Em Linhas Gerais

Fhemeron jogar fora o sangue que não consegue vender, parece estória de vampiro -por Gessi Taborda

PERGUNTINHA

Vi a Dilma na televisão, com rosto irado, olhos injetados, dizendo com toda brabeza que não respeita delatores. Dilma não respeita o delator, mas respeita o dinheiro que o delator deu pra campanha dela, né?

 FORA DE JOGO

PetrobrasO deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) afirmou, ontem, que irá se afastar da CPI da Petrobras assim que o dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, for ouvido pelo colegiado. O socialista é autor do requerimento que solicita a presença do empresário. Em depoimento a procuradores da Operação Lava Jato, Pessoa apontou o parlamentar socialista como tendo recebido R$ 150 mil como doação da construtora. A declaração, segundo Delgado, representa clara tentativa de usá-lo para desmoralizar os trabalhos da CPI.  O parlamentar se afastará para ser coerente com sua conduta. Júlio sempre defendeu que pessoas citadas nas investigações se retirassem da CPI para melhor andamento dos trabalhos.

 COMISSÃO FORMADA

CamaraA Câmara de Vereadores de Porto Velho, com base na Lei nº 1.162/94 aprovou a formação da comissão especial composta por cinco vereadores para investigar a denuncia apresentada contra o prefeito Mauro Nazif, onde estão incluídos os gastos da prefeitura através da Funcultural na contratação dos shows do cantor Alceu Valença e a Banda Cidade Negra, pedindo o impeachment do chefe do Executivo.

A Comissão ficou composta dos seguintes vereadores: Alan Queiroz, Edvilson Negreiros, DimDim, Ellis Regina e Junior Siqueira. Eles terão três dias para dizer se aceitam ou não a denúncia, de autoria do cidadão Carlos Caldeira, que é jornalista.

 DEFENSORES DE MAURO

bengalaO presidente da Câmara Municipal, o petista Jurandir Bengala, se posicionou a favor do prefeito, classificando de vazia a denúncia apresentada por Carlos Caldeira. Já o vereador Jair Montes, aquele que foi preso numa operação policial que investigou a prática de corrupção, também saiu na defesa do prefeito, classificando Carlos Caldeira como alguém que “quer se notabilizar como um personagem folclórico como a Bailarina da Praça”.

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 RAZÕES

bengalaA coluna não tem tido outra alternativa em relação ao prefeito que não seja a crítica dura à sua (??) gestão. Mas é algo meio ilusório acreditar no seu impeachment. Os que imaginam que a pura irresponsabilidade de Mauro em gastar a montanha de dinheiro público para custear os espetáculos com cantores do “cast nacional” com a manjada desculpa de que estaria promovendo a abertura do “Circuito (??) Junino” é uma maneira equivocada de analisar as coisas. Primeiro é preciso esperar a decisão (se houver) do TCE, desaprovando esse gasto, vendo nele algum tipo de improbidade.

Para que o impeachment possa acontecer há que se chegar à conclusão que Mauro Nazif perdeu a capacidade ou a condição de governar.

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 VIÉS ELEITORAL

Mauro222Certamente que o aspecto mais danoso da promoção dos shows musicais pagos com o dinheiro do codadão-contribuinte-eleitor é da promoção política do prefeito, numa propaganda disfarçada de quem já está decidido a concorrer à reeleição.

Ai, se a Justiça Eleitoral não resolver agir por iniciativa própria, caberá a outros partidos denunciar o prefeito pela prática do abuso político e da promoção eleitoral extemporânea, que pode inclusive inviabilizar seu projeto eleitoral do próximo ano.

 PAINEL DO TRABALHADOR

TabordaA Secretaria de Políticas Públicas de Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), apresentará nesta quarta-feira (1/07) o Painel de Monitoramento Analítico do Mercado de Trabalho. Essa nova ferramenta, desenvolvida no Observatório do Mercado de Trabalho do MTE, vai integrar e organizar os dados reunidos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Sistema de Registro de Empresas de Trabalho Temporário (Sirett) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Em sua primeira versão, o Painel trará informações, mensalmente atualizadas, para todos os estados e municípios brasileiros sobre a movimentação do mercado de trabalho formal e a evolução do rendimento auferido pelos seus trabalhadores.

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 FISCALIZAÇÃO DO INMETRO

Olho vivoA partir de hoje lâmpadas incandescentes com potência de até 60W que não atenderem a níveis mínimos de eficiência energética não poderão mais ser comercializadas no país.  Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a regulamentação visa elevar a participação no mercado de modelos com maior eficiência, de acordo com o Plano de Metas da Portaria Interministerial 1007/2010.

Fiscais dos Institutos de Pesos e Medidas (Ipem), órgãos delegados do Inmetro nos estados, iniciarão a fiscalização no varejo. Fabricantes, importadores e comerciantes que não atenderem à legislação estarão sujeitos a penalidades previstas em lei, com multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

 QUEDA NO ICMS

Olho vivoO ICMS além de refletir os efeitos da atividade econômica, é o tributo que detém a maior participação das receitas estaduais.  Seguindo a tendência dos tributos federais, o ICMS vem apresentando quedas nos montantes arrecadados. Os dados mostram uma queda de -5,9% no acumulado do ano em 2015 (até maio) contra o mesmo período no ano anterior. No acumulado em 12 meses, a queda é arrefecida, porém, continua forte, em -3,5%.

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 GANHOS DE RECEITA

Em contrapartida, deve-se ponderar que os estados tendem a apresentar ganhos de receita do ICMS com as elevações dos preços da energia elétrica e dos combustíveis (e até mesmo ganhos com a elevação da inflação em si). A retração tão forte, porém, revela que a perda com outros setores da economia tem impacto mais forte do que tais fatores.

 É DO BARALHO

Dracula2A revelação feita por Fabiano Vilela, diretor da Clínica da Criança, de Ariquemes, sobre a Fundação de Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), numa dessas audiências públicas da Assembleia, deverá ter o efeito de dispersar ainda mais os doadores de sangue de Rondônia. Segundo ele, a Fhemeron joga fora o sangue que não consegue vender. Segundo ele a entidade estadual costuma fazer a cobrança pelo sangue que vende a clínicas particulares sem emitir nota fiscal. Os depoimentos dos participantes dessa audiência consolidou a ideia de que a Fhemeron comercializa o sangue recebido de graça por doadores. Pode até não ser do baralho, mas é uma estória do vampiro.

 INCONCEBÍVEL

Dracula2É inconcebível que não se invista na rede de saúde. A população quando tem um problema sério de saúde não tem para onde correr. É impressionante o abandono da rede pública de saúde. Hospitais do estado continuam agonizantes. As unidades municipais também estão em estado deplorável. O mais estranho em tudo isso é que tanto governador como prefeito são médicos. E mesmo assim falta praticamente tudo na rede pública de saúde. E nas UPAS e centros de saúde faltam profissionais, aumentando de forma intolerável o tempo de atendimento a quem precisa

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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