Em Linhas Gerais

Os cem por cento de saneamento básico ficou apenas na promessa e capital continua abandonada

PENICO ENORME

Aproveite para pensar nesse país que pelo visto vai continuar ainda por muitos e muitos anos na mesma cantiga de sempre: o país do futuro!

O Brasil político é um penico de vagabundos.

 O BURACO É MAIS EMBAIXO

Em 2010, quem quisesse comprar a Petrobras teria que desembolsar R$ 380 bilhões. Hoje a nossa petroleira vale R$ 114,8 bilhões. E nesse cenário de vergonha ainda temos de ouvir dona Dilma pedindo a nós brasileiros que tenhamos calma, que aceitemos os sacrifícios de seu ajuste (qua!qua!qua!qua!) que em breve, muito em breve vamos sair do abismo e voltar a crescer. Ora, mas não foram os petralhas, o time do lulismo e do dilmismo, que torraram os bilhões da nossa empresa que foi orgulho nacional, sem pelo menos deixar o povo brasileiro saber para onde foi toda essa dinheirama?

Dá para acreditar na conversa dessa mulher e de seus asseclas? O Brasil que parecia ter futuro ai está na vergonha posição de botequim dessa “America Latíndia”, mais parecendo um bordel de esquina da economia mundial.

E pensar que sou do tempo em que saímos para as ruas gritando que “O petróleo é nosso!”. Mas esse pessoal da boina estrelada agiu como se a Petrobrás fosse deles, como se o petróleo pertencesse na verdade ao PT e seus principais partidos aliados.

Logo eles que sempre apontavam na direção dos outros partidos o dedo acusador, dizendo que “eram a burguesia disposta a privatizar a nossa petroleira…” E agora, não são exatamente eles quem estão privatizando e reduzindo a pó a nossa maior empresa?

 ASSIM DIZIA STÁLIN

Dillma Rousseff, durante a última campanha eleitoral, assim como Lulla acusou o PSDB de querer privatizar a Petrobras, estendeu a acusação para o perigo de Aécio Neves acabar com alguns direitos dos trabalhadores. O que temos hoje: a Petrobras está com um rombo de R$ 265,4 bilhões; Dillma reduziu o seguro-desemprego, o seguro-defeso (subsídio para pescadores em época de proibição de pesca), aumentou os juros creditícios para 12,25%, elevou o IOF de 1,25% para 4%, tudo isso dentro daquele velho estratagema proposto pelo carniceiro comunista Stálin: “Se você quiser derrotar o seu adversário, acuse-o de fazer as coisas que você faz”.

Mas não se esqueça do desenrolar dos fatos na nossa própria terrinha.

 CADÊ O ESGOTO?

Porto Velho teve sua experiência dramática com o comando petista. Aí está nossa Capital sem o esgoto e a água tratada com ligação de lote a lote. Cem por cento de saneamento básico ficou apenas na promessa. O principal papel no travamento dessa conquista aconteceu com a chancela do PT, mais especialmente do então vereador Cláudio, agindo a mando do pior prefeito que passou por aqui.

Nem água, nem esgoto e nem nada.

 DESALENTO CRESCENTE

É do jogo deles, bem sei, mas nem por isso deixa de doer quando vemos a nossa capital abandonada, cheia de elefantes brancos (batizados de viadutos) por onde torraram milhões e tantas outras coisas que ficaram apenas na promessa.

Cláudio e seu guru da época foram devidamente apeados da vida pública, mas ainda estão por aí outros petralhas aprofundando o cenário nada animador para o futuro de Porto Velho.

Com os governantes de hoje – que sempre estiveram atuando como coadjuvantes desse sistema petralha – o que está crescendo em nossa cidade é o desemprego, a violência urbana, o desalento brasileiro.

 REGRAS SEM CLAREZA

É difícil acreditar que com esse time o País vai sair do buraco. As pessoas ao meu redor estão cada vez mais aterrorizadas, desiludidas e sofrendo o risco da inadimplência, entregando seus carros por falta de pagamento. É o retorno aos cadastros dos maus pagadores, ao Serasa, ao SPC, do enfrentar a dura vida dos endividados, do negociar com gerentes comerciais das casas da vida, das lojas que vendem mobiliários e que faturam como bancos que são. É do jogo capitalista, bem sei, mas com regras jamais explicitadas.

O Brasil brasileiro não é isso que se apresenta aos tribunais do País. E não é embaixo. Pelo contrário: é muito mais em cima. É um país que dá nojo esse que nos apresenta os envolvidos em roubo de bilhões de reais do contribuinte brasileiros, negociando suas penas em troca de delações premiadas.

BLINDAGEM

Dois dos menores envolvidos na roubalheira, Renato Duque, ex-diretor de serviços da Petrobras (indicado por Zé Dirceu, por que não me espanto?!), e Pedro Barusco, o gerente de área da petroleira, que sozinho promete devolver cerca de R$ 220 bilhões aos cofres públicos, estão enrolados até ao cabo das pontas da última estrela da galáxia da corrupção petista.

Enquanto isso, o ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli, bem como a ex-presidente do Conselho Administrativo da Petrobras, Dillma Rousseff — atual presidente da República — continuam blindados nos inquéritos.

 TEMPORAS GRISALHAS

Em Rondônia perdemos o bucolismo sadio dos tempos em que este abençoado torrão de Deus começou a viver sua vida de estado, após longos anos como território federal.

Assim como o resto do Brasil, também começamos a descer a ladeira rapidamente. Nesses tão poucos anos de existência vimos crescer a corrupção, os conchavos empresariais, onde nasceram políticos safados.

Alguns, agora cobertos de cabelos brancos, colarinhos engomados e dentro de ternos bem cortados, ainda dão as cartas na vida pública rondoniense ou, é bom explicar, fazem isso na sucessão de filhos e parentes, eleitos sempre com as ferramentas do abuso do poder econômico e político.

 OS GRANDES PAJÉS

Causa-me asco republicano confirmar que os grandes pajés dessa nossa aldeia política, vão dos grandes representantes do coronelismo com passagem pela cadeia ou ainda impunes, mesmo envolvidos nos mais profundos inquéritos feitos pela Polícia Federal, com a clara comprovação de suas mãos sujas no esbulho do dinheiro público.

Então é preciso apoiar os barnabés que nesse momento estão dispostos a ir novamente para as ruas, exigindo uma nova postura de quem lamentavelmente ainda ocupa o comando administrativo e político rondoniense.

Ou o povo de Rondônia vai para a rua exigir mudanças ou uma nova leva de corruptos aprenderá a nadar nesse mar cada vez mais corrompido do nosso jovem estado de orçamento miliardário.

 DE FÁCIL COMPREENSÃO

Até tarimbados colunistas dos potins rondonienses ficaram embatucados com o grande interesse da debutante de deputada federal, Mariana Carvalho, em torno dos problemas causados pela incompetência do governo no programa do FIES.

Ora, mesmo percebendo que essa estória de Pátria Educadora não passa de mais um jogo do marketing político de dona Dilma, é preciso saber que o governo federal ajuda a manter os gigantescos lucros de grupos educacionais privados rondonienses que recebem subsídios do governo para bolsas de estudo. Então é só ligar os pontos: Mariana não é a charmosa dondoca filha de Aparício, que já foi (sem votos) vereador, deputado federal e até governador, sendo, agora, o mais importante pajé da educação privada tupiniquim?

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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