Em Linhas Gerais

Eleição para prefeito vai custar mais de 5 milhões, crê especialista – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“A Justiça brasileira foi ferida de morte com a abertura das prisões em favor dos chefões do crime organizado por decisão do STF. Desmoralizou-se o próprio país no plano internacional. Deram um facada nas costas do povo brasileiro, covardia idêntica à do Adélio Bispo no atentado a Bolsonaro”. Gessi Taborda, jornalista aposentado.

EDITORIALZIM

Fiquei apenas uma semana sem publicar a coluna (em virtude de uma gripe fortíssima) e vivi no repouso forçado o exemplo mais bizarro da época de incertezas crescentes na política brazuca. É para relembrar a observação de Magalhães Pinto sobre a política, “que muda como nuvem”.

A libertação de Lula – juntamente com seus asseclas – pela decisão do STF proibir a prisão de condenados em segunda instância, coroou o grande objetivo de Ministros ligados ao lulopetismo. Lula, José Dirceu e outros corruptos de igual calibre estão fora do xadrez e articulando, como dizem, a tomada do Poder pela força importando táticas usadas agora no Chile, como afirmam.

Mais do que libertar políticos corruptos, a decisão abre as portas da cadeia para milhares de outros condenados, inclusive líderes de perigosas facções do crime organizado. Também eles ganharam o direito de recorrer em liberdade até esgotar todas as possibilidades de recursos na lentíssima justiça do país.

O lulopetismo e seus satélites não pensam no Brasil. Essa é a realidade. São perigosos por serem capazes de tudo para tomar o Poder, especialmente nesse momento em que sabem não contar com o apoio do povo brasileiro que não aceita retornar ao atraso capa de converter o país numa Venezuela ou numa Cuba.

E por isso a soltura do condenado Lula não vai contribuir em nada para o resgate do PT nas eleições do ano vindouro ou de 2022, como imaginam os membros da seita lulista. A grande maioria dos brasileiros não querem correr o risco de retrocessos. Não se aceita mais o tempo da roubalheira dos recursos brasileiros, como bilhões desviados para ditaduras tipo Cuba, Venezuela, Angola e tantas outras. O povo na sua peculiar inteligência vai rechaçar os eventuais candidatos do petismo ou de seus satélites. Podem escrever.

E não faço essa afirmação sem lastro eleitoral. Foi assim na última disputa. O poste do Lula até tentou esconder o símbolo do partido na campanha; tentou se desvencilhar da imagem do próprio Lula e nem assim teve sucesso eleitoral. Foi um fiasco na disputa. É o que vai se repetir no próximo ano, na disputa municipal, e depois na sucessão presidencial.

Aqui não se repetirá o acontecido na Argentina. Entre os Hermanos o povo tem sido refém da mentira socialista solidificada com o peronismo e porque Macri não conseguiu tirar o país do caos criado pelo governo de Cristina Kirchner. É claro que o discurso do poste de Cristina, de solução dos problemas argentinos, criados pelos próprios kirchneritas, não passou de falácia.

O Brasil vive uma situação diferente. O país avança em todos os indicadores que medem seus índices econômicos, sociais, de segurança pública. Lentamente, porque o estrago feito pelas gestões anteriores é quase de terra-arrasada.

Apesar do barulho provocado agora pela esquerda e por seus lacaios, especialmente o segmento da mídia amestrada, o lulopetismo não volta ao poder. Os brasileiros de bem tomaram as rédeas do pais e não há Supremo capaz de anular essa vontade nacional.

Se querem fazer comparações com o cenário internacional na América do Sul, estamos mais para o que a acontece na Bolívia, onde o povo rejeita Evo Morales do que o resultado da eleição argentina. O canto ensaiado pelos petistas de tomar o Poder de qualquer jeito não ecoa no seio dos brasileiros de bem. Estão se movimentando como desesperados imaginando colocar de novo a esquerda corrupta e mesquinha no Poder. Não, isso não vai acontecer. No próximo ano até nos grotões quem defende a desconstrução do Brasil vai ser outra vez jogado no lixo pela força do voto dos brasileiros.

OTIMISMO

Mais empregos e investimentos nos pequenos negócios. O cenário otimista foi retratado pela Sondagem Conjuntural, realizada pelo Sebrae no mês de setembro. O estudo mostra a retomada do otimismo entre os donos de micro e pequenas empresas com os rumos da economia do país.

A sondagem apontou ainda que seis em cada 10 empresários (58%) têm planos de investir no próprio negócio em 12 meses. A sondagem, que ouviu quase três mil empreendedores, também revelou que 79% dos entrevistados que têm dificuldades em contratar mão de obra especializada optam por contratar pessoas inexperientes e capacitam no próprio estabelecimento – o que comprova que as micro e pequenas empresas têm sido responsáveis não apenas pela geração de postos de trabalho, mas também pela formação de mão de obra no Brasil.

INVESTIMENTOS

O prefeito da capital rondoniense, Porto Velho, está em viagem oficial à Coréia do Sul. Hildon Chaves foi assinar o protocolo de cidade irmã naquele país. Acompanhado de líderes do empresariado portovelhense, o prefeito vai buscar parcerias para investimentos em infraestrutura no município. Setores como saúde, transporte, agricultura podem ser atrativos para investidores coreanos que irão conhecer com detalhes as potencialidades do município da capital rondoniense. Além de acordos de caráter cultural, com intercâmbios entre Porto Velho e a Coreia do Sul, o viés comercial é foco especial na agenda do prefeito.

VEREADORES

Não será fácil renovar o mandato mas vereadores mais ousados de Porto Velho já se lançam candidatos para a disputa do ano próximo. Há edil afirmando estar pronto para disputar até o cargo de prefeito.

PREÇO

Não vai ser fácil disputar a prefeitura. A campanha para se chegar ao paço municipal de Porto Velho, avalia especialista, não sairá por menos de 5 milhões de reais, e esse dinheiro tem que ser arrecadado com documentos de doação, ou se a pessoa for autossuficiente para isso financeiramente.

FAVORÁVEL

Prefeito Hildon Chaves  sinaliza ser a favor a reforma tributária, cujo anexo já passou em 1º turno no Senado.

DESEMPREGO

Forte ameaça de desemprego no setor bancário. A rebordosa deve chegar ao estado de Rondônia. Segundo fonte, o Bradesco já fechou cinquenta unidades bancárias e pretende fechar mais 100 ainda este ano e para 2020 pretende encerrar atividades de mais 300 agências, acredita na era digital para esse tipo de negócio. Vai ser um Deus nos acuda. Aqui em Rondônia ninguém do Sindicato dos Bancários se pronunciou.

ALÍVIO

Aqui a mídia quase não explorou a situação de nossos corruptos depois da decisão do STF impedindo a prisão antes de esgotados os últimos recursos. Com certeza os rondonienses envolvidos no crime do colarinho branco estão aliviados. Acredita-se que esse é o caso do ex-senador Valdir Raupp. Ele chegou a ter cogitado um pedido de prisão. Agora, dono de dinheiro suficiente para recorrer infinitamente nas instâncias judiciais poderá aguardar em liberdade até, quem sabe, a prescrição da sua possível pena. Para quem tem dinheiro será possível escapar se manter longe da cadeia com os famigerados recursos protelatórios.

CABIDE

Os órgãos públicos voltados para o fomento da cultura em Rondônia, ou pelo menos na capital do estado, continua funcionando apenas como grandes cabides de emprego. Instituições como a Casa da Cultura Ivan Marrocos e até o Teatro Estadual não consegue obter relevância no setor. Parece não ter curadores capazes. Sem agenda de eventos marcantes servem apenas para garantir empregos a apaniguados e nada mais.

FARSA

Gilmar Mendes em seu livro “Curso de Direito Constitucional” defende a prisão em segunda instância. Em 2016, votou a favor, no julgamento da liminar da ADC 43. Agora, na decisão do mérito, votou contra a prisão em segunda instância. Ou seja, sua convicção jurídica é movediça, ninguém pode confiar nela.

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNISTA EM LINHAS GERAIS

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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