Em Linhas Gerais

Má pagadora- a péssima gestão da Caerd – por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

“Covarde não é aquele que evita um combate, covarde é aquele que mesmo sabendo que é superior luta e fere o mais fraco.” Bruce Lee.

 FAVORITISMO

Taborda4

A coluna vem acompanhando  as movimentações dos parlamentares para a eleição da mesa diretora, a ser empossada no dia 1º de fevereiro, quando os deputados eleitos em outubro último serão empossados. Entre os colunistas e analistas políticos há quem preveja “surpresa”. Mas em relação ao cargo de presidente o favoritismo continua com o deputado Maurão de Carvalho, que deverá conseguir mais de duas dezenas de votos.

Pelas demais posições estratégicas na mesa diretora pode até existir uma disputa mais acirrada. Mas são corridas à parte com deputados seduzidos pelos encantos da vice-presidência e primeira secretaria. A cabeça de chapa está garantida para Maurão, como vem sinalizando a coluna durante esse mês de janeiro.

 HUMILHAÇÃO

dilma-presidente (1)Eu e também a maioria das pessoas que acompanham o noticiário sobre os fatos do Brasil diariamente ouviu a “presidenta” das mais um “esporro” nos seus ministros por ocasião da primeira reunião desse ano. Eu pelo menos fiquei pasmo de ver dona Dilma exigir dos ministros um combate sem trégua aos “boatos”, para vencer a “guerra da comunicação” e, assim, livrar a cara do governo.

E ai, assim como você, leitor, fiquei assuntando o que Dilma classifica como boato. Será que são as constantes denúncias em torno do roubo bilionário da Petrobrás?

Será que o governo da petista considera boato a humilhação vivida neste momento pelas representações diplomáticas do Brasil no exterior? São 133 representações que estão no maior misere. Não há dinheiro para praticamente nada, nem verba de representação, nem as merrecas para pagar almoços ou jantares. Aliás, as informações dão contas de que os representantes diplomáticos do Brasil nos países estrangeiros não estão recebendo dinheiro suficiente sequer para pagamento de salários. Se a coisa continuar assim, não vai demorar muito e diplomatas brasileiros terão de usar ternos remendados.

 MÁ PAGADORA

Caerd2A Companhia de Água e Esgotos do Estado de Rondônia, Caerd, dá mais uma vez demonstração do péssimo nível de gestão em que se debate. A estatal rondoniense não conseguiu convencer a Eletrobrás Distribuição Rondônia a fornecer energia a uma subestação para fazer funcionar o sistema de bombeamento de água na unidade de Ouro Preto, porque não regularizou seus débitos com a fornecedora de energia.

Quando uma empresa ou um cidadão deixam de pagar água, luz, aluguel, telefones e funcionários, é porque estão quebrados, falidos ou insolventes.

Ao contrário de pagar seus débitos junto à Eletrobrás, a Caerd foi pedir socorro ao Ministério Público. Ora, um péssimo exemplo para quem não dá esse mesmo tratamento aos seus próprios usuários. Ora, se o consumidor comum sofre cortes quando não paga sua conta de energia, por que com a Caerd teria de ser diferente?

 QUEDA EXPRESSIVA

BandeiraPrefeitos rondonienses têm tudo para arrancar os cabelos diante de mais um sufoco econômico nesse início de novo ano. A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) depositará na noite desta quinta-feira, 29, nas respectivas contas bancárias das prefeituras, os valores referentes ao terceiro decêndio do Fundo de Participação de Participação dos Municípios (FPM). Somados os valores dos três decêndios – repasses feitos a cada dez dias – o total do FPM deste mês de janeiro de 2015 registrou uma queda em valores nominais de 7,3 por cento em relação a janeiro de 2014. Levando-se em conta a inflação dos últimos doze meses, a queda real foi ainda mais acentuada, de 12,4 por cento.

 FOGO AMIGO

Mauro222Nas calçadas da fama de Porto Velho começou a se falar que o prefeito Mauro Nazif não abraçará nenhuma candidatura oficial à sua sucessão. Ela está cada vez mais convencido da necessidade de disputar a reeleição. De acordo com o zumzumzum, os motivos são as recorrentes traições (êpa!) políticas praticadas por gestores que receberam apoio de seus antecessores e, pouco tempo depois, transformaram-se, além de adversários, em potenciais inimigos.

Sei lá se isso tem alguma coisa a ver com a visível decisão de se puxar cada vez mais o freio de mão para reduzir o peso e a participação do vice-prefeito. É fácil perceber que Dalton Di Franco não está ocupando o mesmo espaço que tinha no primeiro ano da gestão do prefeito 40.

FOGAÇA

Acontece hoje às 10 horas, na Câmara Municipal de Porto Velho, a posse do jornalista Everaldo Fogaça como vereador. O dono de O Observador vai assumir a vaga deixada pelo vereador Leo Moraes, eleito deputado estadual na eleição passada. Antes Fogaça foi vereador ocupando a cadeira de Edwilson Negreiros que, por decisão da Justiça, recuperou a cadeira que tinha perdido por decisão, isso mesmo, da própria Justiça Eleitoral.

E para abrir 46ª sessão da 11ª Legislatura, a Câmara Municipal fará sessão solene, dia 2, segunda-feira, às 16 horas.

ASSESSORAMENTO FAJUTO

Mauro222Os gestores públicos de Rondônia são pirracentos. Ainda não pegaram o espírito da coisa, imaginando que podem tudo por estar num cargo executivo. E ai acaba dando com os burros n’água. Se certamente tivessem assessoria de qualidade não passariam por vexames expondo suas péssimas gestões. Consequência disso mais uma manchete colocou, no dia de ontem, o prefeito Mauro em saia justa. “TCE considera ilegal contratação emergencial de médicos feita pela prefeitura de Porto Velho”. Essa foi a manchete e, claro, não precisa de comentários. O prefeito – como tantos outros gestores públicos – só vai entender o espírito da coisa se lá na frente conhecer o gostinho da cadeia. Afinal, os fins não justificam quaisquer meios.

 FINISH

Recado para apadrinhados políticos e outros que vivem no bem-bom à custa do governo: o dinheiro acabou! Vai trabalhar, vagabundo!

 NO PESCOÇO

dilma-presidente (1)Ganha um doce quem descobrir por que Nestor Cerveró, depois de apenas três horas, desistiu de convocar Dilma Rousseff como uma de suas testemunhas de defesa. Possivelmente seus advogados lhe refrescaram a memória com o caso do prefeito Celso Daniel e, mais recentemente, com o ocorrido com o promotor argentino… Quem tem c*, tem medo.

 TIMONEIRO

Não se engane. Mesmo procurando as mais diferentes alternativas, com o timoneiro Confúcio o barco continua correndo o risco de ir à deriva.

 PERGUNTAR NÃO OFENDE

O que falta ainda para Carlão e o “time da dominó” ir para a cadeia?

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by