Em Linhas Gerais

Energisa continua resistindo aos esforços de políticos de Rondônia na proteção de consumidores de energia do estado – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Uma sociedade sem preconceitos faz um mundo sem escrúpulos”. LOUIS DE BONALD, revolucionário, político e filósofo francês, nascido em 1754.

EDITORIALZIM

É ano eleitoral. E por isso já dá para constatar a onda crescente de intolerância e desinformação nas redes sociais e no setor midiático. Imagine como será quando a campanha propriamente dita começar. O que se observa como algo comum nas redes sociais é a manipulação criada para espalhar confusão na cabeça do eleitorado, numa clara tentativa de conspurcar já o processo democrático de que escolha marcado para outubro próximo.

No momento, o saudável debate no campo das ideias está completamente descartado. A preocupação é implodir lideranças com maiores chances de participar do pleito competitivamente. E aí surgem as malfadadas enquetes feitas sem qualquer rigor científico ou ético, quando não pesquisas fabricadas por institutos caça-níqueis.

Não sei porque tenho a nítida impressão de ter visto esse filme várias vezes. É esse tipo de prática que leva a sociedade ao pessimismo com a política e os políticos que, pelo visto, ainda não têm preocupação de melhorias de curto prazo.

Novamente veremos mais um desfile de pessoas cheias de ideias para fazer de nossas cidades verdadeiros paraísos, livres de crise. São aqueles sujeitos que ninguém sabe e ninguém viu surgindo como donos de soluções fáceis para problemas complexos, na maioria ideias utópicas e nada mais.

Pelo menos o atual prefeito de Porto Velho (que ainda não confirmou se vai disputar a reeleição), Hildon Chaves, demonstra não viver esse lugar comum. Ontem, quarta-feira, num ato acontecido no paço municipal, o prefeito deu posse a cerca de 200 professores aprovados em recente Concurso Público. Eles vão dar dinamismo ao setor do ensino municipal, melhorando sua qualidade.

Ao tomar essa decisão, Hildon Chaves demonstrou acreditar que a chave para abrir as melhores estradas para o desenvolvimento econômico e social é a Educação. É ela que garante as transformações necessárias para que todos possam lutar pelo desenvolvimento coletivo da nossa sociedade.

O prefeito, ao falar os novos membros do magistério, lembrou das dificuldades enfrentadas nessa sua primeira gestão para dar ao município condições de contratar mais profissionais para o ensino público. Foi preciso – destacou o prefeito – recuperar a cidade de sua falência econômica. Sem isso seria impossível realizar concurso público e contratações sem ferir a lei de responsabilidade fiscal.

A cidade precisa conquistar muitas outras demandas para melhorar a qualidade de vida de sua população, mas é a educação que pode ajudar o povo a ter mais respeito e  civilidade na construção de uma democracia madura e saudável. Enfim, só a educação trará conhecimento e qualificação para enfrentarmos com mais sabedoria as grandes crises.

Ao falar para os novos membros do magistério, o prefeito fez um resumido balanço de sua gestão, deixando claro o papel preponderante de saneamento das contas públicas e o bom uso e dos impostos na capacidade do município de contratar mais de 200 novos mestres e mestras para melhorar o bem estar da população.

TENDÊNCIA

A cada dia surge um nome novo na relação de pretendentes ao cargo de prefeito, a ser escolhido nesse ano. Tudo indica que a tendência à direita do eleitorado permanecerá nas eleições municipais, mas com eleitores se afastando de posições extremadas, tanto de um lado como de outro.

A esquerda pretende disputar as eleições desse ano com nomes que se destacaram na disputa passada. Mas no momento tudo é especulação. No estado, a esquerda está frágil e acuada. Não tem nem um nome com bandeiras de governo palatáveis ao grosso da população.

IMPACTO

A situação do prefeito da capital rondoniense melhorou muito a partir do ano passado, decorrência das várias obras realizadas, especialmente no campo das melhorias urbanas em ruas e avenidas esquecidas por décadas nas gestões anteriores.

Mas o prefeito precisa ainda de realizações de alto impacto para cimentar com tranquilidade a estrada da reeleição, o prefeito tem de conseguir a solução para casos como o transporte urbano da cidade. O sistema foi destruído nas gestões passadas, quando o último antecessor inventou a lástima batizada de SIM, como uma solução emergencial que deteriorou ainda mais o precário serviço que existia antes.

TRAJETÓRIA

Pode-se gostar ou não de Hildon Chaves, mas não se pode ignorar sua firme trajetória rumo a um objetivo que traçou com bastante antecedência e pelo qual tem articulado com vários partidos e personalidades. É bom lembrar que este é o primeiro mandato do prefeito. Ele ainda não tem a ginga dos políticos profissionais, daqueles tidos como verdadeiras raposas.

Mas no exercício da administração, realizando obras quase endêmicas, eliminando pontos de estrangulamentos da herança que recebeu (como os viadutos), o prefeito tem enorme espaço que para se manter a alternativa de centro, numa cidade cada vez mais cansada dos extremismos populistas que nos trouxeram à atual situação de penúria econômica, política e social.

SIMPLES

Os pequenos negócios que foram excluídos do Simples Nacional em 2019 têm mais dez dias de prazo para regularizarem suas pendências e fazerem uma nova adesão ao regime. Até o dia 31 de janeiro, os pequenos negócios que não tenham débito com a Receita Federal ou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional podem voltar a fazer parte do Simples. O prazo também se aplica aos empresários interessados em aderir ao regime pela primeira vez.

VAGAS

O Orçamento Geral da União de 2020, publicado no Diário Oficial da União, do último dia 20, prevê 51.391 vagas em concursos públicos federais nos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público da União e Defensoria Pública da União. Isso representa um aumento de 1.400% em relação à previsão de 3.369 servidores do Orçamento do ano passado.

CÂNCER

Um grupo de investigadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, encontrou um novo tipo da “Célula T” – responsável pela defesa do organismo contra ameaças desconhecidas, como vírus e bactérias – que poderá atacar e destruir a grande maioria dos tipos de câncer. “A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Esse tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes da doença. Antes, ninguém achava que isso fosse possível. Essa foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que essa célula existia”, contou um cientista ao The Telegraph.

DERRUBAR

A Energisa continua resistindo aos esforços de políticos de Rondônia na proteção de consumidores de energia do estado. A distribuidora de energia em Rondônia está contestando na Justiça a lei 4659/2019, aprovada pela Assembleia Legislativa. A lei proíbe a Energisa de fazer a troca de medidores e padrões de energia sem a comunicação prévia aos consumidores rondonienses. Essa lei foi sancionada em novembro pelo governo do cel. Marcos Rocha,

CAMISETA

Lançada na noite da última quarta-feira, dia 22, a camiseta da Banda do Vai Quem Quer. O lançamento ocorreu na Casa de Cultura Ivan Marrocos. O colunista agradece o convite para participar do evento.

AUTOR: GESSI TABORDA –  JORNALISTA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by