Em Linhas Gerais

“A cobra vai fumar até o toco, em meados de Janeiro” – por Gessi Taborda

SEM DELAÇÃO

Dinheiro 223(1)A Polícia Federal conseguiu muito mais informações sobre a quadrilha que agiu na gestão do primeiro mandato de Confúcio Moura do que possam imaginar “as cabeças coroadas” do governo, que deverão ser devidamente responsabilizados ao fim da investigação. E, segundo uma fonte, as novas informações foram colhidas sem precisa de novas delações premiadas que, contudo, não estão descartadas com o avanço da “Operação Plateias”.

Se o governador tivesse o hábito de tomar simancol iria parar com essa bobagem de ficar dando entrevistas na mídia amestrada para se dizer inocente e se preparava para o pior.

A investigação da PF descobre cada vez mais o caminho das pedras do propinoduto que foi operado no governo, com todo o roteiro de que participaram gente do andar de cima e, supostamente, até parentes do governador. E tudo funcionava, segundo descobrem os “g-mans” da PF, com a filosofal cobertura do sorridente Confúcio. O nabo vai entrar até o talo, diz a fonte.

AUMENTO SALARIAL

stfNuma terra como o Brasil, com salários sempre achatados, esse é um presente inesquecível de natal. A proposta de aumento de quase 22% dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República, a partir de janeiro de 2015, venceu mais uma etapa na Câmara e foram aprovadas ontem (26) pelo terceiro colegiado a analisar a matéria. Deputados da Comissão de Finanças e Tributação foram favoráveis aos projetos de lei (PL 7.917/14 e PL 7.918/14) que ampliam de R$ 29.462,25 para R$ 35.919,05 o valor recebido por esses cargos que são considerados teto salarial constitucional.

OUTRA QUEDA

economiaA abertura de empresas no Brasil registrou queda de 8,5% em outubro ante setembro, com a criação de 159.700 empreendimentos, segundo pesquisa da Serasa Experian. De acordo com os economistas da Serasa, o fraco dinamismo da economia, as altas taxas de juros e as incertezas associadas ao processo eleitoral estão dentre os motivos que explicam a queda no nascimento de empresas em outubro.

TORCENDO CONTRA

aleEnquanto grande parte dos brasileiros torce pelo fim da corrupção no governo, aqui temos, pelo visto, uma torcida contra. E foi essa torcida que lotou a galeria da Assembleia na última terça feira (25) para impedir a leitura do requerimento popular pedindo o afastamento do governador. Essa torcida foi supostamente arregimentada nos núcleos dos desabrigados da última cheia do Madeira. E, claro, não foi de graça não. Eles compuseram uma ópera bufa montada com os deputados da base governista inviabilizando a sessão.

Ontem (26) também não houve quorum para a realização da sessão parlamentar. No fundo é uma manobra imbecil. O documento pedindo o impeachment do governador terá que ser lido por força regimental. Fugir do plenário não resolve o problema.

EM CIMA DO LANCE

TUDOA revelação feita pelo site “Tudorondônia” de que a maior parte dos 800 cargos de CDS criados pelo governo de Confúcio na Secretaria Estadual da Administração tinha endereço certo: cooptar deputados estaduais para formar uma base de apoio inexpugnável ao governador. Com essa manobra, cada deputado da base tinha como prêmio cargos que somavam algo como 40 mil reais que supostamente eram distribuídos a pessoas por eles indicadas.

O site revelou que este foi o motivo pelo qual Vera Paixão, advogada em Vilhena, deixou a pasta, pela discordância com esse esbulho.

Esse loteamento dos cargos do governo chamou agora a atenção das autoridades do controle externo. Consta que o Ministério Público do Estado está em cima do lance, numa investigação que poderá colocar muita gente grande tomando lexotan.

OUTRA OPERAÇÃO

PlateiasÉ uma pena, mas nossa querida Rondônia está se convertendo num paraíso de (parafraseando Dilma Roussef) de maus feitos. E por isso, mais uma operação investigativa da polícia está sendo preparada para acontecer até a primeira quinzena de janeiro. Tem miliardários feitos com ataques ao erário que, se não fugirem a tempo, poderão engrossar a lista de figuraças (da política e da iniciativa privada) que terão a de viver a experiência da cadeia.

MANTIDO

cpa22Marco Antonio, dono da Fatec, deve ser mantido no próximo governo de Confúcio, mesmo existindo dentro do PMDB quem defenda sua saída. Marco Antonio não é um nome “político”. Disputou a eleição apenas uma vez em Porto Velho, apoiado pelo grupo de Ivo Cassol. Foi mal votado e nunca mais entrou nessa jogada.,

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MELHOR DOS MUNDOS

cpa22Depois de permitir o uso das dependências da Fatec para cursos do interesse do governo (especialmente de formação de militares), O Dr. Marco Antonio tornou-se íntimo do ocupante do Palácio. E, como se afirma, ampliou muito a relação de sua Fatec com o time de Confúcio. Embora seja um cidadão corretíssimo – que se aposentou na magistratura – Marco Antonio não demonstra dificuldades em ser um dos articuladores num governo amplamente acusado da prática da corrupção. Ele sempre deixa transparecer que tudo vai bem e no melhor dos mundos com o governo do qual participa.

DEPRIMENTES

jeanPara quem acompanha por tantos anos os bastidores da política, a revelação da briga do deputado Jean de Oliveira com o ex-secretário adjunto da Saúde, José Batista da Silva, não é surpreendente. É deprimente por confirmar o que estamos farto de saber: que existem vários deputados que usam o mandato só para encher os bolsos dinheiros em negociatas com o próprio governo. Essa roubalheira toda, praticada agora pelo filho de um ex-parlamentar com dezenas de anos de condenação e que, lamentavelmente, continua solto, nos dá a sensação de que estamos refém de um político que ganhou mais 4 anos na gestão do estado e que, pelo visto, não tem a menor vontade de mudar este quadro. Essa história de faturar com roupa suja em que o deputado Jean Oliveira e Batista foram protagonistas torna inevitável lembrar o jargão “seria trágico se não fosse cômico”. E como a Assembleia certamente nada fará em relação à quebra de decoro parlamentar concluiremos que não há jabuticaba igual.

JUSTIÇA ELEITORAL

PRE2O sentimento de vergonha acomete as pessoas dignas de Rondônia diante de tanto lamaçal. Quem sabe a Justiça Eleitoral decida contribuir para evitar o rebaixamento moral do nosso estado, punindo com o rigor da lei o governador reeleito no processo que apura a prática de crimes eleitorais, como abuso do poder econômico e político.

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SERÁ?

vergonhaDia desses ouvi de um “iluminado” um pouco de inflação não faz mal ao país. Não me admiro se daqui a pouco aparecer por aqui algum puxa-saco desse governo afirmando publicamente que um pouco de corrupção é salutar para o estado. É esperar para ver. A não ser que nossas instituições de controle por um ponto final na carreira desses bandidos travestidos de políticos e autoridades.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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