Em Linhas Gerais

Não pensem os suspeitos que praticam corrupção que estão fora da mira da PF, do MP e até do STJ- por Gessi Taborda

MALANDRAGEM

Malandros fazem carreira enganando os outros. Desnecessário nomear a quais políticos a afirmação se aplica. O pior de tudo é que a reclamação só pode ser feita pelo eleitor nas urnas e para isso vai aguardar mais quatro anos de engodo. Será que o número de trouxas diminuiu aqui em Rondônia? Pelo menos a campeã de votos não é mais a mesma.

SOLTOS, SIM. LIVRES, HÁ CONTROVERSIAS.

Como hienas após o repasto de alguma carniça, alguns figuraças desse governo peemedebista, sorriam marotamente diante da soltura de alguns integrantes do alto escalão que tinham sido presos na Operação Plateias. Ora, lembrei-me da afirmação feita também nessa semana por Luis Roberto Barroso, Ministro do STF, de que nesse nosso Brasil é assim mesmo: “é muito mais fácil punir um jovem preso com cem gramas de maconha do que um agente público ou empresário que comete uma fraude de um milhão”.

CONTINUAM NA MIRA

Não pensem os suspeitos de praticar fraudes em contratos, subornos e cobranças de propinas que estão fora da mira da PF, do MP e até do STJ simplesmente por ter deixado os xilindrós onde estavam em prisão provisória, cujo período de encarceramento é de 5 dias.

Quando a Justiça expediu mandado de prisão contra esse pessoal do andar de cima do governo rondoniense é porque já estava municiada de provas e evidências das práticas criminosas. Esse pessoal que deixou a cadeia pode muito bem voltar e, dependendo da movimentação aqui fora (especialmente dentro do governo) poderão voltar para o xadrez com prisão temporária. Foi assim com o “irmão” Valter, poderá ser assim com o acusados de integrarem a quadrilha que agiu na gestão de Confúcio.

 

PÁ DE CAL

A sepultura política de Ivo Cassol está aberta. Se ele não renunciar antes de 6 de dezembro sofrerá um ato do senado que funciona como a pá de cal. Renunciar para seu pai assumir não é uma boa. O velho, pelo que dizem está muito doente. É uma pena que Ivo não gostou de aceitar conselhos.

NA CORTE

Enquanto a situação política de Valdir Raupp entre num processo de deterioração em Rondônia, podendo trazer-lhe surpresas desagradáveis em 2018, quando termina seu atual mandato de Senador, na corte o “Barbudo de Rolim” continua bem serelepe. Ele faz de tudo para influir na escolha de ministros para o próximo governo Dilma. O político rondoniense sabe que o PMDB não manterá para si o Ministério de Minas e Energia, motivo pelo qual busca o Ministério das Cidades, como uma compensação.

BARREIRA

Há uma barreira imensa para o “Barbudo” rondoniense superar: Gilberto Kassab, preferido da presidenta, por conta da sua fidelidade. Kassab ministro certamente prestigiará Moreira Mendes, que no final do ano encerra o mandato de deputado federal, com riso de ficar no limbo.

DISCRIÇÃO

Com um estilo totalmente discreto a deputada eleita Lúcia Tereza, de Espigão do Oeste, tem intensificado as conversações com outros parlamentares novos a respeito da disputa pela mesa diretora da Assembleia para a próxima legislatura. Tarimbada no papel de parlamentar e também de gestora o Executivo, a ex-prefeita de Espigão considera que está preparada para presidir o parlamento rondoniense, dentro de um programa que objetive recuperar a credibilidade da instituição e a respeitabilidade dos próprios deputados.

RINDO DE QUE?

O governador rondoniense não terá de tratar apenas da dor de cabeça provocada pela Operação Plateias da PF. Nessa, a situação é muito grave. E pode resultar até mesmo na prisão do chefe de governo rondoniense.

Se as ponderações da Polícia Federal convencer a Ministra Laurita Vaz, do STJ, de que a presença de Confúcio na chefia do Estado for um entrave na investigação, ele vai acabar no xadrez.

A Ministra não é boba, sabe que se o lobista da organização criminosa era o cunhado do governador, é presumível que esse agia em conluio e com a aprovação do próprio Confúcio.

OUTRO DESAFIO

C. Ele terá de superar as ações de irregularidades na campanha, tais como abuso do poder econômico, abuso do poder político e o uso da máquina pública. Com todas essas ações, mesmo que Confúcio tome posse, tem tudo para ver seu mandato impugnado em 15 dias após a diplomação.

O RESGATE

A expressão já foi utilizada pela maioria dos mais recentes candidatos a prefeito de Porto Velho, inclusive de alguns que se elegeram com esse compromisso: a virada de página da acanhada capital rondoniense. Essa “virada” nunca veio e Porto Velho se mantém com aquele aspecto de cidade abandonada, sem prefeito.

Odacir Soares é profundo conhecedor dos problemas e dos entraves de Porto Velho. Ele já teve uma experiência na gestão pública de Porto Velho nos tempos em que ainda “éramos Território”. Foi, como se afirma, uma passagem marcante porque “surgiram os primeiros ares de modernismo urbano” na capital.

E para resgatar a cidade de tantos anos de abandono e má gestão Odacir Soares garante que está decidido a entrar na disputa de 2016, após firmar um pacto com as principais lideranças populares da cidade e com aqueles que são seus melhores quadros técnicos para verdadeiramente “mudar a página” e fazer de Porto Velho uma cidade que orgulhe seus moradores.

VICE

O atual vice-governador e deputado estadual eleito Airton Gurgacz, passou boa parte da manha em reunião com o presidente da Assembleia Legislativa, José Hermínio. Os temas das conversas giraram em torno dos problemas enfrentados pelo governador Confúcio com a “Operação Plateias” e também sobre detalhes cerimonialísticos da posse, bem como sobre a escolha da nova mesa diretora. Não houve vazamentos sobre a conversa.

É DO BARALHO

Em meio ao mar de lama da corrupção desenfreada, com metástases por todo o corpo do País nos últimos 12 anos de desgoverno, causa espécie o PT ter encomendado pesquisa de opinião para descobrir as razões do antipetismo que se espalha e cresce Brasil afora.

LOBO DO MAR

Depois de muito pensar, a presidente vai nomear Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. Ouvindo o povo, que afirma que “o barco está afundando”, ela acha que a melhor solução é Levy por ser engenheiro naval…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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