Em Linhas Gerais

Pesquisas: governador Confúcio Moura não conseguiu reduzir sua alta rejeição e nem convencer a maioria dos eleitores rondonienses- por Gessi Taborda

CENSURA

CENSURA-1No próximo dia 5, quando você for votar, refita sobre isso: Políticos estão tentando, tentando, calar a imprensa. Eles têm poder, mas não têm razão. Cuidado com eles. A sentença que proibiu a circulação da revista “Isto É”, mesmo a Constituição de 1988 não admitindo mais censura, foi para atender Cid Gomes, governador do Ceará. Tem o cheiro do ralo e do pior e nefasto resquício da ditadura militar.

 

ENGANAÇÃO

acirNão dá para entender porque a Justiça Eleitoral permite que o multimilionário político Acir Gurgacz continue armando uma grande confusão na cabeça do eleitor ao fazer uma propaganda mais própria para cargos do Executivo e não do Senado.

O eleitor não deveria ser manipulado dessa maneira, correndo o risco de votar num candidato ao senado, iludido com as promessas de  Acir sobre a  construção de creches, de hospitais, de escolas, etc. Tudo uma falácia, pois isso não é e nem nunca foi competência de legislador. Esse tipo de propaganda mentirosa deveria ser proibido no horário eleitoral.

É UMA VERGONHA

vergonhaEstá completando cinco anos a construção do IFRO na avenida Calama, em frente ao (vá lá!) Parque da Cidade. É obra federal que serviu de campanha para uma infinidade de políticos do estado, inclusive à dona Fátima Cleide. Em termos comparativos a obra está demorando muito mais que o Tahj Mahall. Imagine, por exemplo, se as promessas de gente como o Raupp – de que a ponte do rio Madeira na BR-364, garantindo ligação com o Acre e a Rodovia do Pacífico vai mesmo ficar pronta até o final de 2016, é digna de crédito.

INDÍCIO

Um claro indício da péssima situação econômica da cidade. Com o esvaziamento da capital rondoniense, onde vários empresários investiram pesado no ramo de hotelaria, os hotéis estão com suítes sobrando e preços de pensão de interior.

PERSIVO

BandeiraRespondendo pergunta sobre as bases atuais da economia rondoniense, o consagrado e respeitado economista local, doutor Silvio Persivo disse mais ou menos a mesma coisa, demonstrando que Rondônia está descendo ladeira abaixo e poderá até chegar ao fundo do poço se o próximo governo não calibrar a rota economia estadual. O nosso guru da economia não fala, mas o crescente número das famílias rondonienses endividadas, o cancelamento de investimentos programados pela iniciativa privada, o aumento exagerado da dívida pública, tudo isso leva a crer que o Estado está na iminência de quebrar. Com tudo isso, como o atual governo ainda teve a audácia de pleitear mais um mandato?

JÁ VAI COMEÇAR

Eleicoes1É assim que funciona: termina a eleição de presidente e governador nesse ano e já começa outra, com vistas a conquista do poder municipal. E a população de Porto Velho tem um compromisso para 2016: não errar de novo na escolha do prefeito.

As vaias dedicadas a Mauro Nazif na inauguração da ponte que liga Porto Velho a coisa nenhuma é o sinal de que a população de Porto Velho está vivenciando, outra vez, a falência total da gestão municipal, com a certeza de que a capital que completará seu primeiro centenário não aguenta mais um novo mandato mequetrefe. As vaias na ponte foi um simples trailer do que vai acontecer.

O ELDORADO

pesquisa33Fiquei imaginando, depois de ler na mídia de ontem (16) o resultado da última pesquisa do Ibope, praticamente garantindo a vitória de Expedito, porque o governador Confúcio Moura não conseguiu reduzir sua alta rejeição e nem convencer a maioria dos eleitores rondonienses com a mensagem eleitoral em que apresenta a nossa Rondônia como o verdadeiro “Eldorado” do Brasil e especialmente da região norte.

A mensagem do governador garantindo que Rondônia sob o seu comando vive um progresso espantoso, não está. Pelos números divulgados na pesquisa do Ibope contribuí para levar Confúcio ao abismo. Faltou-lhe pelo visto a capacidade de observação e raciocino dos verdadeiros filósofos. Essa imagem de “Eldorado” só é partilhada por aqueles que receberam benesses do governo que termina.

NA PROPAGANDA

pesquisa33Além do “espantoso” progresso que Confúcio afirma existir no estado durante sua gestão. Na propaganda eleitoral de reeleição do governo, por aqui as pessoas não morrem nas portas e nos corredores de hospitais. Não há criminalidade e violência. Ensino público é de qualidade. A segurança pública não merece reparos. Pessoas mortas ou mutiladas em acidentes são quase imperceptíveis.

Com afirmações desse tipo, é fácil compreender porque o marketing eleitoral do governador não está dando certo. Ele exagera na mentira, na materialização de um “Eldorado” que é apenas mito. Fica muito evidente, fácil para o eleitorado perceber esse teatro absurdo.

PESADELO

pesquisa33As soluções mágicas de Confúcio se converteram naquele pesadelo que transforma o seu “Eldorado” em simples miragem. O povo – é o que demonstra o resultado da pesquisa do Ibope – se convenceu de que se o governo não fez até agora, não merece credibilidade de que faria num novo mandato.

Benza Deus, o estado está em plena recessão. Não gera os empregos necessários para a nossa juventude. E como negar que essa juventude (sem esperanças) consome cada vez mais drogas, que falta vigilância para impedir o contrabando (visto nas ruas no tolerado comércio de venda desses produtos ilegais), a entrada de armas.

A linda fantasia da propaganda eleitoral de Confúcio vai acabar. O povo vive a realidade cruel que em determinadas circunstâncias da até vontade de chorar. Afinal, não é isso o que acontece diante da miserável condição de saneamento básico em que vive o estado?

COMPROMISSO

Bandeira2Na próxima segunda-feira a UNICEF, agência da ONU, lança um documento onde desafia todos os candidatos aos cargos executivos da presente eleição a colocar em suas agendas as principais propostas em favor de uma política para as crianças de todo o Brasil.

Os sete desafios do UNICEF são:

1) Eliminar as mortes evitáveis de crianças menores de 1 ano de idade e reduzir a mortalidade infantil indígena; 2) Garantir que cada criança e cada adolescente de 4 a 17 anos tenham acesso a escolas públicas inclusivas e de qualidade, aprendendo na idade certa os conhecimentos correspondentes a cada ciclo de vida; 3) Reduzir as altas taxas de homicídio contra crianças e adolescentes; 4) Garantir o acesso à justiça para todas as crianças e adolescentes; 5) Assegurar que adolescentes e jovens participem da vida democrática do País; 6) Reduzir o número de cesáreas desnecessárias; e 7) Garantir a atenção humanizada e especializada para adolescentes e jovens nos serviços de saúde.

PARA O FUNDO

Bandeira2É comum os partidários do governo jactarem-se de que o Brasil ser considerado “a oitava economia do mundo” (alguns acham que estamos na 7ª posição) e, por isso, não ser verdade as previsões sobre um desequilíbrio ainda maior no próximo ano. Quem acha que tudo vai bem e que no próximo ano a situação vai melhorar se o governo de Dilma se mantiver, não deve estar bem informado da realidade. O Brasil está no fundo do poço: PIB quase negativo, inflação descontrolada, País em recessão técnica e com a imagem arranhada, investimentos sumidos, indústrias sucateadas e corrupção desenfreada.

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by