Em Linhas Gerais

Prefeito Hildon consegue a solução definitiva para o transporte escolar – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Existe no silêncio uma profunda sabedoria que às vezes se transforma na mais perfeita resposta”. Fernando Pessoa, poeta português, falecido em 1935.

EDITORIALZIM

Não é fácil almejar um Brasil livre de vez da prática de corrupção e dos métodos da velha política. Lamentavelmente há muitos parlamentares contra o Brasil.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre revelou que a velha política continua forte e inalterada. Ele de novo não tem nada. Lembrou nesses últimos dias a essência de Renan Calheiros.

Mas assim também tem sido a ação dos senadores rondonienses, impedindo a instalação da Lava Toga. Não é preciso nominar quem age traindo o voto recebido nas urnas. Em defesa de colegas suspeitos de corrupção está prejudicando o país.

Com a derrubada dos vetos do presidente Bolsonaro na Lei do Abuso de Autoridade, foram 18 vetos derrubados, recolocou essa lei no agrado de políticos de comportamento torto. E manteve a retaliação, por conta da ação da Polícia Federal no Congresso, investigando desvios e favorecimentos, ao transferir para a semana que vem a votação em primeiro turno da Reforma da Previdência. Defender o Congresso não significa atingir o país. Alcolumbre demonstrou muito mais espírito corporativista do que sintonia com as ansiedades populares. A velha política continua mais forte do que nunca.

SÁBIA DECISÃO

A juíza substituta da 2ª Vara Cível Federal da Seção Judiciária de Rondônia, Laís Durval Leite, anulou um contrato entre a Associação Indígena Awo “Xo” Hwara e a organização irlandesa Celestial Green Ventures PL para venda de usufruto de reserva indígena. A determinação questiona a venda da propriedade de créditos de carbonos obtidos nas reservas indígenas Igarapé Lage, Rio Negro-Ocaia e Igarapé Ribeirão todas situadas no Município de Guajará-Mirim/RO, configurando exploração comercial da terra indígena.

ENERGISA

O prefeito portovelhense, Hildon Chaves, terá encontro com o presidente da Energisa, conforme adiantou uma fonte credenciada no paço municipal (Prédio do Relógio) sem, contudo, confirmar a data do encontro. Segundo a fonte o prefeito pretende discutir com o presidente da Energisa “a revolta de consumidores rondonienses” pelos supostos reajustes exorbitantes nas últimas contas de luz emitidas pela empresa. Hildon pretende também cobrar mais participação da Energisa em projetos sociais e de desenvolvimento em Porto Velho. Consta que o prefeito vai manifestar preocupação com “o fechamento de pequenos negócios” na cidade, motivados por esses aumentos estratosféricos nas faturas enviadas aos consumidores.

CPI

A Energisa é 5

º maior grupo em distribuição de energia elétrica no país. Após se tornar a controladora da distribuição de energia em Rondônia, uma verdadeira enxurrada de reclamações dos consumidores do estado sobre cobranças abusivas acabou de motivar a abertura de uma CPI na Assembléia para investigar essas denúncias. A CPI foi instalada nessa semana. O deputado Laerte Gomes, presidente da Casa, nomeou os deputados Alex Redano, Cirone Ceiró, Jair Montes, Edson Martins, Ismael Crispim, Adelino Follador como membros. As oitivas deverão começar já na próxima semana.

SOLUÇÃO DEFINITIVA

Hildon Chaves está no limiar de resolver definitivamente mais um ponto de estrangulamento para o desenvolvimento cultural e social do município. O transporte escolar em Porto Velho sempre foi um desafio nunca resolvido pelas gestões anteriores. O setor motivou muitas denúncias de maracutaias ao longo do tempo.

Esse problema finalmente está equacionado. O governo municipal vai operar esse segmento, a partir da compra de ônibus novos, com dinheiro conseguido junto aos órgãos de desenvolvimento do governo federal. Serão veículos construídos especialmente para o transporte escolar em áreas rurais e no perímetro urbano. Mais um ponto positivo da gestão de Hildon Chaves.

BOLSONARO BRILHOU

A esquerda e a mídia domesticada não perdeu tempo em diminuir a importância da fala do presidente Jair Bolsonaro na ONU, na sua 74º Assembleia Geral. Gostem ou não, a fala do presidente teve a firmeza própria de um líder patriótico e democrata de uma grande nação. Ele afirmou perante as nações do mundo o compromisso do país com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável da região, ao destacar que “nossa Amazônia é maior que toda Europa Ocidental e permanece praticamente intocada, prova de que somos um dos países que mais protege o meio ambiente”.

ALTIVEZ

O que se viu na fala de Bolsonaro foi a altivez de um presidente respaldado pelo voto popular da maioria verdadeiramente democrática do gigante Brasil; a palavra forte de um país que renasce ecoando no mundo uma soberania que havia sido conspurcada pelos governos anteriores.

INDÍGENAS

Cerca de 14% do território brasileiro é demarcado como terras indígenas e Bolsonaro destacou que não pretende demarcar novos territórios. “O Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de Estados gostariam que acontecesse”, afirmou. “O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros”, disse, destacando que o Brasil usa 8% de seu território para produção de alimentos.

TOLERÂNCIA ZERO

O presidente brasileiro defendeu uma política de tolerância zero com a criminalidade, incluindo os crimes ambientais, ao criticar a mídia internacional pela repercussão negativa que as queimadas tiveram pelo mundo. “É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista”, disse.

APRENDIZ

Causou profundo mal estar no seio da classe política a agressão gratuita de um parlamentar membro da bancada federal a um servidor da prefeitura de Porto Velho, quando participava de um evento e foi questionado. Isso mostrou, mais uma vez, o despreparo de nossos políticos (há as exceções) incapazes de aprender que “o bom político é aquele que não perde votos” de graça. O bom político soma (todos os dias) novos votos, é simpático, agradável até mesmo com seus opositores. Desse jeito, esse jovem político de futuro venturoso pode encerrar melancolicamente sua carreira. Nem sempre filho de peixe é peixinho!

CORVO

Não boto nenhuma fé nesse papo da candidatura de Luciano Huck em 2022. Se conseguir sair vai levar um nabo quem não tem tamanho. Ainda com FHC dando conselhos para esse chato da TV em encontros semanais.

PELA MORTE

Depois de todo o tempo em que os petralhas governaram o Brasil a situação não podia ser outra. Hoje no Brasil 63 milhões de inadimplentes e mais de 5 milhões de empresas que não conseguem pagar seus impostos. É ou não a hora da morte?

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by