Em Linhas Gerais

De olho na edilidade, Mauro Nazif conseguiu subordinar a maioria dos vereadores da nossa capital – por Gessi Taborda

DE OLHO NA EDILIDADE

camara2Eleitores de Porto Velho precisam ficar atentos, eleição novamente no ano que vem. Está chegando o fim do mandato (graças a Deus!) do dr. (ele faz questão de ser tratado pelo título) Mauro Nazif. Então é preciso ver como se comportaram até aqui, e como vão se comportar até o final do mando, os nosso vereadores. Mauro, como se sabe, se formou em política por aqui mesmo. Primeiro como vereador, depois como deputado estadual, até que foi para Brasília e conseguiu uma formação política mais específica. E assim conseguiu subordinar a maioria dos vereadores da nossa capital.

 MAL À DEMOCRACIA

camara2Isso obviamente não fez bem à democracia representativa que prioriza fiscalizar atos do Executivo em nome do povo, o titular do poder.

Mas, respeitando-se o contraponto: a cidade está bonita, tem qualidade de vida, transporte coletivo eficiente, Uma rede de água tratada que atende a quase totalidade da população? Além de outros paradigmas: lixo bem administrado, saúde, educação e segurança na crista da onda, muitas opções de cultura e lazer, uma grande praça esportiva, enfim, tudo está justo e perfeito?

Com resposta afirmativa, parabéns. Na dúvida ou resposta negativa, sem estresse: pense melhor na próxima visita às urnas, a fim de acertar em cheio.

 GUERRA EM FAMÍLIA

PTTEles farão tudo para esconder, para só deixar transparecer uma harmonia que não existe. Estou falando do congresso nacional do PT, que acontece essa semana depois de 12 anos no poder do país. Seus integrantes não se entendem e quem espiar as teses de tendências em seu portal melhor entenderá o quanto guerreiam entre si. E ainda existe gente na cúpula do PT imaginando que o partido permanece no poder após 2018. Em 30 anos o PT só tem um nome para concorrer: Lula. Então, se o (como dizia Brizola) o “Sapo Barbudo” não disputar, o partido vai sucumbir.

 EM RONDÔNIA

PTTNo nosso Estado o PT não tem mais nome competitivo. Nem para as grandes prefeituras e muito menos para a disputa de 2018. Como já disse aqui, isso é consequência do papel desempenhado, primeiramente, por Roberto Sobrinho que, como ex-prefeito de Porto Velho foi “um excelente coveiro da sigla”. E para dar a extrema unção, o papel coube ao tal padre Franco, prefeito de Cacoal que nesse momento vai enfrentar um processo de cassação do mandato proposto por uma vereadora do próprio PT.

 PATROCÍNIO DA CAIXA

CaixaTanta coisa séria precisando de patrocínio no Brasil e a Caixa Econômica vai patrocinar esse esbórnia da Parada Gay, que teve transexual numa cruz, duas mulheres se beijando, também numa cruz, um participante vestido de Jesus beijando outro homem parceiro com uma cruz e muitas outras cenas que não se vê nem nos cabarés.

E para todo esse espetáculo bizarro os organizadores tiveram além do patrocínio da Caixa, também o da Petrobras, do governo brasileiro e da prefeitura (comandada pelo PT) da capital paulista.

 FESTIVAL DE PROMESSAS

BandeiraNão sei até quando nós, de Rondônia, seremos chamados para espectadores desse espetáculo mambembe apresentado por nossos políticos, sempre imaginando que é fácil, muito fácil, nos enganar com o repetitivo festival de promessas, algumas tão mirabolantes que nem deveriam causar algum tipo de expectativa nos cidadãos que pagam impostos nesse pedaço de Brasil.

Ora, nem sei o que levam tantas pessoas a perguntar-me (como ainda aconteceu antes) se a tal “ferrovia transoceânica, passando por Rondônia para ligar o Atlântico ao Pacífico, no Peru” vai mesmo acontecer.

 ENGATADOS NA IGNORÂNCIA

Taborda4Eu até que torço para que alguma coisa boa e de tamanho fenomenal, capaz de animar o desenvolvimento, aconteça. Mas não posso, como jornalista, ser irresponsável de alimentar quimeras que ao final se converterão em mais desilusões.

Essa conversa sobre privatização da BR-364, da Ferrovia Transoceânica e tantas outras conversas do mesmo naipe, não passam de puro marketing. Serve exatamente para políticos engatados na ignorância do povo, conseguindo assim se manter em seus falsos poderes.

 REALIDADE

Taborda4E segue essa minha terra em seu esgoto a céu aberto, em suas ruas escuras e fétidas, em perenais estradas (simples caminhos) esburacadas, com a maior parte dos cargos do governo dados aos analfabetos políticos e funcionais, ou então aos ideologicamente comprometidos pelas promessas vagabundas, de verdadeiros “sôbas” que ocupam o poder com cara e promessas de socialistas, coisa que nunca foram mesmo permanecendo anos e anos em siglas com esse rótulo.

Aqui estou mais uma vez falando dessa coisa que insistem em chamar de gestão, um verdadeiro farisaísmo visto que não consegue nem mesmo realizar uma licitação de qualidade, séria e transparente, para uma coisa importante como soem ser o sistema de transporte urbano da capital.

 RARAS EXCEÇÕES

FOGAÇAA política de Rondônia é uma lástima. E nem gostaria de falar das exceções, pois exceções são. Como é o caso, pelo visto, do vereador Everaldo Fogaça, pelo menos quando encampa aquilo que a coluna tanto colocou sobre a enganação que foi a tentativa de se entregar a exploração do serviço de transporte coletivo de Porto Velho para uma empresa qualquer (supostamente com carta marcada) de fretamento de ônibus, numa clara demonstração de que esse prefeito com nome de doutor está dando um nó nas possibilidades de desenvolvimento da cidade.

É, leitores, o prefeito realmente não é uma rara exceção, como tantos imaginaram antes de nele votar. Seu embornal de ideias se vê agora, é sem eira e nem beira.

 ESQUERDA DE ARAQUE

Mauro2Nazif está parecendo outro personagem messiânico da política brasileira. Também se fez de esquerda, chefiando um partido idem, mas parece esconder sua mão direita no bolso da calça. Enrolou todo mundo e conseguiu um mandato de prefeito.

Mas Porto Velho segue sem latrinas, sem jardins e sem escolas de alto padrão. Sem espaços próprios para lazer, sem o prometido hospital municipal, sem esporte e sem turismo.

O prefeito, diante desse cenário de abandono da cidade, foge de suas responsabilidades com o beneplácito da maioria dos vereadores.

 PARANTESES PARA BENGALA

bengalaAbro aqui um parênteses. Acabo de ler notas indignadas dando conta de que vereadores, liderados por Jurandir Bengala, o presidente da Câmara, estão organizando um movimento de apoio às empresas permissionárias desse segmento. E não só defendem a continuação desse lastimável “monopólio” como advogam um super reajuste nas tarifas.

Parece coisa pequena mas não é. Certamente por trás desse movimento é possível ouvir o barulho da dança dos cifrões.

 OUTRAS EXCEÇÕES

Tomara que surjam outras exceções alem de Fogaça para se preocupam com outras maracutaias montadas contra os reais interesses de Porto Velho.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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