Em Linhas Gerais

O povo nas ruas contra a Energisa. Vai ser na quinta feira – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Viva o hoje, pois o ontem já se foi, e o amanhã talvez nem venha”. Reflexão de Zé Aparecido (in memória), meu editor em São Paulo.

EDITORIALZIM

A coisa degringolou de tal maneira que a vontade do Brasil não vale nada para políticos como os presidentes de Câmara e Senado. E vale menos ainda para os cardeais do Supremo. Com base em regras inexistentes, o STF anula sentenças alheias, abre inquéritos próprios, censura revista, suspende apurações que podem atingir seus ministros e impõe medidas cautelares contra quem não tem foro privilegiado. Tudo em nome da “democracia”, claro.

Há uma insanidade sequer imaginada pelos brasileiros que pagam impostos e sonham com uma pátria verdadeiramente democrática onde a segurança jurídica seja algo concreto, palpável. Por muito menos que isso aconteceu a revolta armada de 1964, quando as forças armadas atenderam o clamor do povo cassando e depondo corruptos, evitando a marcha insana que levava o Brasil para o comunismo e socialismo nos moldes de Cuba.

O Brasil de hoje vive a ditadura dos corruptos, das organizações criminosas e de delinquentes de todos os gêneros. Não existem mais políticos com a força das lideranças antigas, como Carlos Lacerda, Magalhaes Pinto (só para citar alguns exemplos) capazes de puxar uma mega manifestação contra os mandas-chuvas que perderam a vergonha agindo em interesses próprios em favor das organizações criminosas espalhadas pelo território nacional. E por isso estamos no limiar de uma nova ruptura social no Brasil… Estamos vivendo o PIOR DOS PESADELOS IMAGINÁVEIS: a DITADURA DA TOGA associada à CLEPTOCRACIA dominante no Congresso. Acordem, políticos, antes que seja tarde!

ENERGISA

A avenida Sete de Setembro será palco de um megaprotesto contra os atos da Energisa, empresa responsável pela distribuição e energia elétrica no estado de Rondônia, no próximo dia 3. A concentração começará a 8 horas da quinta feira em frente o prédio da administração da empresa que comprou o controle da ex-Ceron, em frente ao prédio da sede do gabinete do prefeito de Porto Velho.

Consumidores rondonienses usarão o protesto para pressionar a concessionária a diminuir o valor da tarifa de luz, forçar uma explicação plausível para o aumento na conta de luz nos últimos meses e denunciar supostos casos de fraudes em medidores.

AUMENTO DE 300%

Há várias denúncias feitas por consumidores rondonienses de aumentos escorchantes. Quem pagava em média R$ 370 por mês chegou a receber boleto com valores acima de 1.500 reais após a empresa trocar relógios medidores de consumo.

Há denúncias de muitas irregularidades, inclusive de bloqueio de medidores e colocação de medidores que marcam consumo mesmo quando todas as fontes de consumo da residência estão desligadas. A política da empresa vem causando o fechamento de pequenos negócios que não conseguem mais pagar os aumentos exorbitantes, em muitos casos superiores a 300%. Em Rondônia os deputados estaduais abriram uma CPI para apurar as irregularidades denunciadas.

MUITO RUIM

O que não se pode olvidar é a origem dessa situação de desarranjo em que se debate o Brasil. Faz parte da herança das décadas de cleptocracia promovida pelo petismo e seus satélites. De acordo com dados do IBGE, os trabalhadores na informalidade atingiram o recorde de 41,4% do total da população ocupada no país. Há um movimento de queda do número de trabalhadores que contribuem para a previdência social desde o início do ano.

ESMOLAS

O cenário da capital rondoniense mostra bem como anda a crise no Brasil. Cada dia é maior o número de pessoas pedindo esmolas nas ruas, especialmente em cruzamentos de ruas movimentadas de Porto Velho. Antes eram pessoas com deficiências de locomoção e visão, mas agora o número mais visível é uma leva de venezuelanos que fugiram da ditadura de Nicolás Maduro e escolheram Rondônia para se refugiar.

Placas de papelão, bonés, roupas coloridas, recipientes plásticos, e até litros de leite cortados ao meio para guardar o dinheiro arrecadado, viraram os adereços principais de dezenas de venezuelanos, de origem indígena, espalhados pelos principais cruzamentos de Porto Velho.

As mulheres de tribos indígenas da Venezuela usam meninos de colo, e até carregadas nos ombros, ou crianças muito jovens para pedir moedas aos condutores de veículos rezando para garantir o mínimo para a sobrevivência.

TRABALHAR

Como se pode ler nas próprias placas de papelão mostradas por esses “refugiados” gostariam de trabalhar. Mas sofrem com o desemprego verificado hoje em Rondônia. É a falta de emprego que os leva a pedir esmolas. Perguntados porque não ficaram no seu país, a maior deles declara: “Lá não tem comida”.

Perguntado se é melhor viver em Porto Velho pedindo esmolas, um desses refugiados explicou: “Sim, aqui é melhor”. E acrescentou: aqui consigo ganhar até uns 70 reais. Arrecado mais nas ruas do que ganharia na Venezuela, se houvesse emprego. Lá o salário é muito baixo e não dá para nada.

PAZ

Em Porto Velho tudo parece estar na santa paz política. O prefeito vem sentindo o crescimento de sua popularidade com as diversas frentes de obras por todo o município da capital, especialmente em áreas tradicionalmente esquecidas pelas gestões anteriores. Mas na medida em que o ano caminha para o final, possíveis tsunamis serão formados. Faz parte do jogo.

CRESCENTE

Fonte do segmento da segurança pública falou sobre a preocupação com o crescente número de drogados na cidade. Pelo menos 60% das pessoas abordadas pela polícia, especialmente no período noturno, são usuários de drogas.

RESPOSTA

Uma pergunta que não quer calar: quando vai se saber o que será feito do elefante branco feito com dinheiro de doações da população para ser um hospital especializado no tratamento do câncer, localizado ali nas proximidades do clínica São Pelegrino? Ninguém ficou sabendo nem mesmo onde foi parar os milhões arrecadados e muito menos o final da história inventada de que o tal elefante iria virar o Hospital Universitário a UNIR.

OUTRA

Há outra pergunta que não quer calar: onde foi parar a pequena fortuna desviada da Universidade Federal de Rondônia por um antigo reitor em benefício de seu amante? E isso não preocupa nem mesmo a esquerdalha tão ativa na hora de protestar por bandeiras menos importantes!

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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