente paga tomou todos os lugares da plateia na Assembleia para repetir a bagunça que poderia impedir os deputados de avançarem na apreciação de dois pedidos populares de afastamento do governador, por seu envolvimento nas denúncias da PF e do STJ sobre práticas de corrupção no estado.

Essa é a manipulação feita por deputados governistas e gente da base confuciana que impede ao segmento popular ver que o estado está triste e caminhando para a falência. Tudo por conta do que foi feito ao longo do primeiro mandato, com o superfaturamento de obras; o direcionamento das licitações para atender amigos, isso sem contar o esquema de propinas, etc. E quem mais é sacrificado pelas porralouquices desse governo são os manés que foram fazer a claque na Assembleia.

ICONE DE BONEZINHO

trsUm detalhe interessante marcada pela Operação Ludus desencadeada pelo Ministério Público rondoniense ontem (03) foi a prisão do prefeito Alex Testoni. Ali estava um desses políticos sem nenhuma ideologia que sem simancol considerava a si próprio como um ícone da moral. Muita gente sofreu sua perseguição – enquanto foi deputado – por questioná-lo, até em coisas simples, como a mudança do Regimento Interno para dar-lhe o direito de usar boné no plenário.

RIQUEZA MISTERIOSA

trsMiliardário, mistérios que se investigados com a competência de nossas instituições pode revelar como esse homem ficou tão rico, em tão pouco tempo, aqui no estado sem, claro, seguir as regras republicanas.

Esse é mais uma espécie de traste da política estadual inventado por Ivo Cassol.

Demorou, mas agora está muito visível: Alex não é ícone de coisa alguma. Na verdade é um sujeito arrogante que, pelos fatos, não foi capaz de transmitir aos próprios filhos os preceitos éticos. Esse deve ser o motivo pelo qual um deles também foi enjaulado nessa operação. Isso sem contar que recentemente um procedimento policial deteve um deles por porte de drogas e de arma.

PUDOR

Federal22Só mesmo a falta de pudor do governo Confúcio, que atingiu um novo patamar com essa Operação Ludus poderá levar o governador Confúcio à cerimônia de diplomação dos eleitos, programada para o próximo dia 17. Certamente ele vai se deparar com os olhares de sisudas autoridades prontas a condena-lo a roçar nas urtigas.

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RARÍSSIMA

mauro_nazifA mídia em Rondônia, salvo raríssimas exceções, não parece séria. Está sempre disposta a omitir fatos importantes acontecidos no seio do governo, mesmo que tais fatos causem prejuízos à sociedade rondoniense. É a tal imprensa doméstica, mais interessada em garantir o quinhão milionário da verba de publicidade.

Li numa dessas colunas diárias da mídia local que o prefeito Mauro Nazif começou a acertar e caminha celeremente para recuperar sua imagem totalmente desgastada. É conversa fiada. Mauro vai terminar o ano como começou. Ficará na mesma lenga-lenga de que está limpando locais (como o trevo – já foi e hoje não tem nada disso – do Roque); trocando lâmpadas queimadas; trocando manilhas de locais de alagação, etc.etc. Não sei onde o colunista viu alguma melhoria na gestão de Nazif. Ah, sim, deve ser os remendos no asfalto, um pouco melhor do que no tempo do Sobrinho.

DEPRIMENTE

Cmauro_nazifhega a ser deprimente a nossa cidade. E nem precisa dar um passeio pela periferia. No centro mesmo estão dezenas de exemplos de abandono. Praças transformadas em muquifos, tomadas pelo comércio clandestino dos camelôs e da pirataria. Mato tomando conta de calçadas, caçambas de coleta de entulhos colocadas sem nenhum critério em qualquer rua (mesmo as estreitas e movimentadas), representando um enorme risco de acidente.

E vamos chegar ao final do ano e à virada com ruas acumulando sujeira, com coleta de lixo deficiente, ruas esburacadas, passeios públicos bloqueados (até por vendedores de móveis e, isso mesmo, barcos), cheios de matagal. Não sei aonde o tal “colunista” viu avanço na gestão de Nazif. Na minha avaliação não está sendo feito nada digno de registro a cidade está triste o povo está de cabeça baixa.

ACEITARÃO?

rivovvA prisão de políticos do calibre do deputado federal eleito Lúcio Mosquini pela corrupção em obras do estado acabou com a perplexidade de como será o próximo governo. Mas há uma pergunta intrigante: “Deputados estaduais e prefeitos aceitarão ser corrompidos?”.

E Confúcio vai condicionar o pagamento de emendas parlamentares individuais à postura de submissão aos seus interesses escusos?

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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