Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: O futuro de Porto Velho interessa a todos os rondonienses- por Gessi Taborda

A GRANDE POLÍTICA

No próximo dia 02 de outubro a capital rondoniense comemora seu primeiro século de existência como município. A lei que criou o município (até então pertencente a Humaitá, no Amazonas) foi assinada e promulgada pelo Jonatas Pedrosa, em 1914. A efetiva instalação do município demorou mais um pouco (24 de janeiro de 1915). Assim, o primeiro centenário de criação efetivamente se dá no próximo 2 de outubro. A coluna vem tratando desse tema, sobretudo nas edições de abertura da semana, como acontece agora, por entender que esse primeiro centenário se reverte de um grande simbolismo e, por isso mesmo, deveria ser comemorado condignamente pela prefeitura e até pelo governo estadual. A data poderia servir de um marco para o renascimento da grande política esperada pelos rondonienses de hoje, mas isso não irá acontecer, por culpa principalmente das gestões desastrosas das últimas décadas a que nossa capital se sujeitou.

 

PROTAGONISTAS MELHORES

É uma feliz coincidência que o primeiro centenário de nossa capital se dê exatamente no mês em que a mobilização eleitoral está no ápice da escolha de deputados estaduais e federais, além do senador da república. O processo eleitoral  terá desdobramentos no segundo turno para os cargos de Presidente da República e governador do estado.

E graças a esse ambiente de debate político, podemos afirmar sem possibilidade de erro que nossa capital não sentirá nada muito especial na rotina de sua vida ao completar esse primeiro centenário, exatamente pela falta de protagonistas sem medo do futuro, com capacidade de gestão e de intervenção na vida urbana, com políticas claras para os setores da economia, da cultura, do desenvolvimento em geral.

 

FUTURO INCERTO

O futuro de Porto Velho interessa a todos os rondonienses e não somente aos moradores da capital. Com o prefeito que temos certamente o futuro da cidade é incerto. Talvez demore outros 100 anos para que as grandes reformas estruturais, necessárias para garantir um crescimento sustentado e o avanço na qualidade de vida tão sonhado, aconteçam de fato.

Este momento eleitoral e coincidentemente o do primeiro centenário deveria inaugurar – junto com a sociedade portovelhense – o debate sobre as grandes políticas para nossa capital, a ser efetivamente implementadas nas próximas décadas.

 

SECRETARIA METROPOLITANA

Apenas um candidato na disputa do governo rondoniense tem procurado responder às indagações feitas pelos moradores de Porto Velho, firmando um compromisso de realizar intervenções na capital, se possível com a parceria da prefeitura, para conceber um pensamento metropolitano, construindo obras efetivamente indutoras de um progresso econômico nos setores de sua maior vocação, como o turismo, a indústria e a logística. Apenas Expedito Júnior, o candidato do PSDB, tem defendido claramente a criação de uma pasta voltada para as políticas da metrópole que completa seu primeiro centenário.

 

BRINCADEIRA INFANTIL

O lamentável prefeito Mauro Nazif não fará nada para se transformar no prefeito transição do centenário. Será só mais um ocupante do paço municipal que – pasmem! – anuncia como sua grande iniciativa na comemoração da data simbólica apenas uma “festa do centenário de Porto Velho para crianças” (título de factoide de sua Comdecom) que – pasmem de novo leitores! – precisou da pareceria de uma cantora completamente desconhecida (Kira Garcês) que produzirá a festa (no dia 28m na praça Aluízio Ferreira)  por sabe-se lá qual preço a ser pago pela municipalidade.

 

DEBATE? DE JEITO NENHUM

E como o tal prefeito vem se revelando desde o início de seu governo como mais uma autoridade parva, até mesmo a oportunidade, pela simbologia da data, não se espere a realização de debates, seminários ou coisa aparecida para, por exemplo, procurar e apontar alternativas a uma eventual instabilidade dos mercados e da recessiva economia que já se tisna o horizonte de geração de emprego e renda, a ser enfrentado por Porto Velho a partir do próximo ano.

Também não se esclarecerá nesse centenário se vai se fazer uma reforma (coisa das mais necessárias) na utilização dos recursos do município, tendo em vista reduzir desperdícios visíveis, bem como da dependência das contribuições nacionais, buscando racionalizar o orçamento comunitário.

 

GESTÃO CONJUNTA

A proposta de criação da Secretaria Metropolitana feito por Expedito Júnior só terá sucesso se houver a criação de um instrumento de gestão conjunta para intervenções na área da capital, com a tal secretaria funcionando como uma espécie de agência de fomento econômico e social.

Difícil acreditar que um prefeito incapaz de afastar a parentada de sua administração, mesmo tendo historicamente sido contrário ao nepotismo, aceite compartilhar seu “poder” com uma retaguarda política negocial – mesmo que seja bom para a comunidade – mais sólida do que a própria prefeitura.

 

EXAGERO

O senador (ainda) Ivo Cassol sempre foi assim, exagerado, na colocação de seus pontos de vista. Mas se julgar um perseguido político na mesma linhagem de Tiradentes, convenhamos, é alguma coisa completamente absurda. Cassol – sejamos realistas – recebeu uma condenação que certamente vai aposentá-lo precocemente da vida pública, possivelmente como derivação do complexo de vira-lata sempre presente nas gestões dos governantes do Estado. Se pensasse realmente grande, certamente não teria caído nessa enrascada. Acreditar na própria inocência é um modo de encontrar um pouco de conforte nessa enorme tempestade à sua frente.

 

E CONTINUA

E parece estar tudo liberado na propaganda eleitoral. Os responsáveis por essa propaganda (e os próprios partidos adversários) não irão proibir o candidato a senador Acir Gurgacz de continuar mentindo ao eleitorado, fazendo promessas de executar obras (em todas as áreas) que são, como se sabe, da competência do Executivo. Parlamentares (como é o caso do Senador) não tem essa atribuição. O eleitor mais fácil de ser enganado pode estar acreditando nas promessas de Acir e decidir dar-lhe o voto enganado por uma mentira repetida e, pelo visto, aceita por quem fiscaliza essa tal de propaganda gratuita (???) no rádio e na TV.

 

PERGUNTINHA

Como pode a sra. “presidenta” falar em sua propaganda política que no seu governo não houve corrupção e no próximo mandato a “luta” contra a corrupção vai ser ainda maior? É falta de óleo de peroba?

 

INVERSÃO

O prefeito não foi capaz de dar utilidade à faixa transformada em área de estacionamento proibido na Avenida Calama, que serve apenas para alimentar a fúria de sua fábrica de multas. Deveria liberá-la o trânsito de todos os veículos, pelo menos e não mantê-la como um corredor de ônibus que ninguém sabe e ninguém viu. É algo como a inversão do trânsito no período central da Sete de Setembro. O Ministério Público precisa urgentemente ver isso, afinal, mudar de lado como se muda de roupa numa cidade como Porto Velho, de ruas estreitas, não é normal, mesmo vindo de um fraco prefeito.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by