Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: A essência do Petismo, tem bolsa pra tudo- por Gessi Taborda

A PONTE

ponte2Não faltaram bajuladores na inauguração da ponte sobre o rio Madeira, a ponto de praticamente ninguém noticiar, por exemplo, a vaia dada (entre outros) ao prefeito dessa sofrida capital rondoniense.

A coluna não pode deixar de registrar mais uma vez uma triste realidade: a ponte que custou centenas de milhões de reais e certamente fez a alegria de uns poucos é na verdade um símbolo da falta de planejamento público. Ela não passa de uma ponte que liga a capital rondoniense a coisa nenhuma, tendo em vista que a estrada para Manaus é um desses projetos colocado nas calendas.

Essa é o tipo de obra que serve para a gozação, para as charges cáusticas, como os tais “viadutos” de Porto Velho, que acabou na manada de elefantes brancos que a administração do PT deixou para a população portovelhense.

Se a ponte estivesse construída na ponta do Abunã, servindo ao tráfego dos veículos que demandam ao Acre (e vice-versa) seria realmente uma obra importante. Onde está não passará de um típico exemplo de desperdício do dinheiro público nesse Brasil.

ESTARRECEDORA

PetrobrasA situação desvendada no caso Petrobras é tão estarrecedora que deveria, imediatamente, provocar demissões, pedidos de afastamento, renúncias a cargos e candidaturas. Como nosso povo é meio desligado – sim, fui delicado – fica tudo como está na maior cara de pau do mundo e o governo ainda aparece como salvador da pátria. A mesma que ele afunda há doze anos. Fico, como cidadão, me questionando se Dilma, Aécio e Marina são de fato o que de melhor o processo político brasileiro pode apurar para colocar na disputa do cargo mais poderoso do País.

PAÍS TOSCO

PetrobrasO coitado do brasileiro que vai votar pela primeira vez na vida deve se perguntar: Meu Deus, essas são as opções para presidir o país? É parece não existir outra opção.

Viramos um país tosco. A presidente da República exige ser chamada de presidenta e fala “para mim fazer”. É o reflexo maldito da maldita baixa educação que permeia o povo tupiniquim.

OFENSA

ponte2A ponte – enquanto não existir ligação com Manaus – é uma ofensa ao contribuinte brasileiro, talvez maior do que a ofensa que se faz ao cidadão-contribuinte-eleitor rondoniense do que os milhões enterrados para fazer do canteiro central da única avenida expressa do estado (no trecho entre o HB e o Aeroporto Internacional (???) Jorge Teixeira) área de lazer de Porto Velho.

Salvo melhor juízo, é mais um símbolo da partilha de recursos públicos com empreiteiros amigos, sempre prontos para “construir” esses projetos fajutos que não existem em nenhuma outra capital do Brasil.

ESSÊNCIA DO PETISMO

Taborda4Essa é uma das mais antigas colunas no jornalismo rondoniense. Ela existe há tanto tempo para e por causa do leitor. Quando esse leitor pede, com critério, objetivo e discernimento, pelo e-mail acima, busco atendê-lo se, em sua manifestação existir um visível interesse público. E esse é o caso da leitora[email protected] que pergunta e ela mesma responde, dando sua síntese do petismo.

1- Vai transar? O governo dá camisinha. 2- Já transou? O governo dá a pílula do dia seguinte. 3- Teve filho? O governo dá o Bolsa Família. 4- Tá desempregado? O governo dá Bolsa Desemprego. 5- Não fez planejamento familiar e teve um filho de cada pai? O governo dá Bolsa Escola. 6- Vai prestar vestibular? O governo dá Bolsa Cota. 7- Bebeu a vida toda, não parou em emprego algum, não tem dinheiro para comprar remédios? O governo dá remédio de graça. 8- Não estudou e agora não tem dinheiro? O governo faz sorteio da casa própria. 9- Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.10- Virou bandido e foi preso? O governo dá o auxílio reclusão.

E presidiário com filhos tem direito a uma bolsa de 915 reais por mês, por filho, porque o coitadinho é criminoso, não podendo trabalhar para sustentá-los (Portaria 48 de 12.02.2009, do INSS).

PREMIANDO CRIMINOSO

PTTDiz ainda a leitora: “O sujeito mata seu filho e além dele ser tratado como um coitado, vítima da sociedade, você ainda passa a sustentar toda a família dele. Este deve ser o único país do mundo onde um criminoso é premiado e a família da vítima punida. Experimenta estudar, andar na linha, pagar as contas e os impostos, para ver o que te acontece. Trabalhe duro, pois milhões de pessoas que vivem do fome-zero, do bolsa-família, sem trabalhar, dependem de você”.

“CUMPANHEIRADA”

PTTA leitora continua: o PT contrata para cargos relevantes, altos salários, pessoas que vão “trabalhar”, por exemplo, dentro do Palácio do Planalto, ou nas prefeituras onde o partido é quem manda, para citar exemplos de governos petistas, com a missão de, usando mesa, luz, cadeira, cafezinho, computador, energia, água, tudo com dinheiro do brasileiro pagador de impostos, para fazer subversão e uma profusão de mentiras e calúnias, atacando adversários do partido sob o manto do anonimato. Descobertos, pois se trata de crime, os petistas governantes, políticos, responsáveis, que, certamente, de nada sabiam, ainda se vangloriam de mandar demitir os irresponsáveis. Que, certamente, então, caem nos programas de bolsas, etc e tal. Afinal, não existem vários nomes que passaram pela prefeitura de Porto Velho quando ela estava em mãos petistas e hoje respondem vários processos na Justiça, alguns até com condenações?

DESCONSTRUÇÃO

PTTPalavras como respeito, ética, probidade, valores, honestidade, caráter e outras nessa linha foram totalmente desconstruídas nas gestões de Lula e Dilma e nos governos por onde o PT passa, trocadas numa perversa inversão de valores pela apologia prática da imoralidade, da indecência, da ausência de escrúpulos, pudores e dignidade no trato da coisa pública e no respeito entre semelhantes.

O PT tem feito uma política de disseminação de ódio entre classes, enfrentamento entre etnias, confronto de valores, corrupção ativa, passiva, mentiras, falácias, aleivosias. Tem destruído qualquer padrão de moralidade construtiva. A tática está sendo usada agora, contra quem no passado foi apontada por eles mesmos como exemplo de retidão. Só que agora essa mesma pessoa ameaça o poder petista.

VAI PASSAR

PTTA leitora não esconde sua angústia com a política praticada no Brasil, mas, mesmo assim, mantém uma esperança de que isso vai ser modificado. “Depois que isso tudo passar – e vai passar, seja agora ou em 2018, ou antes, porque se Dilma lograr vitória já começará um governo sem moral – quem for eleito precisará atuar em duas frentes distintas: numa, reconstruir os fundamentos da economia, da justiça, do direito, enfim, recomeçar a pôr o Brasil no trilho do desenvolvimento unificado”.

E, continua, “em outra, reconstruir junto à imensa população ignorante e carente os valores da educação, do trabalho, como construção de riqueza e crescimento pessoal e familiar de cada um sem depender da demagogia do estado corrupto, do socialismo barato”. Como dizia Margareth Thatcher, “o socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”.

PÁGINAS TRISTES

PTTAo final de sua mensagem a leitora arremata: “os governos Lula e Dilma, o PT e seus aliado$ sem pudor, na linha da história, vão deixar escritas as páginas mais tristes da conquista da democracia brasileira, da qual se beneficiaram e que querem destruir; e mesmo tendo feito possíveis coisas boas, serão vistos como autores de uma frustrada tentativa de desconstrução do Brasil como país livre, soberano, democrático, de igualdades e liberdades.

O mal que o PT e seus aliado$ fizeram e fazem ao Brasil é imensurável. E as mentiras sobre a Petrobrás? Onde está tanto dinheiro desviado, superfaturado?”.

 

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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