Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais por Gessi Taborda – Queda de imagem

 A imagem de que o governo confuciano era corrupto e não merecia credibilidade começou a ser construída com as tramoias que Batista fazia da Secretaria de Estado da Saúde, de onde saiu para uma boa temporada na prisão.

Houve um tempo em que muita gente – devido à exposição conseguida na mídia, como deputado – acreditava que Confúcio Moura estava entre os melhores políticos rondonienses. E nem assim naquela época ele conseguiu ser candidato do seu partido ao governo rondoniense. Primeiro ele precisou deixar o parlamento para tornar-se prefeito de Ariquemes. A prefeitura serviu de trampolim para sua chegada ao Palácio Getúlio Vargas.

Porém (e sempre tem um “porém”) a imagem de um bom político, especialmente cultor da transparência, foi se revelando para a opinião pública como uma farsa. A imagem de que o governo confuciano era corrupto e não merecia credibilidade começou a ser construída com as tramoias que Batista fazia da Secretaria de Estado da Saúde, de onde saiu para uma boa temporada na prisão.

SEM DEIXAR SAUDADES

Mas, dizia Magalhães Pinto, a política muda como nuvem. Se quando estava no auge de símbolo da moralidade Confúcio não conseguiu ser o candidato ao governo de seu partido, agora quando está desmoralizado no exercício do primeiro mandato e enfrentando a maior rejeição que um governador já teve em Rondônia, ele é aclamado como candidato a reeleição.
Confúcio tem sorte de estar num partido cujo único medalhão é Valdir Raupp, mais interessado em reeleger a mulher como deputada do que disputar, novamente o governo estadual.
Poucos dias antes de 28 de março o governador Confúcio não escondia o medo de encarar novamente o povo rondoniense, e, sobretudo os servidores públicos. Por isso resistia às pressões, garantindo não pretender disputar a reeleição.
Se o chamado filósofo caboclo mantivesse sua decisão de recolher os flaps e não encarar as urnas, sairia sem deixar saudades. Só os parceiros desse “governo da cooperação” sonham com sua permanência, imaginando que continuarão tendo a “cooperação” de quem detêm a chave do cofre do estado.

SORTUDO

Confúcio tem muita sorte. Quebrou o estado, deixou a roubalheira pintar o sete no seu governo, não sofreu nenhuma investigação séria (principalmente pela Assembleia) e vai enfrentar uma batalha eleitoral sem a presença da oposição de verdade.
Ele que estava perto de sair do palácio pela porta dos fundos, escorraçado e com um destino muito pior, quando tivesse de enfrentar no futuro governo uma investigação séria, tem – exatamente pela fragilidade dos oponentes – até motivo para acreditar naquilo que Raupp classificou de largada vitoriosa. As oposições mequetrefes de Rondônia não foram capazes, sequer, de homenagear o filosófico peemedebista no Dia da Mentira.

ABSURDO

Objetivamente não há nada para motivar aquele espírito que se via nos torcedores rondoniense nas Copas anteriores. Não há aquele clima de empolgação, principalmente levando-se em conta que dessa vez a Copa vai ser realizada aqui, com jogos em capitais próximas, como Manaus e Cuiabá.
Bom, muitas pessoas (como o próprio colunista) estão achando um absurdo gastar 30 bilhões de reais com esse evento. É muito dinheiro para um evento que não está demonstrando ser vantajoso para um país com a situação do Brasil. É difícil entender um país incapaz de garantir educação, saúde e segurança de qualidade para o povo torrar tantos bilhões em estádios que, depois da Copa, não terão nem eventos para um público tão grande. Mesmo assim, quero ver a nossa seleção vencendo, levantando mais um caneco.

ECONÔMICAS

A produção industrial cresceu 0,4% em fevereiro, puxada principalmente pelo setor automobilístico. Este resultado somado a alta revisada de 3,8% em janeiro (dado preliminar foi de 2,9%), reverteu a queda do setor nos últimos dois meses de 2013. Apesar do resultado positivo, a criação de estoques em alguns segmentos pode sinalizar uma queda da produção para os próximos meses.
De acordo com a consultoria PSR, a probabilidade de o país ter de decretar corte superior a 4% na demanda de energia elétrica subiu de 24% para 46%. Segundo a consultoria, o volume de chuvas para  abril tende a ser menor do que o de março, aumentando os riscos de racionamento.
A pedido do líder do PSD, deputado Moreira Mendes (RO), a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) encaminhará representação ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para investigar supostas irregularidades nos contratos entre o grupo Rumo/Cosan e a concessionária América Latina Logística (ALL). O deputado Junji Abe (SP), subscreveu o pedido.

MUTIRÃO

A prefeitura da capital está anunciando um mutirão de dois dias (começando hoje) no distrito de Jacy-Paranã, que tem como principal meta desencadear ações preventivas quanto à disseminação de enfermidades, limpeza e retomada dos locais alagados, segurança no transporte fluvial e apoio aos atingidos. A mesma operação está prometida para as demais localidades atingidas pela cheia do Madeira.

ESSE É O TRABALHO

Graças ao esforço da vereança da capital, duas novidades vão entrar na composição do calendário oficial de eventos do município. E assim, pela “brilhante” iniciativa do vereador Aélcio Costa a capital rondoniense passa a comemorar o Dia da Família em 3 de fevereiro.
O vereador Cláudio da Padaria foi mais emblemático. A sua proposta é que se comemore oficialmente o dia (??) municipal do Novembro Azul para a prevenção de doenças masculinas como câncer de próstata e diabetes (ué, isso não dá em mulher ???). E bate o bumbo!

ABANDONO

Mais deputado expõe sua indignidade com o governo de Dilma Roussef, tão aplaudida pela bancada federal. Dessa vez que desancou o governo federal foi Adelino Folador (DEM). “O governo de Dilma Roussef virou as costas para Rondônia. Os órgãos federais estão abandonados e a transposição dos servidores não acontece por falta de vontade”, disse o parlamentar, que continuou: “o governo arrecada 100 por cento dos impostos nos municípios e não dá a contra partida em benefícios”. Além desse destaque municipalista, o deputado acrescentou o abandono com as estradas federais rondonienses, especialmente a BR364, “que é uma buraqueira só”.

Fonte: Gessi Taborda

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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