Em Linhas Gerais

Prática abusiva da Energisa já foi derrotada na Justiça em 2012 – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Protegei-me da sabedoria que não chora, da filosofia que não ri, e da grandeza que não se curva diante das crianças”. Khalil Gibran, filósofo e escritor libanês.

EDITORIALZIM

Porto Velho viveu praticamente duas décadas com administrações responsáveis pelo descompasso do desenvolvimento e por perenização das desigualdades. O atual prefeito nem sabia o tamanho da herança lúgubre que recebeu. Muito dos compromissos assumidos em campanha se tornaram inatingíveis pela enorme erosão dos fatores da economia municipal e também pela própria decadência da política do município e do estado.

Alvissareiramente o prefeito Hildon Chaves inaugurou uma administração responsável, atenta à missão cidadã que recebeu por força do voto popular. O primeiro desafio vencido foi a recuperação das finanças municipais. O município, em virtude de precatórios astronômicos, estava no limiar da bancarrota.

E agora, mais do que nunca, a gestão de Hildon Chaves está comprometida para trabalhar pela superação das desigualdades. Isso nada tem a ver com o comportamento infrutífero de se agarrar a uma utopia inatingível. O prefeito trabalha para superar desafios antigos em dotar a cidade de asfaltamento de qualidade, buscando a superação em segmentos como o transporte, a iluminação pública, etc, etc.

O governo de Hildon está trilhando caminhos fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos moradores de Porto Velho, não só na questão da mobilidade mas também na recuperação de espaços públicos de convivência, como é o caso da praça da estrada de ferro Madeira Mamoré.

AUMENTO ABUSIVO

A privatização da Ceron, empresa que estava sob o controle da Eletrobrás, trouxe para Rondônia a Energisa. E com ela o procedimento ilegal da troca dos medidores de energia de milhares de imóveis para em seguida arbitrar valores exorbitantes nos boletos de cobrança, de forma unilateral.

Com esse procedimento a Energisa provocou uma gritaria geral dos consumidores rondonienses e acabou entrando no rol das empresas prestadoras de serviço público mais odiadas do estado. Há casos de reajustes da tarifa em mais 200% acima da média cobradas de consumidores.

EM 2012

Essa não é a primeira vez que consumidores rondonienses vivem esse flagelo na sua relação com a empresa que distribui energia elétrica no estado. A Energisa, que venceu o certame de privatização e hoje é quem monopoliza a distribuição em Rondônia, repete um procedimento verificado em 2012 quando a Eletrobrás era a controladora do sistema de distribuição.

Naquele ano milhares de consumidores tiveram de apelar à Justiça contra os abusos da empresa no aumento do valor dos boletos após trocar milhares de medidores de consumo. E valeu o apelo ao judiciário. A Justiça considerou os procedimentos praticados pela Ceron/Eletrobrás ilegais. E sãos os mesmos procedimentos de 2012 os repetidos agora pela Energisa.

MEDIDORES IRREGULARES

Uma das justificativas usada pela concessionária de energia em 2012 para adotar o procedimento da troca de medidores e o consequente reajuste dos boletos (contas) era de que havia pelo menos “28 mil casos de irregularidades (gatos) nos medidores”.

Certamente a Energisa deve conviver ainda com um grande número de medidores irregulares (gatos) como ocorria no passado.  Mesmo que isso seja uma realidade, a Energisa não pode arbitrar o valor da conta de forma unilateral.

Em 2012, quando a Defensoria Pública agiu em favor dos consumidores houve uma decisão judicial: “O procedimento adequado é que a Eletrobrás (isso em 2012) intime o consumidor a fazer uma perícia registrada pelo medidor substituído, para então fixar o valor da dívida”.

DÍVIDA PRETÉRITA

Certamente a Energisa sabe das consequências dessa prática nefanda. Quando, em 2012, se verificou que a troca de medidor de energia aumentava descabidamente o valor do boleto (da conta de energia), e a distribuidora obrigava o consumidor a pagar os valores majorados sob pena de interrupção no fornecimento; a Justiça entendeu que “cometia uma irregularidade porque não pode fazer o consumidor assumir uma dívida pretérita sob pressão”.

3 ANOS

Segundo se informa nos meios de defesa do cidadão, a empresa só pode cobrar do consumidor dívidas retroativas há 3 anos “e não é isso que está acontecendo”, disse uma fonte.

Hoje consumidores de energia temem o que pode acontecer se órgãos como a Defensoria Pública não repetir ações como as apresentadas na Justiça em 2012. As pessoas, disse uma leitora da coluna, estão com medo do que pode acontecer diante dos métodos utilizados pela Energisa. Esse é o temor dos consumidores que não podem arcar com o preço cobrado nas contas de luz que estão chegando.

LOTERIA

Depois da divulgação de petistas como os premiados na última mega-sena acumulada, agora só tá faltando  a primeira presidiária Dona Janja “acertar” uma mega acumulada. O PT roubou em todas as áreas de atuação, governamentais, possíveis. Se se for pesquisar a fundo, é bem possível que se encontrem digitais PeTralhas até mesmo em possíveis roubos nas loterias da caixa.

ESPECULAÇÕES

É natural existir muitas especulações sobre nomes de prováveis candidatos a prefeito em ano anterior à disputa. Sempre foi assim. Entre os nomes ventilados até agora ninguém se arriscou a falar em projetos para a capital rondoniense. Aliás, sobre isso somente o prefeito fala, mas ainda não deu garantias de que disputará a reeleição.

CREDIBILIDADE

O passado de qualquer candidato ao cargo maior da cidade precisa ser um passado ilibado e com conquistas até na vida pessoal para ter a credibilidade junto à população.

CINTO

De acordo com uma fonte do segmento de trânsito, pelo menos 19 por cento dos passageiros no banco traseiro dos veículos não usam o cinto de segurança. Índice muito superior aos passageiros do banco dianteiro e aos próprios motoristas. Passageiro que anda no banco de trás sem o cinto de segurança poderá, em caso de colisão, ser jogado para frente e atravessar o para-brisa. Antes disso, porém, esse passageiro terá atropelado o da frente.

Sendo assim, o passageiro do banco traseiro sem cinto de segurança, não apenas corre como também oferece risco de vida aos que estão no veículo. Por isso, usar o cinto é um dever para a proteção não apenas de sua vida como também a dos demais.

 

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNISTA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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