Em Linhas Gerais

Eleiçoes 2016: caciques do PMDB falam no possível lançamento do nome de Williames Pimentel para prefeito – por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

“Ter medo de amar é ter medo da vida, os que temem a vida já estão em boa parte mortos”. Bertand Russel, filósofo inglês, nascido em 1872 e morto em 1970.

 BOLADA DO AMOR

olho-azul-grandeEste ano a manifestação de amor com hora marcada deve movimentar R$ 1,49 bilhão. É uma bolada, mas apenas 8% superior ao registrado na mesma data de 2014, quando o total foi nada menos que 38% acima do ano anterior. Ou há uma crise rolando por aí, ou estamos cada vez menos apaixonados.

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 DESPRESTIGIADOS

censura2Às vezes dá até para pensar numa espécie de masoquismo por parte de uma parte dos jornalistas rondonienses que, mesmo desprestigiados pelos principais mandatários do estado não conseguem desapegar do papel canhestro de puxar o saco do governo peemedebista e do prefeito da capital.

No caso do governador (?) o desprezo se configurou no momento em que foi buscar para responder pela comunicação estadual um cristão novo em termos de vivência rondoniense, substituindo um nome de profissional enraizado por anos no estado.

Em se falando de prefeito, ele preferiu colocar um DJ que nada sabe sobre jornalismo (muito menos político), mas é PhD em puxa-saquismo. Os desprestigiados fazem isso por serem amestrados e se contentarem com migalhas.

 MAL DE FAMÍLIA

rosangela-donadon-aleAssim como em São Paulo o nome do político Paulo Maluf acabou se transformando em sinônimo de corrupção, em Rondônia o nome Donadon também ganhou essa conotação. Afinal, os principais políticos da família protagonizaram escândalos e acabaram no sistema carcerário.

Mesmo nesse torvelinho, a família conseguiu eleger Rosângela Donadon como deputada, no último pleito. Até agora a mulher do ex-deputado cassado e prisioneiro Marco Donadon uma presença apagada na Assembleia Legislativa, sem chamar a atenção da imprensa.

E eis que agora, dona Rosângela colocou novamente a família na mídia do estado. E não foi por nada gratificante. De acordo com a revelação da mídia (Tudo Rondônia, site jornalístico da capital) a deputada Rosângela já está repetindo práticas de nepotismo, dando emprego a vários familiares em seu gabinete.

 OS BENEFICIÁRIOS

rosangela-donadon-aleCertamente a prática patrocinada por dona Rosângela cria mal estar entre os deputados que se esforçam para recuperar a credibilidade da Assembleia Legislativa rondoniense. Até agora os parlamentares não se manifestaram. É possível que façam antes mesmo do MP abrir um procedimento de investigação.

Por enquanto os nomeados para o gabinete da deputada, configurando o nepotismo, são: Mirian Donadon Campos- salário de 9.000.000 (Nove mil reais); Zacarias Batista Donadon, salário de 5.026,00 (cinco mil e vinte seis reais); Ivete Meira Donadon, salário de 2.000,00 (dois mil reais); Lucélia Donadon Batista, salário de 2.062,00 (dois mil e sessenta e dois reais); Ivete Meira Donadon, salário de 2.000,00 (Dois mil reais); Ivete Maria Pires da Costa, cunhada da deputada. Com salário de 8.040.00 (Oito mil e quarenta); Danyele Vilela Gonçalves, nora da deputada, salário de 4.860 (Quatro mil e oitocentos e sessenta reais); Gisele Vilela Gonçalves, irmã da nora da deputada, salário de 8.040 (Oito mil e quarenta reais).

 DESONERAÇÃO

congresso22A Câmara só deverá concluir a votação do projeto que limita a desoneração tributária no final do mês e no Senado o processo só deverá terminar em setembro. Para entrar em vigor, será necessário cumprir espera de noventa dias, logo a entrada em vigor da lei ficará para janeiro de 2016, afetando sua contribuição para o ajuste.

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 TAXISTAS

O Banco do Brasil anunciou a suspensão de financiamento para donos de taxis renovar a frota. Certamente essa decisão vai contribuir ainda mais para a redução da venda de veículos que, mesmo com essa crise, terão os valores reajustados pelas montadoras.

 MEDO

PMDB22Sem grandes nomes para disputar as principais prefeituras no próximo ano, é perceptível da derrota por parte do PMDB, especialmente na disputa pela prefeitura da Capital. Os caciques do PMDB falam no possível lançamento do nome do secretário de estado da Saúde, Williames Pimentel, mas o candidato dos sonhos seria Mário Português que, pelo que consta, está arredio a entrar novamente na disputa eleitoral.

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 RECORDE

congresso22O Brasil tem mais um recorde mundial: 28 partidos na Câmara de Deputados. A limitação de acesso a tempo de TV e fundo partidário com a exigência de 1 parlamentar eleito vai fazer funcionar as maquininhas de probabilidades de forma a que os micro-excluídos possam eleger pelo menos 1 parlamentar. E ainda há os novos. Nesse sentido, não seria exagero especular com a possibilidade da Câmara de Deputados em 2019 ter mais de 28 partidos.

 PULVERIZAÇÃO

DILMAA América Latina tem seguido esse caminho. As avaliações dos presidentes têm mostrado a derrubada de seus prestígios. Dilma não tem nem 15% de aprovação (ótimo+bom). Os presidentes do Chile, Argentina, Venezuela, Colômbia, Guatemala, México, Peru e Costa Rica, flutuam na faixa dos 30%. Todos estes têm desaprovação maior que aprovação. Nas últimas eleições em todos esses países, ocorreu um fracionamento dos parlamentos. Os sistemas binários como o da Colômbia, e mesmo o binário de coligações como o do Chile, despareceram nas eleições majoritárias.

 SEM CONCORRER

FATIMA-CLEIDE-CAPA-300x257Uma fonte com ótimo trânsito nos círculos petistas de Porto Velho garantiu ontem que a ex-senadora Fátima Cleide não deverá voltar ao cenário político no próximo ano. Essa mesma fonte afirmou que Fátima, hoje vivendo longe de Rondônia, refuta a hipótese de ser candidata na disputa pela prefeitura de Porto Velho. Com a perda de legitimidade decorrente dos mal feitos de gestões petistas no estado (Porto Velho e, agora, Cacoal), o grupo que era liderado por Fátima Cleide já está consciente de que o PT terá dificuldades para apresentar candidaturas próprias na maior parte das grandes cidades rondonienses.

 ESCAPAMOS

MaurãoO Fantástico de domingo passado mostrou as falcatruas em Assembleias Legislativas do Brasil. Dessa vez o estado de Rondônia escapou. Isso é ponto positivo para o deputado Maurão de Carvalho, pela primeira vez presidente do legislativo estadual. Certamente o novo presidente (que tem como projeto político pessoal disputar o governo em 2018) não ficará de braços cruzados diante de qualquer maracutaia e tentativas que possam desmoralizar o Poder. Assim, deverá tomar medidas contra a adoção de nepotismo na Casa, conforme é denuncia focando o gabinete da deputada Rosângela Donadon. É grande a oportunidade de Maurão, um líder que pode chegar ao governo, mostrar que não compactua com essas maracutáias.

 DIFÍCIL DE ENTENDER

Taborda1A Globo ganhou os direitos de transmissão das Copas de 2010 e 2014 por US$ 220 milhões, pagos à FIFA. A Record foi preterida com uma oferta de US$ 360 milhões. Por que a FIFA recusou uma oferta que superava a da Globo em US$ 140 milhões?  FBI neles!

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Gomes Oliveira

1 Comment

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  • Pimentel na prefeitura é o mesmo que colocar uma raposa no galinheiro. Deus me livre desse incompetente na prefeitura. Ele e o seu bando estão acabando com a saúde do estado, assim como fez com o município. NÃO VOTEM NO PIMENTEL E EM NENHUM CANDIDATO PMDB. SÓ TEM CANALHAS. Quando a bomba estourar vocês verão quantos peemedebista estão envolvidos nas bandidagens.O fantástico já esteve por aqui e tem uma bomba para breve.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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