Em Linhas Gerais

Só agora, Prefeitura aluga barracão para guardar enfeites natalino adquiridos na gestão passada – por Gessi Taborda

UFA!

VergonhaÉ oito ou oitenta! Resolveram jogar tudo no colo do cidadão brasileiro de uma só vez. A cesta de maldades é enorme: aumento das tarifas de energia, aumento de impostos, aumento de combustíveis, apagão, corte de água, corte de direitos trabalhistas. Dá raiva ver que a conta é só nossa e que o governo não pretende cortar quase nenhuma despesa.

 EMBROMAÇÃO

casa-de-cultura-ivan-marrocos-em-porto-velho-rondoniaPara que serve a Fundação Cultural da cidade de Porto Velho? Pela segunda vez essa (a) Fundação vai demonstrar claramente a pouca importância que a gestão de Mauro Nazif dá para história do surgimento de Porto Velho.

A programação anunciada para começar hoje e terminar no sábado (amanhã), em comemoração aos 100 anos de instalação do município de Porto Velho é uma embromação praticamente idêntica a feita recentemente, pela mesma Funcetur, para comemorar os 100 anos de criação da nossa cidade.

 SEM RESGATE

casa-de-cultura-ivan-marrocos-em-porto-velho-rondoniaAssim como na primeira Festa do Centenário o destaque ficou para o gasto exagerado (quase meio milhão de reais) feito pelo prefeito com a contratação da Banda Calypso, numa operação que beneficiou uma entidade nada transparente.

Agora, com a conversa de comemorar os 100 anos de instalação do município, o lado festivo da Fundação presidida por Marcos Nobre, voltou a dar o tom da efeméride, com a realização hoje (e só hoje) do tal I Encontro do Fórum Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Velho.

No sábado, para encerrar o calendário da comemoração, acontecerá na sede da Funcultural o “Espaço Béra” (???); que nada mais é do que a apresentação de nomes locais da música e da fotografia.

 SEM INTERAGIR

casa-de-cultura-ivan-marrocos-em-porto-velho-rondoniaÉ uma pena que mais uma vez não se percebe qualquer interesse ou esforço dos promotores oficiais em resgatar aspectos da trajetória do município. Dessa vez – supõe-se – não vão torrar tanto dinheiro como ocorreu na primeira festa do centenário. Também, pelo visto, não haverá nenhuma mobilização especial da população.

De um prefeito que até esse momento não deu nada de significativo para a cidade de Porto Velho, era mesmo de se esperar essa programação chinfrim. Afinal essa gestão não demonstrou em nenhum momento o objetivo de interagir com a população portovelhense.

 DESCAMUFLOU

Enfeites.2jpgNinguém nunca soube quanto o ex-prefeito torrou dinheiro público para satisfazer seu ego. Foi preciso esperar até agora, quando a prefeitura decidiu alugar um barracão do bairro Lagoinha, por quase 70 mil reais por ano, para se saber quando o cidadão-contribuinte-eleitor pagou por 100 peças decorativas de natal, compradas pelo ex-prefeito Roberto Sobrinho, do PT.

A informação (tardia) veio pela voz da chefe de gabinete adjunta (pô, até isso existe nessa gestão perdulária), Marta Brito, que tascou: “Tivemos que alugar esse imóvel para guardar as 100 peças pelas quais os munícipes pagaram algo em torno de 1,5 milhão de reais”.

Será que houve licitação para comprar esses penduricalhos? Será que o MP viu mais essa farra com o dinheiro público nos tempos de Bob Ali Babá e simplesmente passou a régua? Perguntas que ficam no ar e, quem sabe, daqui a alguns anos serão respondidas.

 REELEIÇÃO

mauroDe um integrante da família de Mauro Nazif ouvi que o prefeito está decidido a disputar a reeleição. Bom, é direito dele. Mas se pretende ter chances de renovar o mandato é bom Mauro Nazif tratar de reagir já e reinventar seu governo.

No momento Mauro mais parece um lutador de boxe completamente acuado. É como se ele tivesse nas cordas (o pior lugar para um pugilista ficar), de onde não consegue sair.

 DESMILINGUIU-SE

mauroConfesso que não conheço nenhuma pesquisa pública sobre a taxa de aprovação/desaprovação de Mauro Nazif. Mas como jornalista com feeling sensível aos humores dos moradores da cidade dá para perceber como é ruim, politicamente falando, a situação do dr. Mauro Nazif.

A expectativa popular em torno desse que já foi o mais importante político do PSB rondoniense se desfez. E não será fácil mudar essa tendência, nem que ele tape os buracos das vias de maior trânsito, desobstrua calçadas tomadas pelo matagal e recupere aspectos urbanos da cidade erodidos ao longo dos anos.

 DEVENDO

mauroO homem que já foi apontado (quando estava no parlamento) como paladino da moral e dos bons costumes políticos vai chegando ao final da gestão devendo em todas as questões que mais impactam a vida dos moradores de Porto Velho.

Sem dar os saltos de que a cidade necessita para se tornar um polo produtivo capaz de gerar empregos, melhorar a qualidade dos serviços públicos não precisa nem pensar em concorrer novamente para mais um mandato de prefeito.

Mauro Nazif ganharia hoje sem nenhum esforço o troféu de “decepção popular” entre os prefeitos que Porto Velho já teve.

 MIRA TORTA

mauroDa mesma fonte que vazou a vontade do prefeito de disputar a reeleição, já se ouviu dias desses outra confidência: Mauro mira a reeleição para se posicionar em relação a 2018. A mira do prefeito, pelo visto, está longe de ser calibrada. Se não conseguir recuperar um bom índice da credibilidade popular o que poderia prometer o prefeito em supostas novas campanhas? Na verdade, a sorte de Mauro é não ter de enfrentar uma oposição forte (principalmente na Câmara) cobrando atitudes sérias do prefeito.

 ASSUSTA

EnergiaA construção das usinas de Santo Antônio, Jirau, Teles Pires, etc., além de superfaturada, está atrasada. Ademais, quando elas ficarem prontas, as linhas de transmissão que as ligarão aos centros consumidores ainda estarão em obras. O que me assusta mesmo, muito mais que os apagões de energia que ainda estão por vir, é o apagão do Brasil. Que, iniciado 12 anos atrás, mas camuflado e escondido, já começou – o que é inevitável – a sair do armário.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

 

 

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CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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