Em Linhas Gerais

Eleições 2016: Indefinição no ninho tucano está gerando suspense na politica da capital

FILOSOFANDO

“A força se consegue com fracassos e não com os sucessos”. Coco Chanel (1883/1971). Foi uma das mais importantes estilistas da França.

AMESTRADA

A imprensa amestrada faz um grande mal ao país e à democracia. O Governo Temer descobriu previsão de patrocínios milionários para os sites Brasil 247 (R$ 2,1 milhões!), GGN & Luiz Nassif (R$ 1,1 milhão) e Conversa Afiada (R$ 400 mil). Agora, está praticamente na hora de revelar o nome da imprensa amestrada daqui, aquela regiamente paga para proteger interesses políticos dos “donos” do poder.

FRIA

Quem já assistiu ou participou das campanhas políticas dos últimos anos em Porto Velho já tem, nesse momento, uma certeza sobre o que está acontecendo agora. Nunca se viu um período de pré-campanha nessa capital rondoniense tão frio e modorrento como o atual. Afinal, por que esse tão surpreendente desinteresse em torno da disputa para a prefeitura e câmara municipal nesse ano?

REGRAS

Vá lá que as mudanças introduzidas nas regras eleitorais deste ano, inclusive com a brutal diminuição do prazo de campanha propriamente dito, favoreça esse distanciamento, mas só isso evidentemente não explica a ausência quase total dos pretendentes em relação ao debate sobre a fracassada gestão de Porto Velho e sobre programas capazes de mudar esse cenário de estagnação e incertezas, com garantias reais de avanços no incremento econômico, na melhoria de vida dos moradores dessa cidade tão desamada pelos seus últimos dirigentes e representantes políticos.

CONCHAVOS

E nesse cenário modorrento, quando começa a prosperar a ideia de um suposto acordo entre a importante sigla do PSDB – até então imaginada como alternativa de oposição ao que ai está – como aliado da chapa do prefeito Mauro em sua determinada decisão de disputar mais um mandato tem-se quase que uma certeza de que as “lideranças” de maior destaque da política rondoniense não estão agindo em seu melhor juízo.

Essa aliança não é só uma espécie de traição ao eleitorado tucano, mas a comprovação de que em Porto Velho o agora segundo mais importante partido nacional não passa de uma sigla de uma pessoa só: Mariana Carvalho. Como a jovem deputada Mariana não quer disputar, seu partido terá de agir como biruta de aeroporto.

GESTÃO ERRADA

Não é preciso ser um ideólogo partidário ou um acurado observador para concluir sobre a incontestável realidade de que a cidade de Porto Velho não conseguiu resolver na última década nenhum de seus grandes entraves ao desenvolvimento pleno.

Fora as críticas diretas e constantes ao (des) governo da “famiglia” Mauro Nazif pelos seus muitos problemas em quase todas as áreas, há muito mais a ser levado em consideração por aqueles que tencionam chegar ao comando do município

IMATURIDADE

A falta de maturidade política, da capacidade de entender os desafios como a grande oportunidade de demonstrar competência política e amor pela cidade é a verdadeira responsável pela decidida (após idas e vindas) escolha de Mariana Carvalho em ficar fora do pleito. Essa ideia de que a prefeitura funciona como uma espécie de túmulo para quem pretende alçar vôos maiores na vida pública não é lastreada na realidade.

TRAIÇÃO AO POVO

Agora levar avante uma negociação onde a família Carvalho forneceria um nome para uma aliança (espúria) com um prefeito da marca de Nazif, emprestando um membro da família para ser vice do mequetrefe prefeito, chega a ser uma espécie de traição às aspirações de um eleitorado ansioso para se livrar do que ai está.

ÓBVIO

Que a situação está errada e precisa de correção parece bastante óbvio diante da baixíssima popularidade da administração atual, mas somente esse tom monocórdio não vale uma campanha eleitoral. Nem mesmo uma pré-campanha.

É claro que a deputada federal Mariana Carvalho tem consciência da gravidade gerada pelo (des)governo Mauro Nazif para fazer de Porto Velho uma capital decente; um polo extraordinário para o desenvolvimento rondoniense.

MEDO DE VENCER

E ela, claro, sabe da importância de sua participação na disputa para propor as mudanças tão necessárias à vida dos moradores da capital. E, melhor ainda, sabe que está talhada para a vitória que não quer. E justifica que não quer vencer para não comprometer um futuro que imagina mais auspicioso. Mariana não acredita, mas corre o risco de descobrir, tarde demais, o erro cometido – nenhum político desistiria de uma pugna onde  as chances de vitória são imensas – que pode determinar o encerramento precoce de sua vida pública.

INCAPAZ

Ao desistir de disputar, a jovem e bela deputada faz uma confissão prévia de incapacidade de conduzir um projeto de recuperação da cidade, e muito mais de um programa de gestão capaz de melhorar a vida do povo, de tirar Porto Velho dessa paralisia em que se debate em todos os segmentos da administração municipal. Ora, se não tem coragem de dirigir uma gestão municipal, como teria coragem de dirigira uma administração estadual? Afinal, esse parece ser o seu grande sonho.

DESTRONADO

O maior, mais conhecido e tradicional restaurante do Paraná – o Madalosso, de Curitiba – expulsou o ex-presidente Lula de suas paredes recobertas de fotos de visitantes ilustres. E colocou no lugar a foto do juiz federal Sérgio Moro. A informação é de Reinaldo Bessa, da Gazeta do Povo.

Essa é mais uma demonstração de que o Brasil despertou para a fraude encarnada por Lula e o PT e quer sepultá-la o quanto antes. É bom o senador Acir Gurgacz pensar muito antes de mudar de casada para apoiar Dilma na votação final do impeachment. Se fizer isso pode estar assinando seu próprio atestado de morte política aqui em Rondônia.

RECADO

Ainda não há confronto eleitoral entre os pretensos candidatos. E mesmo assim o leitor Pedro Alcântara mandou para a coluna um recado transcrito a seguir: “Espero que as eleições de outubro sejam ‘limpas’, ou seja, sem ataques e com a apresentação de propostas. Nós, eleitores, estamos cansados de ofensas e jogo sujo. Queremos ouvir o que os candidatos têm para oferecer a Porto Velho. Chega de xingamentos. Com ofensas, com certeza, mais cidadãos, como eu, vão deixar de ir às urnas”, disse Pedro.

EFEITO PETRALHA

O Brasil perdeu mais uma posição e agora ocupa o 57º lugar no ranking global de competitividade divulgado pelo IMD, em parceria com a Fundação Dom Cabral. Em 2010, o Brasil aparecia em 38º lugar, tendo despencado dezenove posições desde então. Assim, entre as 61 economias analisadas no estudo, o Brasil aparece em sua pior colocação e só está à frente de Mongólia, Ucrânia, Croácia e Venezuela, a lanterninha da lista.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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