Em Linhas Gerais

No governo, Marcos Rocha é mais do que um estorvo para o estado – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Meus filhos nunca gozaram de um privilégio que eu tive: nascer pobre”. KIRK DOUGLAS, Nascido  Issur Danielovitch Demsky, em 9 de dezembro de 1916, nos Estados Unidos. Morreu no último dia 5, com 103 anos. Foi uma das últimas estrelas vivas da Era de Ouro do Cinema Americano. Douglas é amplamente considerado um dos melhores atores da história do cinema.

EDITORIALZIM

Não é com alegria que vi a confirmação dos pontos de vista defendidos pela coluna em relação ao péssimo governo rondoniense do coronel Marcos Rocha.

Mas foi exatamente isso o que ocorreu no episódio em que o próprio governo desse nosso jovem e promissor estado brasileiro demonstrou para o país inteiro sua enorme mediocridade, ao se apresentar como inimigo da literatura, convalidando um ato de sua secretaria de Educação, que determinou a retirada de títulos da literatura da rede de ensino.

O Torquemada do governo incluiu obras clássicas da literatura brasileira e mundial na lista dos condenados.

A absurda decisão da mediocridade governamental jogou na fogueira 43 títulos com obras de Machado de Assis a Franz Kfka. Essa ação do governo Marcos Rocha ganhou, como não podia deixar de ser, o noticiário da grande mídia e mais uma vez o estado foi humilhado como nunca no seio da intelectualidade brasileira.

A decisão do governo (que voltou atrás) mostrou claramente que Marcos Rocha não é apenas um estorvo para o desenvolvimento rondoniense.

Insistindo em manter do seu lado a nata da mediocridade rondoniense como seus principais assessores, o governador eleito na enxurrada do bolsonarismo torna-se um vilão perigoso para as melhores aspirações da população do estado.

E nesse acontecimento uma outra face lamentável do governo ficou à mostra: uma espécie de radicalismo ou de temor com os nichos reacionários do seu “staff”. Só isso explica o governo não ter tomado uma decisão imediata de afastar de seu convívio os titulares das pastas da Educação e Comunicação, ambos diretamente responsável por jogar mais uma vez no lixo o que ainda restava de positivo na imagem do estado de Rondônia.

E se não reagir nessa semana contra essa ofensiva antiliterária e anticultural Marcos Rogério vai continuar, politicamente, vivendo em apuros enquanto estiver à frente da gestão do estado.

É claro que o governador rondoniense não entende bulhufas de literatura. Na verdade não entende nada – como se vê até agora – de gestão pública complexa. Admitir controles e censuras como a proposta pelo seu secretário de Educação é demonstrar a felicidade com um confronto intolerável, imaginando ser capaz de acabar com a literatura e com as aspiração da cidadania mais decente.

Em Rondônia o mal se manifesta não nos livros mas no próprio governo que adota essa prática de barbárie e perseguições. Até agora o coronel Marcos Rocha, marinheiro de primeira viagem (primeiro mandato) na política, era apenas mais um personagem insosso que após mais de um ano no cargo não apresentou nenhum projeto para melhorar o índices do desenvolvimento econômico, político e social de Rondônia. Agora ganhou os contorno de inimigo da liberdade ao negar-se a exterminar (exonerar) os demônios que em seu governo agem como “Torquemada”.

RETORNO

Esta semana os deputados da Assembleia Legislativa rondoniense voltam à rotina normal da Casa, com o fim do recesso. O recesso dura um longo tempo. Mas é mascarado principalmente pela enorme produção de matérias do Departamento de Comunicação, especialista em dar a falsa ideia de que deputados estão em plena atividade.

Atividade, digamos, sem nenhuma relevância. Esse mesmo departamento de comunicação não noticiou nada sobre o turismo de quase uma dezena de deputados ao Rio Grande do Sul, com a desculpa de que foram ver de perto uma Exposição agropecuária dos pampas.

RESSACA

O primeiro escalão do parlamento agraciado com a agenda parlamentar do recesso volta essa semana com cara de ressaca mas esperançoso. É que no final desse mês tem um ótimo feriadão, o de carnaval, com quatro dias e meio de folga se contar o final de semana. Muitos que curtiram o recesso (como alguns deputados) vão emendar mais uns dias de folga, pois ninguém é de ferro.

CONSELHO

Com a festa de Momo, você que vai depender de serviços públicos não agende, para não ter aborrecimentos,  nada entre os dias 24 e 28 de fevereiro.

VAI ESPERAR

A reforma administrativa do governo federal que deve acabar com a estabilidade para os novos servidores pode acabar ficando para 2021, tudo porque este é um ano eleitoral e os políticos não querem se indispor com a categoria.

PODE APOSTAR

O fim da estabilidade já é dada como favas contadas em Brasília e o mesmo deve acontecer com os servidores estaduais e municipais, sejam quem forem os governantes.

ENXAME

Já ultrapassa 8 o número de pré-candidatos à Prefeitura de Porto Velho. Quem sorri de orelha a orelha com isso é o prefeito Hildon Chaves (PSDB), que enquanto gestor não se espera que ele tenha menos de 30% dos votos.

GREVE

Uma fonte bem informada disse que funcionários dos Correios planejam paralisar as atividades na próxima quarta-feira, 12, por tempo indeterminado. Eles pretendem denunciar o que consideram “um desmonte da empresa” para facilitar a privatização. Segundo a fonte, os funcionários dos Correios estão irritados com a cobrança maior dos trabalhadores quanto a coparticipação no custeio do plano de saúde da categoria.

LEÃO

A Receita Federal abre nessa segunda, dia 10, a consulta ao lote residual de restituição multi-exercício do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF), referentes aos exercícios de 2008 a 2019. Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet, ou ligar para o Receitafone 146.

PRESERVAR

O deputado federal Leo Moraes entrou na seleta categoria dos políticos do alto clero em Brasília. Ele se tornou líder do Podemos, 14º maior partido nacional, na Câmara, cargo fundamental para projetá-lo na política nacional e do estado. Se desempenhar bem a nova função.

Por ser um político jovem que não precisa ter essa preocupação com o tempo, Leo deve afastar de vez de seu radar a disputa desse ano, que só acontece no âmbito municipal.

Se cumprir bem seu papel em Brasília estará incontestavelmente a caminho de uma vitória para o governo, em 2022. Mesmo não sendo candidato, o deputado ficará não ficará indiferente ao pleito em que as prefeituras e as cadeiras de vereadores estarão sendo disputadas.

SÓ NO BRASIL

A Justiça Federal aceitou o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para adiar um interrogatório para que ele vá ao Vaticano, onde tem um encontro agendado com o papa Francisco em 13 de fevereiro. Só falta agora a União patrocinar a viagem dele, com passagem e estadia, acompanhado de sua “assessoria”.

OPORTUNIDADE

Para os endinheirados acostumados a não perder boas ofertas em leilões. O juiz Marcelo Bretas, do Rio, vai marcar para abril o leilão do acervo de joias que pertenceu a Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Entre as pechinchas de grife serão leiloadas um Vacheron Constantin Patrimony, em ouro branco, um Cartier Ronde Louis, com pulseira de ouro, um conjunto de anel e brincos com 146 diamantes.

MANDIOCA

Transformar o município de Porto Velho no maior produtor de mandioca de Rondônia é um dos objetivos do prefeito Hildon Chaves com o Programa de Incentivo à Mandiocultura, executado pela Semagric. Segundo Luiz Cláudio, titular da pasta, já foram beneficiados  mais de 1.350 pequenos produtores rurais e a meta é chegar a cinco mil hectares de área plantada em 2020.

AUTOR: GESSI TABORDA –  JORNALISTA –  COLUNISTA EM LINHAS GERAIS

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by