Em Linhas Gerais

PESQUISAS

As pesquisas realizadas em Rondônia até o momento estão longe de sinalizar como será o desfecho da corrida sucessória em nosso estado. Principalmente para o governo (isso, também, em função do cenário ainda incompleto sobre quem serão os candidatos), essas pesquisas não têm incluído nomes daqueles que, no momento, têm menor intenção de votos.
Esses candidatos “nanicos” podem crescer e influenciar a eleição ou, pelo menos hipoteticamente, até vencer. A inclusão desses “nanicos” nas pesquisas contribui para avaliar a tendência do voto útil quando o eleitor em campanha passar a ter uma visão clara dos que têm mais chance de se eleger. Ou como sua decisão entre votar e não votar pode influenciar o resultado.

APROVADO

As comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE) aprovaram no último dia 9, o projeto de lei que altera o indexador da dívida de Estados e municípios e modifica a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O projeto ainda precisa passar pelo Senado, mas ainda não há prazo para a votação.

MAIS DIFICULDADES

Segundo relatório do FMI sobre estabilidade financeira global, o Brasil faz parte do grupo de países emergentes com grande percentual de empresas que podem enfrentar grandes dificuldades para honrar as suas dívidas em um cenário de fuga de capitais. De acordo com o relatório, metade do débito corporativo brasileiro estaria sob risco na hipótese de séria turbulência externa.

CAIXA PRETA

Muito importante a manifestação do Conselho Estadual de Saúde denunciando uma imensa corrente de corrupção na Saúde Pública estadual, onde se destacam práticas como superfaturamento e ações de sucateamento da Saúde, além de contratos suspeitos, inclusive de terceirizações, muitas vezes feitos sem o conhecimento dos cidadãos contribuintes eleitores.
As denúncias atingem diretamente o cultuado Williames Pimentel, titular da Pasta que antes serviu ao prefeito petralha, que como herança de sua gestão deixou a manada de elefantes brancos com a qual, até hoje, a cidade não soube lidar.
Um detalhe da denúncia do CES: Um contrato de R$ 13.772.520,00 anual é a prova disso. Com um valor mensal de R$ 1.147.710,00 foi assinado pelo Governo do Estado de Rondônia, um contrato que beneficia apenas um pequeno grupo fechado de anestesiologistas para o Hospital Regional de Cacoal. O resultado disso é o superfaturando a folha de pagamento do Estado, além a desvalorização da classe médica que há anos luta por salários melhores e condições de trabalho.

ROMPENDO A BLINDAGEM

Consta que tal contrato foi assinado pelo Secretário de Saúde, Williames Pimentel de Oliveira; o Procurador do Estado, Leonardo Falcão Ribeiro; o Procurador do Estado, Brunno Corrêa Borges e o Procurador Geral do Estado, Juraci Jorge da Silva. A denúncia foi feita esta semana pelo presidente do Conselho Estadual de Saúde, Raimundo Nonato Soares. Certamente órgãos como MP e TCE não vão sentar em cima de revelações dessa natureza.
Essa situação revelada pelo Conselho Estadual de Saúde amplia o desconforto daqueles que precisam de uma saúde pública de qualidade. Williames é um personagem de proa no mundo político liderado pelo senador Valdir Raupp. Ele já frequentou por alguns dias o xilindró, numa dessas operações montadas pela PF. Mas saiu de lá ileso, como se tivesse algum tipo de blindagem. Agora, com essas novas denúncias, é possível que alguém resolva abrir a caixa preta da saúde pública e ver o tamanho de sua contaminação.

PROCESSO ABERTO

A Cúpula da Superintendência Regional do Emprego e Trabalho em Rondônia, apanhada pela “Operação Trama” e levada para a cadeia devido à prática de desvios de dinheiro público, passa a responder processo judicial, uma vez que o Ministério Público Federal ajuizou ação civil por improbidade administrativa.
Irão responder a superintendente Ludma de Oliveira Correa Lima; a superintendente substituta Maria Alzinete de Jesus Silva; e os servidores Jorge Washington de Sá, Pedro Oliveira de Sá, Sebastião Waldemir Pinheiro da Silva e Ana Lúcia Guimarães Marcelino. Segundo o MPF, as dirigentes Ludma de Oliveira e Maria Alzinete e o servidor Pedro de Oliveira Sá foram os que mais se beneficiaram com o recebimento indevido das diárias. De acordo com a ação, os servidores recebiam o recurso para viagem sem o correspondente deslocamento, assim embolsando os valores disponibilizados.

FEUDO

Os denunciados no processo praticavam também, sempre segundo o MPF, mau uso dos cartões corporativos. Os réus utilizavam o recurso, constantemente, sendo que por lei, só pode ser usado em caso de despesas excepcionais e não previstas. O MPF também alega que alguns gastos deveriam ter sido licitados. Em Porto Velho essa instituição ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego funcionava como uma espécie de feudo do PDT. Daí o envolvimento de Ludma – mulher do Saca, um pedetista histórico – nessa tramoia. Se o MPF investigar como funcionava a área de comunicação social poderá descobrir um indício sério de cabide de emprego reservado aos interesses pessoais de certos pedetistas.

DOI NO BOLSO

Existe que um axioma (pressuposto) de que quando a economia vai mal em ano eleitoral quem está no poder sofre as consequências. Dependendo da avaliação a economia mal pode ser derrota certa para um candidato governista. Lula navegou em águas calmas da economia mundial, Dilma não deu a mesma sorte. Agora a nossa economia vem dando sinais de que são necessários ajustes. Uma coisa é certa quanto pior a economia se comportar mais difícil fica a reeleição da Presidente Dilma. É uma questão de quanto dói no bolso.

MIGALHAS

Amir Lando vem se destacando em Brasília quando o assunto é defender os interesses do estado frente aos descasos das autoridades federais. E assim, enquanto seus pares na representação rondoniense em Brasília, preferem o aplauso fácil a cada anúncio do repasse de verbas federais para Rondônia, o deputado Amir usa seu espaço na Câmara para criticar com veemência a insensibilidade do governo de Dilma Roussef, “repassando migalhas” para o estado reconstruir tudo aquilo que foi levado pelas águas.
Nessa semana, por exemplo, os repasses chegaram a míseros 587.189 reais para a execução de ações de socorro, assistência às vítimas da cheia histórica do rio Madeira e ao restabelecimento de serviços essenciais no Estado. Deve ser mais uma piada de mau gosto do governo federal em relação ao estado.

CABIDE

Uma das maiores petrolíferas do mundo, a Petrobras tem hoje 80 mil funcionários, mas o que desperta a cobiça dos políticos é sua estrutura de comando, transformada em cabideiro para acomodar aliados de ocasião. Foi por conta de práticas como essa que a estatal está prestes a virar alvo de uma CPI, após a polêmica compra de uma refinaria no Texas que causou prejuízo bilionário à empresa.

Fonte: Gessi Taborda

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by