Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Com apenas uma vaga no Senado em jogo, a disputa promete ser acirrada-por Gessi Taborda –

NOVO PRESIDENTE

Domingos Meirelles foi eleito na última semana (26) o novo presidente da Associação Brasileira de Imprensa. Pela primeira vez na história de entidade um repórter assume a presidência da Casa dos Jornalistas.

ACIRRADA

acirCom apenas uma vaga no Senado em jogo, a disputa promete ser acirrada até o apito final. No campo da política o candidato que disputa a reeleição (embora nunca tenha sido eleito senador) adotou a tática de fazer uma campanha prometendo executar todo tipo de obras, como se estivesse disputando um cargo executivo e não legislativo. Essa tática parece ter o desejo deliberado de enganar o eleitor.

Não há similaridades entre os candidatos que disputam essa unida vaga do Senado. Enquanto dona Ivone Cassol sua primeira eleição, há, por exemplo, o Moreira Mendes que já cumpriu parte de um mandato de senador, deixando uma boa impressão no Congresso. Poucos poderiam dizer que têm seu preparo para um cargo de tamanha importância.

DEBUTANDO

Ivone umDona Ivone Cassol está na disputa inspirada pelo marido, Ivo Cassol, seu principal cabo eleitoral. Ela só está nessa batalha porque o marido se tornou inelegível. Simpática, humilde e sangue bom, terá certamente uma votação expressiva em todo o estado.

Há, também, o candidato Aloísio Vidal, do PSOL, reconhecido como de melhor nível cultural entre todos que disputam. Já teve, em eleições anteriores, um bom desempenho nas urnas, o que pode repetir agora.

Ivone Cassol é debutante. Mesmo assim pode surpreender se tiver consciência de que não se faz política sozinha. Terá de ser muito bem assessorada e buscar se aprimorar nas coisas do congresso. De uma coisa esse repórter está convencido: votos para o senado só é decidido na última hora.

ATRIBUIÇÕES

acirO senador, ao contrário do que procurou transmitir Acir Gurgacz em sua propaganda, não tem atribuições para executar obras públicas. Não pode assumir aquilo que é competência do governador. Entre as atribuições do cargo, com mandato de oito anos, estão: fiscalizar os atos da Presidência da República, definir o limite de endividamento dos estados e municípios e defender os interesses de sua região.

Se o objetivo de Acir Gurgacz fosse o de esclarecer os eleitores teria, ao contrário de fazer promessas que não pode cumprir, deveria mostrar o que fez (se realmente fez alguma coisa) no sentido de defender a reforma fiscal, a reforma política, a luta pela valorização dos servidores, a luta para garantir que Rondônia tenha direito aos royalties do petróleo, etc. É impossível ser um bom senador se o camarada é do tipo que vai para a tribuna sem conhecer profundamente o assunto a ser tratado.

APELO

Aos trancos e barrancos, o Rondônia sobrevive. Errar é humano, mas repetir o erro é burrice.  Já passou da hora de mudar e só depende de nós, eleitores. Chega de desgoverno e corrupção!

VERGONHA

Porto VelhoO anunciado espetáculo da cantora Gaby Amarantos, que no próximo dia 1º, abre as celebrações do primeiro centenário de Porto Velho não será capaz de esconder a situação vergonhosa de uma capital de estado vítimas de prefeitos que não souberam realizar suas potencialidades e ainda tem na prefeitura Mauro Nazif, um político que vai de mal a pior.

Pode até ser que Gaby, a nova estrela paraense que está na moda graças ao poder da mídia seja uma boa cantora. Mas não é o que uma cidade, capital de estado, deveria querer para marcar com glamour seu primeiro centenário. Que pena! Certamente para um prefeito que se revela totalmente divorciado da cultura e da arte, pensar, por exemplo, num concerto com uma grande orquestra sinfônica era mesmo coisa fora de cogitação.

Os trinados de Gaby em Porto Velho, custeada pelo patrocínio de um dos consórcios hidrelétricos do Madeira, não abafará o sentimento de vergonha de uma cidade sem saneamento básico, sem asfaltamento de qualidade em suas ruas, com um baixíssimo índice de qualidade de vida. E sua população sabe que enquanto o bendito saneamento não chegar, sua péssima rede de saúde pública continuará abarrotada de vítimas do desprezo com que os prefeitos encaram nossos principais dramas urbanos.

INCAPAZ

Porto VelhoAo seguir a velha máxima do “pão e circo”, o prefeito Mauro Nazif vai inscrevendo seu nome na galeria dos maus e estúpidos prefeitos incapazes até de compreender as potencialidades dessa cidade centenária.

Como Porto Velho poderá se desenvolver como uma cidade civilizada se o prefeito de seu centenário fica discutindo besteiras como a inversão do trânsito no trecho central da avenida Sete de Setembro, como se isso fosse a grande prioridade da população?

Seria pura perda de tempo esperar que esse prefeito abrisse chances para o desenvolvimento do turismo (de verdade), para a criação de um polo cultural na capital rondoniense.

PRISIONEIRA DAS TREVAS

Porto VelhoA cidade chega ao seu primeiro centenário com mais um mau prefeito na gestão do Executivo. Não há nem mesmo alternativas para o estímulo à produção, capaz de gerar emprego e renda, emancipando sua população.

A programação festeira, de qualidade duvidosa, não deverá apagar a indignação dos portovelhenses com as praças e ruas cheias de lixo, sujas, esburacadas, sem os equipamentos comunitários, sem jardins e nem arborização.

Diante desse cenário de real abandono, nem acredito que o prefeito vá aparecer num desses eventos, onde poderá receber sonora vaia popular. Que esse primeiro centenário sirva para aumentar a consciência do povo de que é necessário libertar Porto Velho das trevas.

ISSO PODE

acirEstamos vendo as falas do candidato mais rico ao Senado enganando a credulidade dos mais simples, com promessas mirabolantes de que vai construir creches, hospitais, escolas se ganhar o mandato de senador, quando sabemos que fazer obras é competência de governos, na esperança de ganhar os votos dos mais ignorantes com essas mentiras descaradas. Isso pode? Com a palavra o Ministério Público Eleitoral. É claro que com todas essas promessas mentirosas faz um grande estrago na campanha dos adversários. É muito desonestidade!

SEM DIFERENÇA

vergonhaQual a diferença entre candidatos sujos, como aquele pego em fragrante metendo dinheiro da corrupção na cueca, e o “irmão” Valter, agora no Urso Branco, que foi cassado por liderar esquema de corrupção na Assembleia? Nenhuma, são como irmãos siameses.

APELO (II)

Eleitor: vote consciente, só assim teremos um futuro melhor para Rondônia, que somos todos nós.

GUERRA

Na reta as eleições em Rondônia parecem estar reproduzindo cena de guerra, onde a verdade é quase sempre a primeira vítima, e o cenário é marcado por manipulação e inverdades.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by