Em Linhas Gerais

Em pleno século 21, Saneamento Básico, tratamento sanitário e rede de água da capital lembra países africanos – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

LEGAL“O melhor governo é aquele em que há o menor número de homens inúteis.” VOLTAIRE (1694/1778). Seu nome de batismo era François Marie Arouet. Esse filósofo iluminista francês se notabilizou na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre comércio. Suas obras e ideias influenciaram a Revolução Francesa e o pensamento republicano nos Estados Unidos. Foi autor de peças de teatros, poemas, romances e ensaios, além de obras científicas.

MAZELA ANTIGA

ESGOTO1Enquanto o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, tinha que lidar com a primeira greve (política) em menos de 60 dias de gestão, a capital rondoniense ganhava mais uma vez destaque negativo no noticiário da mídia nacional pela mazela crônica, vinda de décadas de gestores incapazes de – embora torrando milhões de reais –  municipalidade – estancar as vísceras responsáveis pela exposição da pior imagem portovelhense, no segmento do saneamento básico.

Foram os mesmos prefeitos que no passado não sofreram a marcação cerrada e injusta de entidades sindicais (e pseudos lideranças) como se faz agora por puro corporativismo; os responsáveis por estas questões que afloram agora mostrando no cenário nacional nossos problemas crônicos, como é o caso da falta de coleta e tratamento de esgotos e distribuição (sofrível) de água tratada à maioria da população.

MUNDO PARALELO

ESGOTO1Os “líderes de fancaria” são capazes de rotular o novo prefeito de “golpista” por sua decisão de acabar com privilégios mantidos na folha de pagamento dos servidores mas não gritaram sequer uma vez contra prefeitos anteriores que descuidaram totalmente das questões básicas, como soem ser o saneamento, deixando que nossa capital em pleno século XXI tenha qualidade de vida, no segmento da coleta de esgotos e distribuição de água tratada, comparável às das repúblicas mais pobres do continente africano.

HORA DA VERDADE

hildonO prefeito Hildon Chaves ainda não completou 50 dias de gestão e sofre uma campanha orquestrada principalmente por aqueles representantes da velha política, derrotados nas urnas, pela determinação de resgatar compromissos firmados com a população, fazendo os ajustes necessários para que Porto Velho possa dar o tão desejado salto rumo ao futuro.

A busca intensa de Hildon Chaves demonstra até agora o objetivo de fazer mais e melhor com cada real arrecadado, não só no ambiente administrativo e institucional para a volta dos investimentos, enfrentando o mundo paralelo interessado na perenização dos seus benefícios.

NA MARGEM

hildonO prefeito tem dito que não deixará de lado o diálogo até com quem rechaça o raciocínio matemático, usando métodos falaciosos para questionar a realidade.

Tudo isso sem mostrar à maioria da população que Porto Velho está na margem de um perigoso abismo de onde tem de sair, se pretende escapar da ameaça de um horizonte de profunda escassez para suas futuras gerações.

CARRO CHEFE

ESGOTO1Saneamento básico foi carro-chefe da campanha de Hildon Chaves. O prefeito – que em menos de dois meses rendeu muitos frutos para a população, especialmente nos locais onde sobressaia-se a esterilidade da gestão anterior num cenário de abandono total – está detalhando as ações para firmar suas primeiras PPPs (como disse exaustivamente durante a campanha) de onde deverão sair os financiamentos para essas obras estruturantes, das quais o Saneamento é prioridade.

De início é possível identificar resistências à determinação de Hildon, partindo exatamente do núcleo que pretende garantir à Caerd a concessão municipal.

OTIMISMO

hildonOra, o prefeito certamente – como a maioria da população – não acredita que a estatal rondoniense tenha, depois de anos de fracasso, condições de tocar um projeto de saneamento básico para a capital. Por isso há otimismo por parte de investidores de que a prefeitura vai retomar a responsabilidade por esse segmento para colocar, o mais rapidamente possível, o programa defendido na campanha. Esse programa terá reflexos altamente positivos na economia municipal nos anos de 2018 e 2919.

PICARETAGEM

olho-azul-grandeQuem será vítima de mais uma picaretagem inventada para enganar incautos sonhando ser possível tornaram-se repórteres (jornalistas) com participação num “workshop” de dois dias, promovido por um tal Maurício Filho (?), que se apresenta como radialista e homem de televisão? Recebi mensagem no meu “Whatsapp” e quase não acreditei. Fiquei mais abismado com as aberrações do texto onde o sujeito garante que “voo” (sic) de entregar “gatilhos incríveis” (De fuzil??? De Pistola??? De trezoitão?) “para você montar seu programa de TV”. Tudo isso fede a estelionato e, como tal, merece ser investigado pelas autoridades…

MAIS DE 70 MILHÕES

hildonEm encontro que manteve com o presidente do TCE, Edilson Silva, e com o conselheiro Francisco Carvalho, o prefeito Hildon Chaves voltou a falar do peso exercido pelo pagamento de quinquênios na folha de pessoal da prefeitura de Porto Velho.

“Pelos estudos da Secretaria Municipal da Administração, a se manter o quadro atual, em 2030, isto é, em apenas 13 anos, só esse adicional por tempo de serviço irá consumir um terço de toda a folha, em números de hoje, algo em torno de R$ 280 milhões anuais. Este ano, só o pagamento de quinquênios atingirá mais de R$ 70 milhões”, afirmou o prefeito Hildon.

INSUSTENTÁVEL

hildonNas declarações feitas em sua visita ao Tribunal de Contas do Estado, o prefeito descreveu uma situação também desesperadora para a previdência municipal, através do Ipam. “O atual serviço de assistência à saúde já provocou um rombo de mais de R$ 30 milhões, cujo crédito é de difícil recuperação. Isso porque ao longo dos anos uma série de procedimentos suspeitos foram se avolumando, levando o Instituto a uma situação que caminha para a insustentabilidade”, explicou Chaves.

DÍVIDA MONSTRUOSA

dinheiroSe o prefeito não tivesse de enfrentar todas as demandas recebidas como herança maldita dos prefeitos anteriores nos segmentos da saúde, educação, transporte, saneamento, etc, etc; tem ainda um desafio monstruoso: o pagamento de precatórios.

Com a promulgação da Emenda Constitucional 94, que determinando que todos os precatórios vencidos na data base de 25 de março de 2015, deverão ser pagos até 31 de dezembro de 2020, Porto Velho terá de destinar de 11 a 12% de suas receitas mensais para pagar precatórios vencidos desde a época do ex-prefeito Tomás Correia, passando por Chiquilito Erse, José Guedes, Carlinhos Camurça, os dois mandatos de Roberto Sobrinho e parte do ex-prefeito Mauro Nazif, num total de quase 30 anos, devem ser pagos em cinco anos.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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