Em Linhas Gerais

Petistas de Alto coturno do Municipio, buscam informações sobre como fazer “delações premiadas”- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Eu só quero viver em paz e usufruir o que Deus nos deixou no mundo. Quero sentir o que Deus nos fala em nossos ouvidos em um simples soprar do vento.” BOB MARLEY(1945/1981), foi um cantor, compositor e guitarrista da Jamaica e também o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, criador do movimento rastafári.

 MUITO LONGE

Isso todo mundo sabe: o nível acadêmico e intelectual da maioria dos (vá lá!) pretendentes ao governo rondoniense é – para se dizer o mínimo – sofrível. Então até dá para entender os motivos de alguns deles vibrar com essas pesquisas prematuras feitas por institutos (??) sempre prontos a faturar alguns caraminguás. Como pessoas interessadas em entrar numa refrega desse tamanho ainda se encantam com pesquisas (?) que não dizem nada? A eleição está muito longe, será daqui a dois anos e nada (nem pesquisa de qualidade científica irretorquível) pode indicar quem vai ganhar a corrida. Mesmo assim alguns “pesquisadores” já estão faturando com seus trabalhos de  (quaquaquaquaqua) “estatísticos”.

 PARA PRESIDENTE

Essa afirmação vale não só para a disputa do governo, mas até para presidente da República, também motivo de pesquisas favoráveis a Lula. Ora, daqui até o “start” da corrida presidencial não há qualquer garantia de que Lula continue sem condenação e sem prisão diante das muitas investigações da Lava Jato sobre sua participação em esquemas de corrupção.

 ATÉ SUSPEITOS

Voltando à questão sucessória em Rondônia, o que é muito fácil de constatar é baixa densidade de candidatos viáveis a ganhar uma eleição para substituir o grupo (??) político de Confúcio Moura. Há inclusive nomes tisnados por suspeitas de práticas corruptas. Esses aspirantes a candidatos se animam diante da certeza de que corrupção ainda não é impeditivo para se faturar uma vitória eleitoral no estado, especialmente diante dos resultados do último pleito em vários municípios rondonienses.

 ALIANÇAS TEMIDAS

A “oposição” (só mesmo entre aspas) ao governo atual (ainda do PMDB) praticamente não produziu candidatos viáveis para 2018. Fala-se muito em Acir Gurgcaz, do PDT (ainda), e chega-se a fazer especulações sobre prováveis alianças em torno do “dono” do grupo Cascavel. Isso verdadeiramente não passa de especulações. O próprio Acir deve temer esses supostos “aliados”, a ponto de não virar as costas para os mesmos se não tiver uma proteção para eventuais golpes na retaguarda.

 ACABOU

É quase certo que o PT rondoniense estará completamente fora da disputa pela sucessão estadual em 2018. No estado o partido sofre um verdadeiro derretimento. Essa situação tende aumentar ainda mais com as 20 novas ações propostas pelo Ministério Público Federal, todas de iniciativa do procurador da República, Reginaldo Trindade, pedindo a responsabilização do petista por improbidade administrativa.

Roberto foi mal, muito mal, na disputa da eleição municipal de 2016. Mesmo assim o PT não conseguiu outro nome para substitui-lo. No estado é uma sigla sem força nenhuma e o ex-prefeito de Porto Velho não é mais temido, eleitoralmente, por ninguém.

 PREMIADA

Por se falar nas novas ações contra Roberto Sobrinho, nas quais estão também sendo denunciados os antigos integrantes do seu staff, já se ouve nos meandros da política local que Israel Xavier e Silvana Cavol buscam orientação sobre como fazer uma delação premiada, revelando detalhes sobre situações obscuras do período da gestão petista. De acordo com uma fonte ouvida pela Coluna outros personagens podem entrar na fila da delação.

 SURPREENDENDO

Surpresa mesmo, no cenário que se desenha para disputa de 2018, é não ver o nome de Expedito Júnior escalado como candidato tucano. É claro que o presidente do diretório regional do PSDB terá de enfrentar alguns pontos de estrangulamento. O primeiro é unir a sigla em torno de seu nome, diante da pretensão de Mariana Carvalho, estimulada por seu clã, de entrar na disputa.

A crescente aceitação do nome de Expedito no colégio eleitoral de Porto Velho é quase uma surpresa. Afinal, a capital sempre foi o seu calcanhar de Aquiles.

 TEMÍVEL

É difícil acreditar numa nova desistência de Mariana a uma candidatura para o Executivo. Mas como ela desistiu de encarar a disputa pela prefeitura, quando era franca favorita, tudo é possível.

Expedito Júnior ainda não conta se está disposto a enfrentar a sucessão estadual. Mas vem se saindo bem em ampliar sua aceitação perante o eleitorado da capital, com a realização de sucessivas reuniões com lideranças da cidade. Se romper a antiga resistência deve se converter num candidato temível para outros determinados a disputar a mesma corrida.

 INVESTIMENTO

O empresário Gilberto Bórgio, de Ji-Paraná, ampliou mais uma vez seus investimentos em Rondônia. Ele inaugurou ontem mais uma loja Boasafra, na cidade de Ouro Preto do Oeste. Nessa nova unidade, segundo se informou, o investimento superou os 10 milhões de reais. “São quase 2 mil m² de área construída colocando hoje a unidade de Ouro Preto entre as mais bem estruturadas das 12 lojas que a empresa tem em Rondônia e Acre”, informou Roberto Gutierrez, assessor de comunicação do empresário.

 TRANSPARÊNCIA

Num prazo de três a cinco meses a prefeitura de Porto Velho poderá contar com um sofisticado e eficiente sistema de cruzamento de informações que, além de tornar as ações mais transparentes, prevendo, detectando e corrigindo eventuais tentativas de fraude e corrupção, principalmente no sistema de compras, mas que também pode ser utilizado no controle das diversas atividades da gestão pública, como consumo de combustíveis, de diárias, de material de expediente e manutenção, enfim, uma infinidade de uso, inclusive para comprovar a veracidade de documentos como atestados médicos, etc.

 SEM ENTENDER

Há muito tempo a coluna constata essa realidade: os políticos tradicionais rondonienses resistem a compreender os recados dado pelos eleitores nas urnas. É por isso que mais uma vez a gente vê uma nova enxurrada de propaganda paga com o dinheiro público fazendo a festa da chamada mídia amestrada, especialmente a televisada.

Ninguém em sã consciência é contra a publicidade oficial justificada, como essa de caráter didático sobre doenças como Zica ou Microcefalia. Também não há nenhum óbice em se gastar com campanhas para melhorar a arrecadação de IPTU. Agora, quando a publicidade não passa de pura embromação, como se instituição pública tivesse de enfrentar concorrência igual ao que acontece no varejo ai são outros quinhentos.

 CANSADOS

Ora, dirigentes de instituições públicas que torram dinheiro público com essas maracutaias midiáticas não devem acreditar, ainda, que a paciência do eleitor com essa irresponsável maneira de gastar o dinheiro público está esgotada. Os resultados das urnas no ano passado, quando venceram exatamente candidatos sem ligações com a política tradicional, demonstraram isso.

Como sempre, quem continua nessa linha do desperdício de dinheiro com as campanhas midiáticas mal feitas e desnecessárias só vai descobrir o tamanho da trauletada eleitoral quando, em 2018, colher resultados pífios. A onda de renovação apenas começou nas eleições de 2016. Ela vai continuar certamente nas eleições do próximo ano.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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