Em Linhas Gerais

Marcos Rocha defende interesses da Energisa, diz Caetano – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“A humildade é a parte mais bela do saber. Quem não cultiva a humildade se perde na arrogância”. Citação de autor desconhecido.

EDITORIALZIM

Jornalista aposentado após ultrapassar os 45 anos nessa profissão, fiquei horrorizado com a explícita manipulação da rede Globo com uma “informação” (sem pé nem cabeça), objetivando envolver o presidente Jair Bolsonaro no crime praticado contra a vereadora lésbica do Rio de Janeiro, assassinato usado politicamente até então pelos partidos de esquerda, destacando-se o PSOL, ao qual a tal vereadora estava vinculada.

O papel da maior rede de televisão do país é totalmente incompatível com a democracia e com os princípios basilares do jornalismo. E nisso ela é seguida pela mídia hegemônica, aquela que ainda imagina que pode dominar uma nação mesmo quando está claro que a população não aguenta mais ser manipulada.

Ainda bem que essa rede de comunicação não tem mais o poder de lobotomizar os brasileiros como tinha no passado. Hoje nem suas novelas são mais unanimidade. E em relação à sua produção de notícias a credibilidade necessária se foi.

Mesmo nesse cenário de decadência das poderosas redes de comunicação não podemos desprezar o perigo da aliança mídia-judiciário no processo de desestabilização institucional do governo em andamento na (ainda) mais potente rede televisiva do Brasil. É preciso ampliar o boicote contra quem trabalha para derrubar ainda mais Brasil buscando malograr todo o esforço feito pelo governo legitimamente eleito para tirar o país do abismo onde foi colocado pelos longos anos da esquerda no Poder, após o maior festival de corrupção e roubo dos recursos da pátria.

ANTIGAMENTE

Antigamente os jornalistas tinham o costume (isso fazia parte da ética) aprofundar as notícias, de procurar contar o que estava por trás desse e daquele assunto. Hoje se dá valor ao fakenews, aos textos sem fontes, objetivando apenas a desídia, apenas a criar suspeitas contra quem é seu alvo. Penso que isso é o que motivou dar tanto estardalhaço no “informe” de um porteiro de condomínio. O objetivo ficou claro: envolver o presidente da República no assassinato trágico da tal vereadora do PSOL.

Os jornalistas de hoje não são mais reféns da verdade. Estão se perdendo na militância política, nos interesses econômicos de seus veículos.

Agora mesmo tivemos um exemplo disso em Rondônia. Enquanto a população geme e grita contra os abusos praticados pela Energisa em reajustes inexplicáveis das contas de energia, em substituições de relógios sem o devido processo legal, uma rede de TV no estado, pertencente a um ex-deputado que chegou a ser condenado por prática de corrupção, passou a defender enfaticamente a empresa, com certeza buscando garantir óbolos da publicidade.

SEM SURPRESA

Daniel Pereira já foi deputado estadual pelo PT. Deixou o partido mas não caiu o costumeiro ostracismo. Conseguiu carimbar o passaporte ao obter vitória como sindicalista e passou a liderar servidores públicos federal em Rondônia.  Foi o bastante para voltar ao cenário eleitoral, tornando-se vice-governador. Assumiu o cargo no ano passado em substituição a Confúcio, em sua desincompatibilização.

Bem, com tudo isso não surpreende o anúncio de que Daniel Pereira (hoje o titular do Sebrae no estado) está decidido a disputar o cargo de prefeito de Porto Velho no próximo ano.

TRAMPOLIM

Certamente o Daniel está informado das dificuldades para encarar uma disputa desse nível. O agora morubixaba do Sebrae não é nenhum nome carismático no seio do eleitorado de Porto Velho. Não é um sujeito com simpatia contagiante, mesmo tendo o estilo do pavãozinho.

É claro que Daniel não pretende entrar nessa corrida para sair de mãos vazias. Deve acreditar ser esta a melhor catapulta para conquistar em 2022 uma indicação para disputar o governo. Se não der, certamente se contentaria em disputar uma cadeira na Câmara ou no Senado.

OMISSO

O governador Marcos Rocha foi desmentido pelo advogado Caetano Neto, presidente da Associação de Defesa dos Direitos da Cidadania em Rondônia. Segundo o advogado o governador não poderia ter dito numa entrevista a uma emissora de rádio do interior, “que não pode fazer nada” em favor dos consumidores rondonienses para impedir os abusos contra os consumidores rondonienses.

APRENDA A LER

O advogado lamentou que o governo fale besteira como a de que a “Energisa” ganhou o domínio da distribuição de energia em Rondônia por “ter vencido uma licitação”. Se o governador Marcos Rocha – acrescentou Caetano Neto – soubesse ler direito veria que a Energisa assumiu o controle acionário da Ceron participando de um “leilão público”.

Continuando, Caetano Neto afirmou que se o governador quisesse ficar ao lado do povo poderia tomar atitudes corretas, como suspender imediatamente as relações espúrias de instituições do estado, como o IPEM, a Polícia Civil, entre outros órgãos, de prestar serviços à Energisa para intimidar os consumidores ou validar suas ações como substituição de relógios supostamente viciados.

NEGOCIAÇÕES

Outro alerta importante feito pelo advogado Caetano Neto fala do projeto de lei que o governador enviou a Assembleia Legislativa pedindo autorização da para negociar dívidas com o fisco estadual no valor igual ou superior a 100 mil UPFs. Isso possibilitaria ao governo negociar a dívida da Energisa com o estado no valor de um bilhão e quinhentos milhões de reais.

R$ 50 MIL

A Energisa comprou a Ceron num leilão público por apenas 50 mil reais. Por ter acertado nesse negócio de pai para filho, a Energisa recebeu imediatamente um aporte financeiro de 253 milhões e 800 mil reais do BNDES. Do mesmo banco estatal, a Energisa recebeu quase o mesmo valor pela privatização da distribuição de energia no Acre.

A nova controladora da distribuição de energia em Rondonia está respondendo às investigações de uma CPI na Assembleia Legislativa. Segundo o presidente da Casa, Laerte Gomes, essa CPI não vai acabar em pizza. É questão de esperar.

ESSE É O BRASIL

Num momento em que o Brasil vivencia uma crescente invasão de competência do Poder Legislativo pelo Poder Judiciário, tem-se a nítida impressão que não estamos vivenciando um “Estado de Direito”, e sim um “Estado de Juízes”. Essa interessantíssima e oportuna reflexão foi feita, recentemente, pelo ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Eros Roberto Grau.

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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