Em Linhas Gerais

“já estamos falando na sucessão municipal, em candidaturas para as próximas eleições – 2016” -por Gessi Taborda

PSIT!

Petrobrás cria cargo de diretor contra corrupção. Será da cota de que partido?

 

PAUTA DO PRESENTE

Eleicoes1Terminado o pleito de 2014 já estamos falando na sucessão municipal, em candidaturas para as próximas eleições – 2016. A discussão é válida, mas antes de mais nada é preciso pautar o presente para encararmos o futuro com determinação e firmeza.

A próxima administração municipal precisará inovar com uma gestão eficiente, humana e responsável, aliada a uma visão moderna e de futuro, focada nas novas dinâmicas sociais, no avanço tecnológico e na sustentabilidade do meio ambiente.

No cenário político de Porto Velho existem poucos nomes capacitados para dar um choque de modernidade e de eficiência na vilipendiada administração de Porto Velho.

 

REFORMA ADMINISTRATIVA

Eleicoes1No campo da Gestão, Porto Velho carece de uma reforma administrativa urgente. É importante que haja uma reestruturação organizacional do Poder Executivo, hoje com excesso de secretarias e outros penduricalhos que, segundo consta, acumulam quase 300 cargos de livre nomeação.

A cidade precisa encontrar um gestor público competente para promover ações concretas em áreas que sempre são tratadas de forma desleixadas.

Na área de Saúde, o aumento do acesso a atenção básica é fundamental, bem como ao atendimento especializado com a avaliação periódica do desempenho de serviços e prestadores de serviços.

 

QUALIFICAÇÃO DÍGNA

Eleicoes1Educação também é tema recorrente, pois ainda estamos longe de termos uma qualificação digna dos cidadãos portovelhenses. É necessário que seja ampliado a permanência e anos de estudo da população, como uma forte articulação com a educação básica e ensino superior. Precisamos nos mobilizar para efetivarmos uma política de educação de jovens e adultos que gere uma taxa de alfabetização que alcance a 100%.

 

VOCAÇÃO ESQUECIDA

Eleicoes1Uma propaganda calhorda veiculada com insistência agora que a cidade completou seu primeiro centenário busca mascarar a realidade do abandono, como se estivéssemos bem na foto, para atrair visitantes para as “nossas belezas” e os motivos de “orgulho” existentes, pelo menos na propaganda cujo custo é arrancado do bolso do contribuinte.

O turismo é uma vocação, mas as últimas gestões não fizeram nada para que ele ganhasse importância econômica. É preciso transformar Porto Velho em uma cidade de excelência no turismo ecológico, de veraneio e de comércio. É preciso aproveitar nossa localização geográfica em relação aos países andinos para fazer – e isso é possível – que nossa capital se converta no portal de entrada e saída para a rota andina.

 

MUITOS CANDIDATOS

BOI2Diante do fracasso visível da gestão (??) de Mauro Nazif, fator capaz de inviabilizar seu interesse pela disputa de um novo mandato, muitos políticos deverão estar de olho na disputa de 2016. A coluna já adiantou que entre os futuros pretendentes está Odacir Soares, personagem com vocação para enfrentar os percalços da campanha.

Outro nome registrado na coluna para essa corrida foi o do presidente do PSDC, Edgar do Boi, que foi candidato na última disputa eleitoral por uma cadeira na Câmara.

 

OLHAR GENEROSO

mariana222Também deve ser considerada para a disputa a deputada eleita Mariana Carvalho (aniversariante de ontem) que já enfrentou a última disputa municipal e por pouco não chegou lá.

O fato é que Porto Velho precisa de alguém no comando de sua prefeitura que tenha um olhar mais generoso para todas as áreas da administração municipal. Quem sabe se a população consiga, em 2016, escolher alguém para fazer a nossa cidade se tornar pelo menos a melhor capital dessa região do Brasil.

 

CONFIANÇA MENOR

economiaO Índice de Confiança do Comércio (Icom), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 1% em novembro na comparação com outubro e foi o segundo menor patamar da série histórica, iniciada em março de 2010. O mínimo histórico ocorreu em setembro deste ano. A queda foi provocada pela piora da confiança do empresário do comércio em relação ao futuro, medida pelo Subíndice de Expectativas, que caiu 2,3%. A principal desconfiança dos empresários é em relação à situação de seus negócios nos próximos seis meses, componente que recuou 3,5%.

 

CARNAVAL

mauroSem ter grandes obras e realizações para mostrar à população, o prefeito promoveu ontem um verdadeiro carnaval por várias ruas da cidade com um buzinaço das seis novas ambulâncias para integrar a frota do Samu. Certamente isso melhorar o tempo de atendimento nas emergências por parte do Serviço Móvel de Urgência (Samu), mas não garante qualidade aos pacientes quando chegam à rede de saúde municipal.

MUITA GRANA

mauroComo não dá para acreditar na lisura dos gastos da prefeitura, seria bom se agentes do TCE e do MP dessem uma verificada se não houve exagero por parte da prefeitura na compra 3 veículos, equipamentos de informática e uma central de ar condicionado para a nova sede da Fundação Cultural. Segundo o informe da prefeitura foram gastos quase meio milhão de reais nesses itens. Ora, além do preço ser questionável (afinal um veículo sedã zero custa, para um consumidor comum, cerca de 50 mil reais), deve-se questionar porque uma simples fundação precisa de três veículos. E certamente, os tais equipamentos de informática não devem ser nada extraordinário. Olho vivo pessoal!

 

JEAN REAGE

jeanO deputado Jean Oliveira reagiu com indignação às acusações feitas por José Batista da Silva, ex-secretário adjunto da Saúde que ofereceu denunciação premiada sobre os fatos e personagens da quadrilha montada no governo para praticar cobrança de propinas e vários outros crimes contra o erário.

Batista descreveu uma discussão com o parlamentar (reeleito) – que é filho de Carlão de Oliveira (ex-presidente da Assembleia), preso numa operação da Polícia Federal pela prática de corrupção na Assembleia, quando esse exigia o cumprimento dos termos de uma suposta negociação que teria feito com o governo, em torno de lavagem de roupa de hospitais e outras instituições públicas.

 

ACAREAÇÃO

jeanBatista revela que chegou a trocar tapas com o jovem deputado. Jean nega tudo. Como no relato de Batista se afirma que o entrevero teve testemunhas e inclusive a participação da turma do “deixa disso”, é necessário uma acareação entre os dois personagens. É claro que as revelações de Batista são motivadoras da abertura de um processo por (no mínimo) quebra de decoro parlamentar contra o deputado Jean.

 

É DE GARGALHAR

Agora, graças à fórmula inventada por nossa presidente, os países poderão realizar “superávits negativos” e assim encerrar o exercício com aplausos!

 

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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