Em Linhas Gerais

O que o IBOPE quis mostrar com sua pesquisa – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Aqueles que corrompem a opinião pública são tão funestos como àqueles que roubam as finanças públicas.” Adlai Stevenson (1900/1965), político estadunidense que foi candidato a presidência dos Estados Unidos duas vezes, derrotado por Dwight Eisenhower.

 FENÔMENO

A divulgação da segunda pesquisa do Ibope com os números da disputa pela prefeitura da capital de Rondônia saiu na sexta (16), antes, portanto, da data especulada por alguns veículos da mídia portovelhense, ou seja, nesta segunda (19). As novas posições dos concorrentes certamente motivarão análises e especulações na mídia especializada e nas próprias coligações.

 PROJETO AMEAÇADO

Certamente o empate de Leo Moraes (PTB) com o candidato à reeleição, Mauro Nazif, ambos com 21 pontos percentuais, já dá para classifica-lo como o “fenômeno eleitoral”, pois assume uma dimensão surpreendente de não só se tornar competitivo, mas também de ameaçar o projeto de reeleição de Nazif, candidato com mais tempo de televisão e com a máquina da prefeitura sob seu comando.

 DEU CERTO

Leo já foi vereador de Porto Velho e é deputado estadual. A grosso modo não é um estreante na arena política. Mas sua tática de explorar sua própria juventude se identificando com uma marca de “novidade” está dando certo.

É claro que outros detalhes contam para essa caminhada vitoriosa até aqui, como agregar ao seu lado o melhor vice, Amado Rahall, sempre festejado como o melhor diretor geral que o Hospital de Base teve por longos anos, onde construiu uma relação de profundo respeito e amizade com quem buscava socorro na saúde pública.

 RISCOS DE NAZIF

Os números do Ibope terá, pelo menos, o condão de acender o sinal amarelo na coordenação da campanha de reeleição do prefeito. O seu posicionamento de empate (com Leo Moraes) na liderança da corrida não é motivo de comemoração, especialmente se for levado em conta a péssima avaliação da gestão atual, praticamente no mesmo patamar aferido pela primeira pesquisa contratada pela TV Rondônia.

 PROMESSAS COSMÉTICAS

Nazif, dono do maior tempo do horário eleitoral gratuito (??) da TV deve lutar até o último minuto para garantir sua presença no segundo turno. Mas peca por manter um discurso, uma conversa, sem evolução.

Todos estão acostumados com seu estilo político. O problema é que a população de Porto Velho revela não estar mais conformista com candidatos untados nas promessas cosméticas de sempre, que acabam não se concretizando.

 PERCEPÇÃO DO ELEITORADO

Afinal, não é isso o que revela o alto índice de rejeição do atual prefeito?

Se a maior parte do eleitorado chegar ao dia de votar crendo que as propostas de Mauro nessa disputa são apenas ideias recauchutadas da campanha anterior (que não foram cumpridas em sua maioria) corre o sério risco de não ir para a disputa do segundo turno.

 PIMENTEL

O candidato do PMDB (debutante na disputa de votos) merece ser destacado diante do crescimento obtido nesta pesquisa divulgada pela TV Rondônia no dia 16. Agora o Ibope colocou-o com 14 pontos. Isto é apenas um estímulo para seus apoiadores redobrarem o esforço na reta final. Quem sabe o robusto candidato do PMDB consiga se garantir para o segundo turno. Ele ainda não é carta fora do baralho.

 POSSIBILIDADES

Há ainda possibilidades de se viabilizar o candidato do PMDB que ainda não passa de um nome engendrado mais por seu papel de apadrinhado de Raupp e outros caciques da legenda do que por representar uma novidade na política? Sim, há.

 MARKETING

Primeiro pelo fato das pesquisas não serem garantias válidas para aquilo que poderá sair das urnas. Segundo pelo próprio dinamismo da disputa. Quem sabe os marqueteiros de Pimentel não consigam convencer o eleitorado de que além de sua experiência como gestor público ele tem, também, capacidade de modernizara a administração municipal.

 DESENCANTO

Quem deveria ter se assenhorado da marca da “novidade”, principalmente pelo fato de ser o único verdadeiramente debutante nessa quadra política era Hildon Chaves, do PSDB, ex-integrante do Ministério Público sem nenhuma passagem pela disputa eleitoral e com atributos que poderiam encantar o descrente eleitorado da Capital.

 FALTOU ASSESSORIA

Se não conseguir um verdadeiro milagre com sua campanha nos dias que faltam para o fim da jornada, o preparadíssimo ex-promotor de Justiça vai simplesmente retornar à sua vida de empresário bem sucedido. Certamente a falta de uma boa assessoria não transformou Hildon Chaves no personagem que encantasse o eleitorado, especialmente a parcela da área periférica.

ENGENHOSIDADE

E sem o sentido da novidade, Hildon aparece na pesquisa divulgada na sexta pela TV Rondônia com míseros 4 pontos percentuais, muito abaixo do nada simpático Pimentel, do PMDB. Faltou engenhosidade ao seu marqueteiro importado do Rio para realçar os principais atributos do candidato noviço. E também faltou na sua campanha um aproveitamento melhor de seu vice, o popular Edgar do Boi.

 CARNE DE PESCOÇO

Numa leitura mais detalhada dos dados da pesquisa, talvez sua maior importância seja a de demonstrar uma mudança positiva no eleitorado da capital dos rondonienses. Ela define alguns pontos positivos. O primeiro é que o povo está cansado de carne de pescoço, de ter prefeitos sem coragem de ser pelo menos arrojados.

Não será fácil fazer o povo acreditar que as velhas e pisadas batidas das promessas com propostas simplesmente recauchutadas sejam aceitas como coisas novas.

 SEM ESQUECER

O povo está cansado de pretendentes limitados a ideias de pensar Porto Velho só para hoje e não para o futuro. Significativa parcela dos moradores não se esqueceu da herança dos últimos gestores, tais como as obras paradas a enorme manada de elefantes brancos, envelhecida por mais de uma década pela falta de ação dos gestores públicos. Isso explica claramente a grande queda de posição da candidatura do petista em relação à primeira pesquisa do Ibope.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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