Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Esse é o comentário dos “potins”: bateu o desespero na incompetente coordenação política da candidatura chapa branca-por Gessi Taborda

FRASE

CENSURA-1“Justiça que serve aos poderosos e descumpre a Constituição não é Justiça”. Jornalista Hélio Fernandes sobre a decisão da Justiça determinando a retirada da revista Época das bancas de todo o país, para atender o governo do Ceará.

 

PREDADORES

JUNIORÉ impossível para um candidato na liderança da corrida sucessória escapar de predadores. Ontem figuras como Ayres e do Vale faziam cerco ao candidato com maiores chances de chegar ao governo. Embora tenham sumido do mapa rondoniense, os dois parasitas não estão extintos. Certamente estão procurando já garantir alguma boquinha próxima do erário do estado. Como Expedito está prometendo um governo de reconstrução não deverá dar guarida a personagens visceralmente corruptos.

SEM SAIDA

eleiçõeseeQuanto mais próximo do dia de ir às urnas, mais aumenta o sentimento de que estamos num beco sem saída. Infelizmente, chegamos a este quadro de “democracia e fragilidade”: Executivo demagogo e populista; Legislativo sem ética e moral; Judiciário lerdo e sem condições de tirar do jogo aqueles políticos que deveriam ser jogados na caçamba de lixo.

NIVER

herminioO presidente da Assembleia Legislativa foi surpreendido ontem ao chegar ao seu gabinete com uma festinha bancada por servidores da Casa. E foi ai que José Hermínio se lembrou de seu aniversário: 48 anos. Hermínio, candidato à reeleição, é certamente o mais querido presidente do Legislativo, desde sua fundação.

As manifestações de carinho que recebe são espontâneas. A maneira com tratou os servidores de legislativo durante sua gestão se contrapôs aos métodos dos presidentes anteriores que praticamente nada fizeram em favor dos servidores de carreira, a não ser subtrair dos mesmos direitos adquiridos.

DESESPERO

cpa22Esse é o comentário dos “potins”: bateu o desespero na incompetente coordenação política da candidatura chapa branca, depois da sinalização negativa do Ibope.

E como o mar não está prá peixe, o desnorteado filósofo de araque procura meios prováveis para convencer o cidadão-contribuinte-eleitor de que Rondônia é uma “Shangilá”, como aparece no programa eleitoral do candidato a reeleição.

Ontem o próprio filósofo confuso ficou um bom tempo no Teatro Estadual, participando de tomadas que, certamente, serão mostradas na TV, com imagem editada de um teatro que não está pronto.

Se bobear o telespectador não verá o tapume em torno da grande parte da obra (de mais de 20 anos) inacabada. O teatro já teve uma inauguração. Querem inaugurar de novo. E tudo isso é pura cascata.

DINHEIRO OU PALHAÇADA

DinheiroDesesperados com uma possível derrota eleitoral, alguns candidatos a deputados federais estão jogando dinheiro na rua como nunca. Uns fazem verdadeiro terror em chefetes religiosos (que vendem apoio) para exigir fidelidade dos “irmãos”, outros estão distribuindo dinheiro para aumentar o número de cabos eleitorais, outros gastam fortunas com a propaganda colocada nas casas e nas ruas. Teriam melhor chance se imitassem o “Tiririca”.

PLANOS & METAS

Olho vivoNinguém mais cai nessa armadilha de planos e metas, pois os eleitores estão vacinados contra esses engodos e sabem de cor e salteado o conteúdo dessa enganação. A segurança, a saúde, o transporte e a educação sempre encabeçam o rol de promessas, no entanto tudo isso continua em estado lastimável. Essa conversa de plano, especialmente feito por quem quer um novo mandato, não cola mais. Se o plano foi omisso e falho no primeiro mandato por que seria confiável para um segundo mandato?

MAIS BARATO

PetrobrasQualquer pessoa minimamente informada sabe que a CPI da Petrobrás é uma farsa, desde que foi instituída, com a clara intenção do governo de não apurar nada. A convocação de Paulo Roberto Costa foi a continuidade da farsa, pois todos tinham conhecimento de que ele estava orientado para permanecer em silêncio, para não prejudicá-lo na obtenção de sua redução de pena. Não era necessário montar o circo do deslocamento de PRC do Paraná para Brasília. Por isso existe a videoconferência. Esse bizarro acontecimento evidencia a necessidade imperiosa de varrer da Câmara e do Senado este bando de vendilhões da Pátria. Só assim a verdadeira mudança poderia ser iniciada, com verdadeiros patriotas conduzindo o nosso país.

SOBRINHO ENROLADO

robertoA Lei Ficha Limpa, em pleno vigor, não impediu que um número de políticos enrolados na Justiça se apresente como opção ao eleitor. Reconhecidos corruptos que não tiveram condições de passar por uma brecha da Lei acabam seguindo adiante na vida pública, colocando laranjas e parentes para disputar as eleições. E na maior cara de pau, esses candidatos se anunciam para o eleitor como “a mãe de fulano” ou o “filho de sicrano” e “o parente de beltrano”. As máfias estão, assim, presente no pleito e fazer o máximo para eleger seus prepostos.

Lamentavelmente a Lei Ficha Limpa não foi suficiente para barrar os processados e até condenados por práticas corruptas. E assim o ex-prefeito Roberto Sobrinho, que responde (até agora) oito ações na Justiça Federal (várias por improbidade administrativa) e teve suas contas rejeitadas no Tribunal de Contas da União segue com sua candidatura, como se fosse um cidadão acima de qualquer suspeita.

VITÓRIA DE PIRRO

robertoSobrinho está fazendo uma campanha aparentemente milionária. Pode imaginar ser possível conseguir uma blindagem caso ganhe a eleição. Terá, certamente, mais facilidade para paralisar as movimentações processuais.

Se o povo compreender essa realidade, Sobrinho terá de ser desdobrar para resolver os pepinos existentes contra ele na Justiça.

Mas a uma hipotética vitória eleitoral não livra o prefeito de outro perigo: a convalidação pela Câmara Municipal de suas contas rejeitadas (outra vez) pelo TCE. Uma decisão dessas pode inviabilizar, pela inelegibilidade, a permanência de Sobrinho na vida pública. E ai, tudo acabará na chamada “vitória de Pirro”.

MOREIRA E MAGNO

eleiçõeseeA Justiça eleitoral aprovou o registro da candidatura e ele está em plena campanha. Mas o deputado Moreira Mendes (PSD-RO), que busca um posto no Senado continua sob a contestação da Justiça contra a decisão do TRE rondoniense, que liberou sua candidatura. Essa contestação pode até não eliminar o candidato da corrida eleitoral imediatamente. Mesmo assim pode influir na decisão do eleitor, pois Moreira ainda não tem garantias de que terá seus votos validados.

IRMÃO DO OSCAR

vergonhaEle é nome importante que gravita em torno do poder há anos. Tem muita influência na política mineira. Clésio Andrade é irmão de Oscar Andrade, que já foi importante empresário do transporte público de Porto Velho. Foi também deputado federal, membro da bancada rondoniense.

Clésio Andrade é suspeito de comandar um esquema de desvio de recursos públicos que movimentou R$ 20 milhões em dois anos. A Polícia Federal investiga o pagamento de gratificações desproporcionais aos servidores do Sest/Senat e o uso de funcionários e empresas fantasmas para desviar recursos.

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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