Em Linhas Gerais

A fonte revelou de novo ” Tem tudo para estourar, um novo escândalo no governo de Confúcio – por Gessi Taborda

ESPÍRITO DA COISA

PTTA anunciada decisão do Diretório Nacional do PT de expulsar qualquer filiado envolvido comprovadamente em casos de corrupção deixou alguns conhecidos políticos do partido em Rondônia de cabelo em pé. Mas depois veio a tranquilidade, quando descobriram o espírito da coisa: a decisão só vale da Operação Lava-Jato para cá. Casos anteriores, de réus condenados, denunciados e com processos correndo, são casos anteriores. Dizem que Roberto Ali-Babá patrocinou um foguetório.

BOLA DE NEVE

PoliticoMais uma dessas informações de cocheira. Tem tudo para estourar, segundo fonte credível, um novo escândalo no governo de Confúcio. E dessa vez a dinheirama vai rolar morro abaixo, na área onde entram e saem milhares de toneladas de produtos não só do estado, de onde também há uma suposta coleta de propinas. Essa bola de neve para o escândalo políticos que até agora se achavam seguros e blindados. Se tudo isso se confirmar, seria mais inteligente para quem está no topo do poder renunciar. Evitaria uma execução onde a perda dos direitos políticos, além das outras sanções.

QUALÉ, MINISTRO?

stfO ministro Teori Zavascki liberou Renato Duque com a pérola de que ter dinheiro no exterior não é sinal de crime. Com tantos sinais e denúncias de corrupção “desse camarada”, como é possível o ministro usar em seu parecer um argumento desse tipo? O ministro passa-nos atestado de idiotas!

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SEGUNDO TIME

FatimaComo a coluna já alertou, mais uma vez o governador rondoniense não terá nomes de expressão verdadeira, no mundo profissional, intelectual e mesmo político na composição de seu governo. A sinalização para esta premissa ficou estabelecida com de Fátima Gavioli, para a pasta da Educação. No meio educacional é nome desconhecido. Pode não ter conhecimento profundo da Educação, mas, pelo que consta, foi uma importante cabo eleitoral em favor da reeleição de Confúcio no interior.

Talvez por não conhecer perfeitamente o múnus do cargo adentrou pelo óbvio e ululante em seu discurso de posse. Falou que “vai exercer os deveres ao (sic) cargo (sic, de novo) que foi nomeada”, garantindo que estará “à disposição aos (sic), alunos, professores, escolas e toda a Seduc”. Ao final expressou um desejo: “que confiem no governo que temos (não explicou se esse pedido decorre das ações policiais para por fim às quadrilhas que atuaram no governo), na Seduc e no nosso (dela) trabalho”. E nada mais disse sobre planos, mudanças e novos projetos, etc.

CONVERSA MOLE

Se antes a pasta da Educação estava nas mãos de um hoteleiro sem qualquer formação para compreender como implementar reformas e melhorias na polítiFatimaca educacional, então não se deve esperar nada fora do comum ou capaz de merecer destaque referencial com a nova titular do cargo.

Só mesmo do ex-secretário (exímio repetidor de mantras sem o menor sentido, a não ser o do aplauso fácil) se poderia ouvir esse tipo de cascata: “Não tenho dúvida nenhuma que teremos um comprometimento muito grande com a educação com Fátima e a Marionete (que não se perca pelo nome)”, que é secretária-adjunta. E foi além: “Nos próximos quatro anos, vocês terão carta branca para tornar o sonho da educação do governador em realidade”, disse.

Ué, ao fazer essa afirmação será que Emerson tentou dizer que em sua gestão não teve carta branca para tocar a Seduc?

TIME DE VÁRZEA

Governador-Confúcio-Moura-apresentará-balanço-de-100-dias-de-governo-em-CacoalCompletamente desgastado ao ser denunciado na Operação Plateias como suposto chefe da quadrilha formada no princípio desse primeiro mandato com o objetivo de cobrar propinas, direcionar e superfaturar obras, promovendo rombo no erário rondoniense, Confúcio não está conseguindo montar um time de primeira linha para os cargos do primeiro escalão.

Nesse que parece um time de várzea, até mesmo nomes de baixíssima expressão estão garantindo seu espaço na nova gestão. Esse é o caso do próprio Emerson Castro que, pela nota distribuída pelo Palácio, será o novo Chefe da Casa Civil do segundo mandato de Confúcio. Não tem estampa para valorizar a posição.

PAVÃOZINHO

dominguesFalta de competência para escolher profissionais da própria terra com folha de serviço independente, Confúcio continua apostando em personagens especializados em premiá-lo com rapapés e salamaleques. Foi assim no início do mandato que acaba agora, quando levou para a sua Secom um pavãozinho para gerir a criação de factóides capazes de inchar o ego do chefe.

E agora decidiu trocar um profissional com histórica militância profissional em Rondônia por outro pavãozinho que chegou aqui a pouco mais de uma década. E já tem pascácio ai chamando o personagem de “respeitado e influente”. Conversa fiada. É um personagem servil, palrador e nada mais. O erro do time desse governo é não compreender que quem não sabe escrever não faz jornalismo de verdade.

Como inicia (quem sabe!) a nova gestão num inesperado momento de crise, Confúcio vai descobrir sem demorar muito a burrada de colocar no gramado quem só é titular quando o dono do time é que faz a escalação.

BALCÃO DE EMPREGOS

Que Governador-Confúcio-Moura-apresentará-balanço-de-100-dias-de-governo-em-Cacoalhá um número excessivo de secretarias, autarquias e órgãos que ninguém sabe e ninguém viu no organograma do estado rondoniense praticamente todo mundo sabe. São meios inventados para atender pedidos de investidores de campanha ou para negociar aumento da base aliada. São tantos cargos com “status” de Secretário que, dizem fontes, alguns deixarão o cargo no final desse ano sem jamais ter sido recebido no gabinete do governador. Aqueles que passaram todo o mandato sem conseguir qualquer audiência com Confúcio estão fazendo tudo que pode para continuar e garantir o gordo estipêndio nos próximos quatro anos.

QUEIMANDO DINHEIRO

mauro_nazifO prefeito Mauro Nazif certamente está vivendo sobre uma enorme pressão. Seu mandato chega à metade no final do ano; a cidade comemorou seu primeiro centenário sem nenhuma realização importante (e nem desimportante) que pudesse ser tratada como um símbolo do centenário e, nesse diapasão, Mauro percebe que seu passaporte para abandonar a vida pública está inexoravelmente carimbado.

Imaginando meios para salvar a horta, a prefeitura tem anunciado diariamente que está tocando um enorme projeto de asfaltamento urbano. Ontem o factoide dava conta de que “a prefeitura está asfaltando” 14 ruas do bairro Socialista.

Certamente o Ministério Público deve ficar atento a esse esperneio do alcaide. Ora, se ele não consegue por ponto final nos buracos da cidade (alguns são tapados num dia e acabam reabertos dois dias depois), como deve ser a qualidade desse “asfalto” feito a toque de caixa nesse período chuvoso. Sei não, mas imagino que isso é apenas jogar no lixo o dinheiro do contribuinte…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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