Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: A imagem de PMs presos e algemados é uma síntese do estado de falência do governo do PMDB – por Gessi Tabordado PMDB

GOVERNO FALIDO

cpa22A prisão nessa semana de (até agora) 9 policiais de um único batalhão, supostamente envolvidos com o tráfico de drogas, extorsão e outros crimes, mostra bem o estado de falência da gestão do governador Confúcio. Desmente de forma clara sua propaganda eleitoral e seu esforço para vender a imagem de uma Rondônia mítica, como se fosse uma Shangrilá.

A imagem de PMs presos e algemados é uma síntese do estado de falência do governo do PMDB. Tão forte e tão relevante como as outras produzidas ao longo de sua gestão, inclusive com a prisão de um suspeito que dormia no próprio apartamento de Confúcio, por uma dessas operações de combate à corrupção desenvolvidas pela Polícia Federal.

PORTA DOS FUNDOS

cpa22Não existe debate, não existe discussão: o resultado da pesquisa divulgada nesta semana pelo Ibope, mostrando que na disputa pela reeleição Confúcio não passa de 28%, enquanto Expedito Júnior está com 35%, sinaliza que Confúcio vai sair pelas portas dos fundos de sua gestão, consagrado como o governo que afundou o estado em acontecimentos escabrosos.

A prisão desses militares convertidos sócios da S/A do crime não deixa nenhuma dúvida de quão avacalhado e melancólico foi esse governo que também destruiu o sistema de segurança pública do estado.

E FICA ASSIM MESMO

cpa22Se o governo fosse sério, a cena da operação Naclo prendendo PMs que agiam como bandidos deveria ser o suficiente para provocar a exoneração de integrantes do comando da força ou – como o governo é constitucionalmente o comandante supremo da PM – ou até um pedido de renúncia do cargo.

Não é de hoje que fatos semelhantes durante essa gestão que termina no final desse ano balizaram os sinais de falência do governo de Confúcio. E como sempre, tudo fica assim mesmo. Talvez, conformado com o cenário de derrota, Confúcio já não se preocupa mais de entrar para a categoria dos desastres políticos desse jovem estado.

TIRO NA TESTA

jOAQUIM bARBOSAInformações da jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, afirma que a campanha de Aécio Neves (PSDB-MG) pode ter um apoio de peso nesta reta final, a do ex-ministro Joaquim Barbosa. “O ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) já foi abordado mais de uma vez por tucanos que tentam convencê-lo a fazer algum gesto de adesão ao candidato”, disse a jornalista.

Joaquim Barbosa é o principal símbolo do combate à corrupção e ao aparelhamento do estado promovido pelo PT nos últimos anos. Por intervenção direta dele, parte da cúpula do partido foi parar atrás das grades. Antes das eleições Barbosa aparecia bem nas pesquisas presidenciais, sua entrada na campanha de Aécio, ou em qualquer campanha, seria um tiro na testa da campanha petista.

FALA MESSIÂNICA

aecioCorrendo o risco de terminar a caminhada com apenas um dígito, o senador Aécio Neves (PSDB) tenta ainda disparar um tiro de misericórdia, apelando para uma “onda de consciência”, que, segundo ele, irá se abater sobre o eleitorado às vésperas do dia 5 de outubro. A julgar pelo comportamento dos próprios tucanos rondonienses e demais simpatizantes do 45 em Porto Velho, a fala messiânica tem baixas possibilidades de se concretizar. A disputa já não pertence a ele.

EUFORIA

acirHá um clima de euforia entre os defensores da candidatura de Acir Gurgacz diante dos índices da pesquisa do Ibope (a dessa semana), colocando o senador (que não precisou de votos para tomar a cadeira de Expedito) na liderança da disputa senatorial.

Quem lembra do antigo episódio em que Chagas Neto (hoje na coordenação da campanha de reeleição de Confúcio) foi favas contadas – segundo o Ibope – para o Senado, sabe que a euforia pode se converter em mais uma destoante resultado do que se sente nas ruas.

Para o senado, em Rondônia, os números sempre foram como montanha-russa e daqui para o dia cinco poderá apresentar uma variação completamente inesperada.

ENVERGONHADO

Elefante_brancoEmbora Roberto Sobrinho, do PT, tenha protagonizado uma gestão vergonhosa na capital; deixando de herança (só para falar do exemplo mais clássico) os “viadutos” transformados na manada de elefantes brancos (que ele, na maior cara-de-pau, anunciava como a maior obra rodoviária urbana do país) tem muita gente apostando na vitória do personagem como uma votação surpreendente. Quando você pergunta ao seu interlocutor se votará no ex-prefeito ele não confirma nada. Esse tipo de decisão recebeu um apelido: “Voto envergonhado”.

REZA

vidente1O cenário atual é mesmo de deixar o PT rondoniense com níveis de estresse acima do normal. Seu candidato padre não conseguiu avançar. Essa última pesquisa (do Ibope) divulgada durante a semana revela uma acomodação de votos. E nessa acomodação o tom da candidatura petista é de tristeza. A disputa continua não pertencendo ao padre que, pelo visto, só ganhará do Pimenta.

MUITA ESPERANÇA

PSDCNo comitê do presidente regional do PSDC, Edgar do Boi, que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados existe muita esperança e nada de zona de conforto.

Dirigente partidário experiente, Edgar do Boi tem orientado seu “staff” a buscar motivações para tirar leite de pedra nessa reta final.

Edgar tem percorrido o estado e sentindo nas ruas a pressão daqueles “concorrentes” que estão jogando rios de dinheiro, enquanto ele apenas se apresenta como um candidato que pretende fazer a diferença positiva na política do estado. Para Edgar, que essa semana concentra seus esforços em Porto Velho, parece cada vez mais factível o plano de se eleger e por isso, a movimentação de seus correligionários se dará até o ultimo minuto da campanha.

FACTÓIDES

FACTOIDEE a prefeitura de Porto Velho não se afasta do sistema de fabricação de factóides (coisas corriqueiras transformadas em “notícias”). “Semusa adquire dois novos veículos para auxiliar atividades administrativas” é o título de um deles. Ora, e eu com isso, se a prefeitura (finalmente) conseguiu compra mais dois veículos para sua enorme frota? Enquanto, sobre a vaia dada a Nazif na inauguração da ponte (que liga Porto Velho a coisa nenhuma) nem sequer uma linha. Mas certamente, o rapaz metido a comunicador de uma TV local continua ganhando um super-salário para fazer isso…

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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