Em Linhas Gerais • Extra

Em linhas gerais

AUSÊNCIA

maurão carvalhoTirando a presença de poucos colegas deputados, o café organizado por Maurão de Carvalho teve absoluta falta de presença de lideranças da sociedade interiorana, como prefeitos, representantes de entidades civis organizadas, que pudessem realçar a musculatura política de quem está se achando pronto para a disputa do governo. Embora Ivo Cassol e seus principais aríetes no Congresso não se fizessem presentes, deputados amigos de Maurão (e ele próprio) como Luiz Cláudio (convidado para Vice) encheram de elogios o ex-governador e (ainda) senador Ivo Cassol que, como contou Maurão, não compareceu por causa de um compromisso jurídico em Brasília.

 

BRAVATAS

jaqueline cassolParticularmente sou da opinião de que Maurão de Carvalho é muito mais competitivo do que Jaqueline Cassol. Mas não vejo, em nenhum dos dois, o perfil de oposicionistas ao governo que ai está. No caso de Jaqueline, apenas uma bela jovem sem maior militância política, é perfeitamente compreensível seu distanciamento da polêmica eleitoral.

Esse não é o caso de Maurão. Ao longo dos vários mandatos (quatro) nunca mostrou uma posição crítica em relação ao Poder. Não dá para saber se o deputado sabe fazer – quando precisar – oposição ao governo.

E certamente, não serão bravatas (“vou ganhar no 1º turno”, disse no seu discurso do café com a imprensa) que farão dele o catalisador dos votos de quem está cansado do governo do PMDB.

 

CHAMEM O SHERLOCK

naiaraA trama em torno do assassinato de Naiara Karine parece mais roteiro de cinema. Sobre um personagem central da tragédia, um suposto Bruno Cassol, praticamente nada se descobriu até hoje. Este é um detalhe que poderá assombrar a anunciada pré-candidatura de Jaqueline Cassol (irmão do ex-governador) à sucessão estadual.

Essa trágica e sangrenta novela rondoniense desafia os “Sherlocks” locais. E há, também, outro detalhe interessante: a qualificação do agente penitenciário que supostamente andou fazendo ameaças à testemunhas numa audiência de instrução, perante a magistrada. Além de agente penitenciário, o camarada é chamado de “empresário” do setor de vigilância privada. Será que ele era dono de alguma empresa que prestou serviço a órgão público?

 

CABEÇA DE POLÍTICO

MAURODifícil interpretar o pensamento do médico e prefeito (fazer o que?) Mauro Nazif. Se não for uma charada, é mais uma pisada de bola desse prefeito que vai descendo a ladeira e perdendo seu capital eleitoral e político com uma rapidez impressionante.

Ele (o tal Nazif) mandou uma mensagem à Câmara Municipal inchando ainda mais a folha de servidores da municipalidade. Dessa vez, o prefeito que prometeu (enquanto esteve em campanha) uma gestão transparente e austera, está propondo a criação de mais 29 cargos comissionados para a Secretaria Municipal de Saúde, numa pasta que não consegue resolver a questão de falta de remédios e médicos nas principais unidades de atendimento.

 

AÇÃO DO MP

mp roO prefeito, diz o vereador Everaldo Fogaça, não tem como justificar essa decisão. E mesmo assim, supõe-se que a proposta de Nazif acabará sendo aprovado, em consequência da dócil maioria que o prefeito tem na Casa.

Como se sabe, em período eleitoral a legislação é rígida em relação à contratação e demissão no serviço público. Daí, a esperança é que o Ministério Público imploda esse esquema de ampliação da asponagem municipal.

 

ERA MENTIRA

LULA_JESUS_CHAVEZO acordo supostamente firmado entre Lula e Valdir Raupp para garantir a aliança do PT ao PMDB rondoniense nesse processo sucessório foi uma simples mentira, como andou afirmando – aliviado – o padre Ton, pré-candidato petista que, diante do perigo de ser rifado do processo chegou, nesses dias, a ameaçar sair do PT. A garantia, de acordo com o padre, foi dada pelo presidente nacional do PT, Ruy Falcão, em encontro com os petistas rondonienses.

Raupp que chegou a documentar fotograficamente seu encontro com Lula (que é quem verdadeiramente dá as cartas no PT) onde teria firmado o acordo da adesão do PT à candidatura confuciana não se manifestou. Enquanto o “barbudo” de Rolim se fecha em copas, Padre Ton volta a sentir-se firme como candidato do PT para enfrentar Confúcio.

 

SAMBA

jair-rodrigues-6Numa roda de samba realizada domingo, ouvi uma adaptação do samba cantado pelo saudoso Jair Rodrigues, feita por um sambista ligado à área da saúde: “vem chegando a madrugada ô, o Confúcio vai caindo”. Por essas e outras, mesmo sem grandes concorrentes é melhor o filósofo caipira fazer uma viagem a Codó (MA) para se encontrar com os pais de santos usados pela família Sarney.

 

 

SEGUNDO PLANO

copaPolíticos rondonienses envolvidos no processo eleitoral devem aproveitar esses dias para descansar. Com o início da Copa do Mundo, as eleições já passam ao segundo plano. Política partidária já não é o assunto da preferência da maioria da população. Em tempos de Copa no Brasil, piorou. E assim, até o governador Confúcio, segundo fonte palaciana, deverá reduzir significativamente o ritmo da pré-campanha, sem saber ainda, com toda certeza, quem será seu principal adversário na refrega.

 

REALIDADE

marcianoSe um marciano chegar ao nosso planeta hoje e assistir aos telejornais do dia terá a certeza de que o nosso mundo está um caos. Dirá que é final dos tempos, a visão do inferno. A violência é real, assim como os problemas em praticamente todas as áreas do serviço público. Mas é preciso acreditar que notícia boa também vende, ou melhor, também provoca mudanças positivas por meio de um bom exemplo. Isto é educação. Claro que, em ano eleitoral, fica difícil não ter qualquer tema, positivo ou negativo, contaminado pelo fogo cruzado da campanha.

 

TÁ DANADO

maurão carvalhoO governo está terminando e ninguém analisa, com profundidade, o enorme prejuízo perdido que foi perder a grande oportunidade de modernizar e garantir avanços econômicos sustentáveis para Rondônia com a construção das hidrelétricas. Ao contrário de tirar proveito disso, o governo (pasmem!) acabou promovendo uma renúncia fiscal bilionária em favor do tal consórcio hidrelétrico. Será que Rondônia ainda vai querer um governo desse padrão?

E ai surge Maurão, sonhando ser a terceira via dessa disputa. E quem é destaco para organizar o exército desse gladiador messiânico? Miguelzinho Sena. Com um timoneiro desses será difícil enfrentar um mar revolto.

 

SEM BOLO

porto velhoE Porto Velho vai se aproximando do seu primeiro centenário. Mais um aniversário dessa cidade (98) aconteceu. Sem bolo, sem velas, nesse clima de abandono, de caos, de desamor. Meu Deus! Chega a dar vergonha constatarmos que a gestão pública de nossa cidade parece uma piada, uma piada de péssimo gosto. Ridículo aquilo que chamam de projeto urbano (difícil de sair do papel) que não muda praticamente nada nas visíveis deficiências dessa senhora que se aproxima de seu primeiro centenário.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.