Em Linhas Gerais

Nosso País

Tá muito difícil nos ufanarmos de nosso país. O pior de tudo e não dar prá ver se há uma luz no fim do túnel. O Brasil caiu 20 posições no ranking de performance em logística do Banco Mundial, para a 65ª posição entre os 160 avaliados, ficando atrás da Argentina, Chile, China, Índia e África do Sul.
Na eficiência do gerenciamento alfandegário o Brasil teve o pior resultado, ficou em 94º lugar. No caso do Brasil, os prazos de desembaraço aumentaram substancialmente em comparação a 2012, ou seja, a situação ao invés de melhorar está piorando. A queda da poupança nacional de 14,6% do PIB em 2012, para 13,9% em 2013, assinala tendência que prevalece há alguns anos, com queda de praticamente cinco pontos percentuais desde 2008.
Essa ruim não vai melhorar o ano presente, pelo contrário: vai ficar mais aguda, isso porque 2014 é ano eleitoral e ninguém dará um passo para fazer as mudanças necessárias de afastar o Brasil do precipício.

EM RONDÔNIA

A situação rondoniense também deve merecer cuidados especiais. Em nosso estado (pela falta de lideranças no campo da oposição) o cenário mais provável é o da reeleição. A economia rondoniense pelos números que se conhecem está muito próxima da estagnação. E nem poderia deixar de ser assim. Afinal os dirigentes públicos (e ai não se pode incluir apenas o governador) caminhou no retrocesso, deixando de realizar as reformas fundamentais. Nosso setor produtivo não recebeu nem os incrementos mínimos para pelo menos manter a produtividade. Várias denúncias foram feitas nos limites do legislativo de que nem as sementes de feijão foram entregues aos produtores.

BARRA PESADA

Sem o incremento do setor produtivo não há, também, geração de empregos, e não há como garantir melhorias e mudar o patamar do padrão de vida dos moradores (em curto prazo).
Acho difícil fazer promessas com garantias de que 2015 será um ano melhor. Seja lá quem for eleito em outubro não escapará das necessidades de promover o ajuste clássico sem (pelo menos) evitar o sofrimento do aperto salarial contra os servidores, etc.etc.
Se o escolhido para comandar o estado continuar dando guarida aos que ao longo do tempo se mantém encastelados próximos do Palácio Getúlio Vargas não será possível implementar as mudanças para corrigir os rumos econômicos.

ENFRENTAR PROBLEMAS

E, pelo andar da carruagem a tendência é que as forças não desejam mudanças estarão influenciando no poder, seja qual for seu titular, escolhido pelo voto do povo.
Quem jogar as fichas numa previsão de aprofundamento do estresse será menos surpreendido com o que vem por ai. Esse estado não pode mais desperdiçar suas chances, como ocorreu nestes últimos anos em relação ao volume de investimentos privados (e públicos) dentro da implementação das hidrelétricas do Madeira.
Se o próximo governador for desse tipo que se recusa a enfrentar os problemas, o custo para o ajuste necessário será cada vez maior e, como sempre, recairá sobre o lombo do povo.
Para Rondônia, as mudanças nos métodos de gestão são inevitáveis. Só com elas o estado mudar de patamar em termos de crescimento e melhorias no padrão de vida para suas próximas gerações.

PARALISAÇÃO

Agentes da Polícia Federal farão uma paralisação no dia de hoje, em todo o Brasil. Assim, vão marcar o Dia Mundial de Luta contra o Câncer. Em frente às unidades da PF, os policiais vão realizar o velório da Segurança Pública, pois consideram a burocracia e a falta de investimentos os grandes cânceres das polícias brasileiras.

MAIS COMIDA

Servidores do município de Rolim de Moura poderão comer mais a partir desse mês. O prefeito Cesar Cassol anunciou o aumento do auxilio alimentação. O reajuste eleva os 277 reais para 400 reais a partir desse abril.

LÚCIA TEREZA

Uma mulher pioneira em Rondônia, com larga experiência na gestão pública e também na representação popular, não definiu ainda se disputa novamente a eleição para o cargo de deputada estadual ou federal, como se cogitava nos bastidores de seu partido. Lúcia é certamente um ícone na região de Espigão d’Oeste. Sua resistência a voltar à política é os problemas de saúde de seu marido que, afirma-se, sofreu recentemente uma nova cirurgia. Certamente seu retorno a Assembleia contribuiria para melhor o nível da representação estadual rondoniense.

PREGO BATIDO

Está praticamente confirmada a aliança do PSC com o PSDB. Ontem o tucano Expedito Júnior passou horas em conversas com vários representantes partidários numa reunião acontecida na sede do Diretório do PSD. A coordenação do evento teve o dedo do presidente do PSC, Edgar do Boi. O nome de Neodi Carlos está fechado para integrar a chapa majoritária que, como se diz, terá o tucano emplumado na cabeça.

CONTAMINAÇÃO

O deputado Ribamar Araujo, do PT, exigiu ontem da Vigilância Sanitária maior controle sobre os peixes disponíveis para os consumidores de Porto Velho. Segundo o parlamentar, há um risco muito grande de que os peixes pescados em áreas de alagação estejam contaminados.

REGRA TRÊS

Se o deputado Maurão de Carvalho for preterido para a candidatura de governador, poderá ser chamado a integrar a chapa majoritária apoiada por Ivo Cassol como candidato a vice ou mesmo ao Senado. E, como se ouviu, o deputado Maurão poderá aceitar já que não pretende mais disputar outro mandato no parlamento estadual.

UFA!

Empresa criada para promover o desenvolvimento urbano de Porto Velho, a Emdur pouca coisa fez ao longo dos anos para cumprir o seu papel. Mas agora, a Emdur tem novo fôlego, como anunciou seu próprio presidente, Gerardo Martins. “Sessenta e dois dos sessenta e oito bairros de Porto Velho já tiveram devidamente mapeados os pontos de luz queimados a serem substituídos. O levantamento, em grande parte foi realizado com a ajuda das associações de bairros” revelou o engenheiro.

AZUL VOANDO

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) um voo extra entre Porto Velho e Rio Branco para atender à demanda da população após a cheia do Rio Madeira, na fronteira entre Rondônia e Acre. A elevação do leito do rio a quase 20 metros acima do nível normal impede o tráfego pela única rodovia que liga os dois estados. A expectativa da companhia é operar o voo extra de 5 a 31 de maio.

RAUPP

Não se falou de outra coisa ontem nos escaninhos da cidade: “A Queiroz Galvão andou premiando o PMDB rondoniense, quando comandando pelo Raupp, com dinheiro de propina para financiar campanha!”. Ora, logo o Raupp que está na vida pública para servir o povo e o país? Perguntei. E, claro, disse que não acredito. Até porque o Raupp é da cepa antiga. Não faz política para ganhar dinheiro. É um moço muito humilde lãs das bandas de Rolim. Deve ser intriga da oposição. Certamente as explicações do barbudo de Rolim são satisfatórias…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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