Em Linhas Gerais

São tantos casos de corrupção sem punição em Rondônia, que só apelando pro FBI- por Gessi Taborda

FRASE

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“Ninguém é grande demais para a cadeia. Ninguém está acima da lei”. Loretta Lynch, Secretária de Justiça dos Estados Unidos, responsável pela investigação que pôs na cadeia cartolas da FIFA e da CBF.

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 CARA DE PAISAGEM

Taborda1O volume de notícias sobre (vá lá!) mal feitos no âmbito da administração (??) rondoniense nas duas últimas semanas pela mídia eletrônica aponta para uma espécie de “confuciogate” esperando ser devidamente desvendada pelas autoridades competentes, já que aquele que (ainda) ocupa o gabinete do governo estadual se finge de desprevenido e mantém a postura de quem continua acreditando ser possível assoviar para o lado, fingindo que nada tem a ver com os fatos de corrupção noticiados nas redes sociais.

 MEDIOCRIDADE À FLOR DA PELE

Taborda1Como é próprio dos medíocres que conseguem um naco importante de poder, Confúcio repete antecessores que se julgavam intocáveis e hoje, em virtude dos desvios e dos escândalos vão sobrevivendo com o constante risco de perder a liberdade.

Depois de ser apanhado como suspeito na trama de desvio em que até seu cunhado Francisco de Assis Moreira de Oliveira, o político de Ariquemes que (ainda) está governador simplesmente se quedou em silencio em todas as operações de investigação da polícia e do Ministério Público, demonstrando claramente a alta deterioração desse malfadado governo.

 CALADÃO

Taborda1A recente operação Mamon, desencadeada pela Polícia Civil e Ministério Público, prendeu o auditor fiscal Anivaldo de Deus Pinto, tido como aliado do governador. Confúcio, claro, se manteve calado e não anunciou nenhuma decisão para investigar a corrupção na pasta das Finanças. Também não deu nenhuma satisfação à opinião pública sobre a Operação Libertas, que prendeu auditores da Sefin, em Vilhena. E assim permanece esse esdrúxulo “governador cassado” quieto, sem dar nenhuma explicação para os negócios especiais do estado com a empresa (tipicamente de pasta) da mulher de secretário chefe da Casa Civil, Emerson Castro.

 MEDIOCRIDADE

Taborda1Só mesmo um medíocre pode agir assim, se mantendo de braços dados com interesses mais obscuros de envoltos nesse “negócio da china” facilitando o jorro de dinheiro para o casal. Confúcio ainda demonstra não acreditar que tem problemas de credibilidade e por isso mantém  sua praxe de não mover-se, de não explicar as entranhas do governo.

Confúcio, nessa condição de “cassado que governa” está cada vez mais próximo de juntar-se a outros defuntos políticos de Rondônia.

Poderia pelo menos prestar um serviço positivo a Rondônia, afastando Emerson da gestão rondoniense e abrindo uma sindicância para apurar as denúncias de protecionismo que garantiram a realização desses obscuros “negócios da china” com uma empresa que, mesmo tendo nome de Lumiar, não ilumina coisa nenhuma.

 SOBREAVISO

VergonhaVamos entrar no segundo semestre. Mas o arrocho continua e será pior. Então, não dá para comemorar. O agravamento inevitável da crise econômica no 2º semestre é altamente inflamável. Isso sem falar que está prevista a divulgação de mais um escândalo na esfera oficial. É melhor o povo se preparar para as ruas novamente… ou para bater panelas.

 FORA DAS RUAS

Governador - CarnavalÉ um absurdo que ninguém pode negar. Centenas (algumas fontes chegam a afirmar que são mais de mil) de policiais militares estão fora de suas funções, cedidos para outros órgãos. Para algumas fontes, o número de PMs cedidos corresponde a pelo menos um batalhão. Esses policiais fazem seguranças de deputados e (como afirma uma fonte) até de secretários e autoridades de outros órgãos.

É por isso que a população pede socorro sem que a polícia apareça. Se instituições que têm sua própria polícia (caso do Legislativo) não por um ponto final nessa prática de servir de encosto para policiais a população vai continuar com dificuldades de ver a polícia na rua. Nesse governo da “enganação”, como se vê, estamos todos perdidos.

 ELES CONTINUAM SOLTOS

assis.fwMesmo com todas as denúncias e até com as prisões de alguns meses, os toscos personagens das várias Operações da PF em Rondônia, como o ex-deputado Carlão de Oliveira (pai do deputado Jean) continuam soltos, lépidos e fagueiros. E o que falar do Confúcio, cassado, denunciado, apontado como chefe da quadrilha da qual fazia parte seu próprio cunhado, que continua fazendo gato e sapato da gestão rondoniense? Até parece que as autoridades judiciárias  de Rondônia e os políticos com mandato legislativo continuam em berço esplêndido, sem agir com o rigor que deveriam contra os defraudadores do erário. Do jeito que as coisas andam, parece que só apelando para uma investigação feita pelo FBI…

 RENÚNCIA

nilton capixabaA aposta é que Nilton Balbino (Capixaba, se preferir) será condenado por ter participado e levado vantagens no esquema das ambulâncias da quadrilha dos Vedoins (do Mato Grosso). Já tem gente afirmando que Capixaba já analisa a possibilidade de renunciar ao mandato se isso livrá-lo da inelegibilidade. De uma coisa a coluna tem praticamente certeza: perderá força política em Rondônia e isso vai refletir no partido do qual ainda é dirigente.

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 CAMUFLAVA

VergonhaParente muito próximo do ex-chefe de gabinete daquele ex-vereador e ex-deputado enrolado em denúncias de que usava pessoal pago com dinheiro público para manter sua associação benemérita (qua!qua!qua!qua!) funcionando, também ficava com a maior parte do estipêndio do chefe de gabinete. Algo exatamente igual ao que o Fantástico denunciou no último domingo como coisa rotineira em casas parlamentares de vários estados brasileiros.

 FALTAM DELEGADOS

Leo MoraesSe a semana passada foi morna na Assembleia, por causa do feriado prolongado, nessa semana o plenário abrigou um tema palpitante, sinalizando que esta pode ser uma semana de muitas emoções.

Na manhã de ontem foi realizada mais uma audiência pública. O tema não foi nada cálido. A casa, atendendo iniciativa do deputado Maurão de Carvalho, o presidente, e do deputado Leo Morais, a audiência tratou da segurança pública.

 FICOU NA PROMESSA

Taborda1De cara o evento serviu para revelar a inexistência de uma verdadeira política de governo para esta área fundamental. Rondônia sofre hoje com uma tremenda falta de delegados de polícia. Essa carência começa na capital (onde várias delegacias estão sem delegados) e se estende pelo interior. Com as revelações ficou claro que as promessas do governador (ainda) filosófico para a segurança pública não decolou. É mais uma vergonha que precisa ser fiscalizada por quem de direito e cobrada pelos deputados.

 OLHOS DA CARA

Transito-sinalVocê, leitor, faz ideia de quanto custa cada semáforo colocado para sinalizar o trânsito de Porto Velho? Esse é um daqueles itens nas compras da prefeitura que ninguém sabe e ninguém viu. Mas uma fonte da coluna, tida como bem informada da gestão (??) de Nazif contou que o preço de cada sinaleira é comparável ao preço de carro popular zero km. Esse pode ser o motivo que estimula espalhar semáforos por toda a cidade sem nenhum critério.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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