Em Linhas Gerais

Mauro e Confúcio não fazem nada pelo Turismo de Rondônia, é como o setor não existisse- por Gessi Taborda

O CORVO

Certamente até o corvo, de Edgar Alan Poe, diria com toda certeza: Mauro nunca mais!

 APRENDAM POLÍTICOS

Raupprr22pet.fwNão basta afirmar que as doações foram legais, devidamente registradas no TSE. Se o dinheiro recebido em doação é sujo, é de corrupção, um simples registro do tribunal eleitoral não limpa a doação, que pode até ser enquadrada como lavagem de dinheiro.

Esse é o raciocino que pode fazer até o senador barbudo chorar diante do desfecho das investigações da Lava Jato.

 QUEDA PREOCUPANTE

Confucio2O governo estadual e o municipal de Porto Velho gostam de falar de “turismo” rondoniense, como se ele verdadeiramente existisse. Mas não mostram capacidade em fazer absolutamente nada para impedir que o setor recue ainda mais nesses tempos bicudos. Uma fonte ligada à hotelaria da capital disse que a ocupação dos hotéis vem caindo há pelo menos 45 meses. Segundo a fonte essa situação começou quando foram agregados mais mil leitos à rede hoteleira (que cresceu por avaliação muito otimista do crescimento do estado, com a implementação do complexo energético do Madeira) e também porque o turismo em Rondônia continua tão carente de obras estruturantes e de divulgação como sempre esteve nos últimos 30 anos.

 VAI DURAR

Confucio2Como os governantes dos dois níveis (estadual e municipal) não executam nenhum programa para fomentar um turismo de verdade e consolidado, a crise na hotelaria e no turismo (especialmente da capital) deverá permanecer por mais alguns anos, contribuindo para a perda de postos de trabalho.

Do jeito como se trata esse importante segmento da economia, praticamente não se justifica manter no organograma do governo as pastas do setor, que servem apenas de cabide de emprego e nada mais. Porto Velho é uma das poucas capitais que não tem um Centro de Convenções e muito menos um plano de política do turismo.

 QUESTÃO DE LÓGICA

TEATROSe para emitir o habite-se do novíssimo Teatro Estadual as autoridades demoraram mais de seis meses e, com todo esse tempo, ainda não concederam o Alvará de funcionamento daquela instituição, quanto anos deveremos esperar para que a capital seja dotada de um centro de convenções?

.

 SÓ FACTÓIDES

FConfucio2actóides não são utilizados pelo prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif, para tentar tapar sol com a peneira de uma gestão praticamente nula. O governo do estado não fica atrás. O que o governador (ainda?) Confúcio Moura tem feito? Ele vai ao interior para “fiscalizar” uma obrinha aqui ou ali, visita uma escola que aponta como “modelo” e tome factóide.

O governador do PMDB prometeu muita coisa, mas do mesmo jeito como agiu no primeiro mandato, vai empurrando com a barriga e não cumprindo nada. Só os néscios acreditam que ele vai realmente concluir a estrada asfaltada que deveria criar uma nova alternativa para se chegar a Guajará-Mirim, partindo do sul rondoniense.

 ESTELIONATO

Confucio2Aliás, tudo leva a crer que nem mesmo a solução para o fornecimento de água tratada para 100% da população (mesmo que para isso o dinheiro seja garantido pela União), bem como a instalação da rede de esgoto não acontecerá tão cedo.

E ainda tem promessas não cumpridas no segmento da Saúde, da Segurança, do Lazer, da Educação e da Cultura. Na verdade, pelo visto, a campanha eleitoral de Confúcio não cometeu apenas abuso de poder político e econômico. Foi, isso sim, um claro exemplo de estelionato eleitoral.

 GRANA DOS CORREIOS

 correios (1)A maioria dos servidores dos Correios não conseguem aceitar, e muito menos entender, como aconteceu o rombo na Fundação Postalis, a sua previdência. Tem gente indignada desde o momento que descobriu que terá de pagar pelo rombo o resto da vida.

A revista Isto É dessa semana revela um dos ralos: “Investigações em curso indicam que um empresário português ligado a Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão de Lula, foi beneficiado com dinheiro da Fundação Postalis, a previdência dos funcionários dos Correios. Mais de R$ 200 milhões foram usados para a compra de cédulas de crédito imobiliário”. Vavá atuou como lobista de Mendes no primeiro mandato de Lula, “inclusive na busca de negócios com a Petrobras”, concluiu Claudio Sequeira, da Isto É.

 CHAME OS DEPUTADOS

ALEUMComo o governador só fala (m* na maioria das vezes) pelo seu blog e no mais continua dando uma de mouco, é preciso chamar os deputados para que deem uma resposta ao povo, na questão as segurança pública. O governador não passou do muxoxo diante do questionamento sobre qual a serventia que teve para a cidadania rondoniense o pagamento da viagem de delegados à Colômbia, realizada no mês de abril?

Até agora, de prático, não se viu nada. A criminalidade dispara em todo o estado, especialmente em relação a roubos, homicídios, estupros, etc. Ninguém escapa, nem as escolas. E o governador fica com divagações num blog criado para alimentar sua vaidade de pseudo cronista.

 SAUDADES DA VEREANÇA

marianaClaro que isso não é tema para quem tem assento na Câmara dos Deputados. Então a explicação é essa: já de olho na disputa pela prefeitura ou saudades dos tempos de vereança. Mariana Carvalho (PSDB – RO) se reuniu com permissionários e o administrador do Mercado Municipal de Porto Velho para ouvir as principais reivindicações para se melhorar as condições do local, que é um dos pontos tradicionais de compras na Capital de Rondônia.

 COMPETÊNCIA DA PREFEITURA

marianaA deputada pretende alocar recursos de sua emenda parlamentar na melhoria daquele espaço. A jovem e linda deputada explicou que os próprios comerciantes devem decidir sobre a aplicação dos recursos. Ora, Mariana deveria saber que os comerciantes não podem substituir a prefeitura em nenhum projeto de modificação ou melhoria do mercado.

.

 CENÁRIO NACIONAL

Ricardo-PessoaA expressão impeachment deixou de ser uma bandeira fácil para a oposição desgastar o governo e passou a ser uma possibilidade. A divulgação da delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa completou o quadro de imprevisibilidade política, econômica e social dos desdobramentos da crise brasileira. Hoje é impossível projetar o futuro político do atual governo e dos parâmetros básicos da economia brasileira. A tudo isso se soma a crise moral com casos que surgem a cada dia.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by