Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Segundo consta tem candidaturas a deputado federal gastando verdadeiras fortunas- por Gessi Taborda

AINDA É CEDO

JUNIORSim, falta praticamente 3 semanas para o fim da campanha nas eleitoral de primeiro turno nas ruas. E nem assim é possível fazer prognósticos certeiros sobre como será o desfecho das urnas, principalmente em se tratando das casas legislativas.

As disputas contam hoje com ingredientes novos, com alinhamentos e realinhamentos imprevistos. As forças conservadoras já não se apresentam mais com a velha cara. Considerando a situação do momento, só há clareza de que Expedito Júnior deverá chegar ao segundo turno cacifado com a maior votação do primeiro. Saber qual o outro nome estará na segunda disputa ainda é algo dado somente às pitonisas.

PESQUISAS

pESQUISAS23É preciso esperar levantamentos feitos por institutos insuspeitos, infensos à pressão e manipulações internas. No ar dá para sentir uma sensação de embolamento entre a candidatura da debutante Jaqueline com a veterana candidatura da reeleição. Afinal, em termos de rejeição, a da moça é muito mais baixa do que a de Confúcio.

O candidato do PMDB carrega nessa disputa o peso de não ter governado com um programa transformador, que colocasse em primeiro plano as lutas populares e um polo dinamizador do desenvolvimento econômico, com a industrialização, o fortalecimento da produção para a geração de empregos.

DISPUTA PRESIDENCIAL

marinaNas caminhadas dessa semana, a quatro semanas das eleições, encontro pessoas perplexas com o que se passa no panorama político, com maus figurantes que se agitam mas não convencem. E o fator dessa disputa final, Marina,  a cara nova, por sua vez parece não ter ouvido o velho conselho de Dorival Caymmi: ‘Não pinte este rosto que eu gosto…”

Marina mergulha em contradições, como em suas declarações sobre o LBGT e a energia nuclear.

DILMA

dilma-presidente (1)O governo Dilma não correspondeu às esperanças, esta é a realidade. A presidente decidiu agora jogar Guido Mantega debaixo do ônibus, numa tentativa de virar os prognósticos, que começam a apontar o favoritismo de Marina.

Aécio procura sobreviver com entrevistas de Armínio Fraga, que acumulou prestígio durante o governo de Fernando Henrique, e assinala que, como Ministro da Fazenda do novo governo, colocaria o país outra vez na rota do crescimento.

Pesquisas já apontam uma estabilização do crescimento de Marina. Já não apostaria num cenário tão definitivo para o segundo turno. De repente, Dilma pode até vencer.

CONTRADIÇÕES

marinaA mim me agradaria mais ver Marina com a coragem de suas convicções evangélicas. Ou ela é evangélica ou equipara a união homossexual a uma heterossexual. Em sua crença religiosa, as duas coisas não são iguais. As conveniências eleitorais são incompatíveis com a fé religiosa.

Marina também tergiversou quanto à energia nuclear. Agora parece ter firmado o ponto de vista de se opor à energia nuclear, o que para mim seria uma lamentável concessão aos fundamentalistas ambientais.

Mesmo se fosse apenas para adotar o discurso dos ambientalistas que acenam com o perigo do aquecimento global, a energia nuclear oferece a vantagem de ser a única que praticamente lança zero dióxido de carbono à atmosfera.

Conclusão: Entre a candidatura pouco convincente de Aécio e a frustração da estagnação econômica do governo Dilma, o Brasil poderia esperar uma nova injeção de esperança com Marina.

Mas a população parece descrente e pouco disposta a acreditar nas promessas dos políticos. Inclusive aqui em Rondônia.

ERRADO É ERRADO

Transito-sinalO pessoal multado por estacionar em fila dupla em frente a Assembleia gosta de posar de vítima dos agentes de trânsito da prefeitura que, como dizem, “só servem para multar”. Esse espírito de se achar mais importante do que a lei se manifesta sempre. Dia desses vi uma “socialite” se exasperar ao estacionar em fila dupla na porta de uma escola particular. Ora, fiquei com pena da agente de trânsito sendo humilhada pela dondoca.

Já passou da hora de pegar pesado com essa turma que não sabe nada sobre viver em sociedade, cada um fazendo seu papel de forma correta. Todos conhecem a lei, bem ou mal, mas conhecem. Por isso esse papo de conscientização já deu. É registrar, doer no bolso e aprender a lição. Aí sim rola o respeito ao próximo e a noção de civilidade, aquelas coisinhas, sabe, que se todo mundo tivesse nem de lei a gente precisava.

HABILITAÇÃO

Transito-sinalA pessoa tem uma moto, não regulariza, passeia pelas ruas sem habilitação, sem capacete, transportando bebês (quando não é um menor pilotando) e aquela coisa toda que a gente cansa de ver e quando a polícia resolve fazer seu trabalho, o ilegal ainda tem a cara de pau de resmungar que é falta de serviço da PM, que tem ladrão solto por aí e ninguém prende e aquele papo todo sofrível e equivocado sobre prioridades. Ora, ora, então não nos preocupemos em prender os ladrões porque há assassinos soltos — e assassino é pior que ladrão. Pior muito mais do que quem não cumpre as leis de trânsito.

Lei é lei e transgredi-la é contravenção ou crime, dependendo das normas de que se trata a ocorrência. O que acontece é que tem gente por aí tão acostumada com o jeitinho, com a impunidade dos “delitos menores”, que se transforma em um péssimo cidadão. No caso do motociclista inabilitado, mais que isso, um perigo ambulante.

INTELECTUAIS

BandeiraSociólogos e cientistas políticos rondonienses têm diante de si um importante desafio. Explicar quem foi o político mais influente na história desse nosso estado, revelando os pontos mais emblemáticos de sua carreira ºem que influenciou a história desse jovem estado.

Talvez uma das respostas mais interessantes nos revele como o estado perdeu lideranças e não conseguiu renová-las.

LEI CLARA

urna_eletronica_unbInformes sobre compra de votos acontecem praticamente todos os dias. Esta, segundo se afirma, é uma das mais caras campanhas eleitorais. Quem não tiver muito dinheiro para gastar nessa reta final dificilmente pode aspirar uma vitória. Segundo consta tem candidaturas a deputado federal gastando verdadeiras fortunas. Uma candidata a reeleição tem quase 150 “comitês” espalhados pelo Estado.

A maioria dos candidatos se esquece de que é claríssima a definição da compra de votos no artigo 299 da Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965. É “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”.

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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