Em Linhas Gerais

Deputado Maurão de Carvalho aparece como nome de consenso para presidir a ALE – por Gessi Taborda

MAURÃO É CONSENSO

 Presidente Maurão2Reta final para e eleição da mesa diretora da Assembleia, que vai ocorrer no 1º dia de fevereiro, logo após a posse dos deputados eleitos em outubro do ano que passou, está ocorrendo com aparente tranquilidade. Por isso a Assembleia fechou a semana com os gabinetes praticamente vazios, sem nenhum clima de disputa.

Maurão de Carvalho é o deputado que – salvo alguma surpresa de última hora – construiu um consenso em torno do seu nome e deverá ser eleito como “o candidato natural” da casa.

Mesmo assim, há uma expectativa de que a próxima semana seja marcadas por reuniões para consolidar o desfecho de uma eleição com chapa única.

 O PETISTA

Presidente Maurão2As consultas realizadas pela coluna até à tarde de ontem apontavam para um cenário de definição do posto do deputado Maurão. Mesmo assim não foi possível conseguir contato com o deputado do PT, Ribamar Araujo, para saber se ele tinha se afastado da disputa. Possivelmente nas reuniões da próxima semana o trabalho será exatamente o de construir um diálogo para evitar disputas, com a definição dos pleitos em torno das comissões fixas do parlamento estadual.

Ribamar não é marinheiro de primeira viagem e mesmo assim deve ter descoberto, mais uma vez, que não tem a mesma facilidade de Maurão para formar e eleger uma chapa. Se já tiver descoberto isso, vai recolher os flaps para pleitear um cargo qualquer. Só assim não acabaria totalmente deslocado do processo.

 ARAPUCAS

Presidente Maurão2Na legislatura que se encerra Maurão de Carvalho não integrou a base aliada do governador reeleito Confúcio Moura. Tentou até ser candidato a governador pela Oposição, mas não conseguiu suplantar as jogadas de Ivo Cassol para emplacar a irmã.

Talvez por sua vinculação com a base que apoiava Ivo Cassol chegou a imaginar-se uma intromissão maior do Palácio Getúlio Vargas na disputa pela presidência da Assembleia. Pelo visto não há mais temor de supostas arapucas. Maurão caminha para a eleição de 1º de fevereiro sem ter rejeição ao seu nome como futuro presidente.

 BOAS CONDIÇÕES

Presidente Maurão2Uma das principais características do deputado Maurão de Carvalho é a de ter boa circulação entre os colegas de todos os partidos e correntes. Esse aspecto de seu caráter leva até os deputados mais governistas a convergirem os votos para sua eleição.

Deputados veteranos e novatos não escondem que Maurão tem as melhores condições para valorizar o Legislativo como poder independente, garantindo até condições melhores para o exercício da representação dos parlamentares, como intérpretes da voz do povo, e até para concluir grandes projetos do Legislativo rondoniense, como o término das obras da nova sede do parlamento.

 SEM ALTERNATIVA

Presidente Maurão2Maurão pode até não ser o preferido do governador Confúcio Moura para chefiar a Assembleia Legislativa. Todavia, na falta de nome com a mesma habilidade de articulação demonstrada pelo pepista Maurão, é “melhor ter um político sempre aberto ao diálogo” e sem qualquer resquício de radicalismo.

E em relação ao José Hermínio, que deixa a presidência no dia 1º de fevereiro, Maurão é muito mais moderado.

E certamente com Maurão de Carvalho na presidência da Assembleia não deverá existir entraves de ordem pessoal no relacionamento entre os dois poderes. Tomara, pois o estado precisa de estabilidade política para ter algum tipo de avanço em sua economia.

 CANCELADO

Porto VelhoE sem maiores explicações a prefeitura cancelou o evento marcado para hoje, na sede da Funcultural, que se destinava a comemorar o 1º centenário de instalação do município de Porto Velho. É claro que a data é importante para a cidade, mas como a prefeitura não conseguiu fazer nada de verdadeiramente grandioso para marcar o 1º Centenário da fundação da cidade, não seria agora que isso ia acontecer. Vai ver descobriram que a promoção anunciada não passava de um elementar truque de madame. Esse prefeito continua sendo um personagem “do baralho”.

 SALIÊNCIAS

Porto VelhoPorto Velho não é só a capital dos buracos, mas também das saliências de rua. Elas estão em toda parte, mas uma em especial está prestes a provocar acidente grave de trânsito. É na avenida dos Imigrantes, perto do Detran. Parece que a prefeitura continua sem enxergar essas “pegadinhas” tão costumeiras em nossas vias.,

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 SANTO DE FORA

fracisco meirelesO sujeito chegou aqui somente há 4 anos. E já foi escolhido para pintar um mural na Biblioteca Francisco Meirelles onde deverá retratar “o homem amazônico e sua relação de harmonia com a floresta” (sic). Até parece não existir nessa capital, artistas plásticos com longa vivência no cenário da floresta e até com obras consagradas com esse tema. Sei não, mas cheira mal essa constante decisão de não valorizar a prata da casa. Quanto o tal brasiliense vai ganhar com esse “trabalho”? Por que artista local não serve para fazer isso? Até quando a prefeitura vai ficar alimentando forasteiros e deplorando dos valores locais? Ou será que o prefeito nunca ouviu falar de artistas locais como Rita Queiroz? Essa sim, vivida e experimentada cabocla que já ganhou exposições até fora do Brasil para mostrar cenas da vida de nossa gente da floresta.

 REPETECO

Rio MadeiraE já anunciam como favas contadas outra super cheia do Madeira. É patente a incapacidade de alguns governantes de lidar com adversidades. Tem gestor público (pasmem!) vibrando com a possibilidade de decretar mais uma vez estado de calamidade e, com isso, receber verbas fora do orçamento que, como sempre, acabam sabe-se lá em que lugar. As vítimas da primeira cheia ainda estão pagando o preço de viver numa terra onde a imprevidência é marca dos governantes.

 SE…

Rio MadeiraA declaração do ministro Eduardo Braga – que já foi governador do Amazonas – de que “Deus é brasileiro e deve mandar alguma chuva” me faz concluir que se Deus realmente fosse brasileiro já nos teria livrado dessa corja de picaretas e incompetentes que está no poder desde 2002.

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 APRENDIZADO

Será que a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, aprendeu com os discursos de campanha de Dilma Rousseff para fundamentar suas mentiras?

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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