Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Porto Velho “Cidade de sonhos, hospitaleira, que tanto amamos” por Gessi Taborda – [email protected]

 ODE À CIDADE CENTENÁRIA

Porto2Porto Velho, cidade centenária surgida neste fundo sombrio da verde tez da floresta, rodeada de crespa sombra, e águas ilimitadas do valoroso Rio Madeira, onde a primavera é aquela semelhante à do planeta selvagem. Porto Velho quantas coisas tenho para lhe dizer, nesse momento em que atinges seu primeiro centenário.

Esse é o tempo de tocar-lhe o coração. De empunhar a tua bandeira. De desejar que as sonhadas transformações se concretizem.

Que o perfume do teu povo, da parte mais simples agregue ao teu diadema, numa ternura que garantirá para o próximo centenário, a concretização da cidade a se transformar na capital da alegria para todos os seus filhos, e não somente para alguns, como hoje se vê nesse seu primeiro centenário.

Nesse momento em que me faço seu poeta, nesse exato momento em que coincidentemente também são convocados os teus para o exercício do voto, urge sacudir teus filhos.

É hora de deixar o torpor e a preguiça para consumar sua construção, costurar o teu progresso, realizar transformações.

Chego agora com a minha lira, cantando no teu perfume e na tua cintura do incomparável Madeira, querendo ver seus governantes marcando tua história, não com essas festinhas mambembes, mas com realizações de grandezas para garantir dias melhores e mostrar que, finalmente, se transformaram em homens de muito amor por você, cidade centenária, com garras para antecipar a glória de que tens direito a alcançar.

Oh cidade centenária. É tempo de reescrever sua história. A história da bravura de tanta gente que derramou aqui, nos trilhos de sua maior realização, sangue e lágrimas.

Se não for com o ouro de suas entranhas, que seja com os diamantes que a natureza incrustou no teu solo pleno de riquezas.

É tempo de passar o apagador no espelho turvo de suas águas e fazer nascer aurora brilhante que teu povo sonha e deseja a tanto tempo.

É tempo de cobrar de seus administradores que acionem, e já, a mola propulsora do progresso! Que fechem as velhas catacumbas e abram túneis libertando as luzes da terra determinada ao sucesso, à grandeza capaz de orgulhar uma nação.

Nossa centenária capital é a terra por onde brotam as mulheres bonitas, as riquezas de todo dias que garantem a mesa farta das pessoas de sangue bom.

Queremos essa cidade decorada com o verde da arborização arrancada pela insanidade dos homens. É o retorno esperado por sua gente, das seguidas alvoradas dos pássaros que cantam saudando um novo dia.

E se não somos gratos aos burgomestres que tantos prejuízos e agressões praticaram contra essa terra dadivosa, somos gratos a essa cidade centenária pelas belezas naturais que ai está resistindo à falta de desvelo daqueles que pilotam sua nau.

Cidade de sonhos, hospitaleira, que tanto amamos: Em breve serás bem maior, mais cosmopolita, mais envaidecida de suas conquistas cantadas por novos menestréis. Não sou grileiro e nem profeta. Neste momento sou apenas um amante devotado, sou apenas o teu poeta.

DECISÃO NA HORA H

EleicoesNa próxima segunda-feira já se deve saber quem estará eleito e quem engrossará a fila dos derrotados. Muitos dos candidatos aos cargos proporcionais imaginam que o resultado já é mais ou menos conhecido em função das várias  pesquisas eleitorais. As pesquisas não antecipam qual será o resultado, principalmente na disputa proporcional, quase sempre decidida de ultima hora. Não é impossível que seja eleito alguém que não pontuou nas tais pesquisas.

CORAGEM DOS ELEITOS

EleicoesA nova formação do governo e Legislativo certamente impõe mais do que os requisitos básicos da honestidade e dedicação ao bem comum. A gente escreveu muito aqui, nesse período, sobre a responsabilidade do eleitor ao votar. Porém, pouco se diz a respeito dos deveres e responsabilidades comuns a todos os que forem eleitos.

A responsabilidade dos eleitos situa-se também na visão de que não é mais possível que cada político pense apenas no período do seu mandato. O que a sociedade espera é a conduta de estadista pelos que ocuparem os cargos públicos, sem exceção.

EXECUTIVO ENDIVIDADO

BandeiraA expectativa está no fato de que a sociedade demanda e merece a coragem dos eleitos de realizarem as reformas e ajustes de que o país e o estado de Rondônia precisam com urgência.

Em Rondônia, assumir um Executivo endividado e deficitário requer atitude e coragem para reordenar a governança, e não cair no simplismo de colocar o lixo embaixo do tapete. Há, por resultado direto, a carência de investimentos na infraestrutura, o que aumenta o “Custo RO” e criar enormes barreiras para captar investimentos produtivos nos segmentos da iniciativa privada.

PRONUNCIAMENTOS

horário-eleitoral (1)Quem acompanhou os pronunciamentos dos candidatos e os programas do horário político eleitoral constata que proliferam termos como mudança, esperança, renovação, conquistas, continuidade.

Palavras agradáveis aos ouvidos, porém vazias, sem conteúdo, pois são generalizantes. Carecem de compromisso claro, de projetos, de plano de ação, de programas de curto, médio e longo prazos. Política não é retórica. É a arte e a capacidade de governar, de estabelecer prioridades.

Que os políticos rondonienses escolhidos pelo povão nas urnas desse ano tenha a coragem de assumir posição consentânea com a aspiração popular. Que não tenha só discurso, mas também prática.

PUXANDO BRASA

DinheiroÉ o velho ditado “cada um puxando brasa para sua sardinha”. Se todo mundo está metendo a mão, através da corrupção, malversação do dinheiro público, propinas e todo tipo de falcatrua para ganhar dinheiro, então vamos pegar o famoso “trem da alegria”. Dar auxílio-moradia a quem já ganha muito bem? Isso deveria ser concedido a quem não tem salário para ter uma casa própria. Auxiliar quem tem possibilidade de se manter muito bem com o dinheiro de quem não consegue se manter é ridículo!

CONSELHOS OU INTERNET?

netTomara que o candidato que chegar ao governo de Rondônia acabe com esse verdadeiro truque de madame que são os conselhos. Conselhos só servem para engessar e dar um ar democrático, mas no fim nada funciona. É preciso que se tenha um plano de governo objetivo e que se cumpra realmente o que está nele escrito. Para haver participação popular, são positivas as audiências públicas para prestações de contas e a disponibilização de tudo na internet. Um canal on-line para as demandas da população também é importante

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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